|
|
Notíci@Sintuperj
|
Nº 1014
(02/06/10)
|
Sindicato
dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ
|
Índice
|
.
|
|
Notícias do Sintuperj
-
Já passou da hora! Quase uma década sem reajuste e 82% de perdas
-
Sintuperj estará presente em momento histórico para reorganização das lutas
dos trabalhadores
-
Audiência do CAp: “tudo esbarra na questão estrutural”
-
Madalena Vasconcelos: 15 anos de história e dedicação
-
Deu na imprensa: Objetivos comuns
unem profissionais das duas universidades estaduais
Acontece na Uerj
-
Cursos de Línguas para a Comunidade
Ronda nos Campi
-
Encontro Enfermagem, Ação Democrática e Lutas Sociais
Rio de Janeiro
- Campanha “O Petróleo Tem
que Ser Nosso” participará de audiência na Alerj
- O Canecão é nosso!
- Página na internet recebe
colaborações de moradores de favelas sobre sua realidade
Brasil
-
Plebiscito consultará sociedade sobre limite de propriedade de terra
-
Cineasta Glauber Rocha é anistiado
-
Projeto de Lei prevê ajuda para mulher estuprada não abortar
-
ONU
alerta para os altos números de execuções sumárias no Brasil
Mundo
-
Israel: novo massacre humanitário?
-
Indígenas peruanos reclamam de exportação de hidrelétricas brasileiras
-
Entidades alertam para perigo do tráfico de pessoas durante Copa do Mundo
Cultura
-
Filme ‘Utopia e Barbárie’ e debate com o diretor Sílvio Tendler
-
Cia Marginal com o espetáculo: Qual é a sua cara?
-
Documentário 788 sobre o cotidiano dos moradores de favelas
-
Abertas as inscrições para a 3ª Mostra Luta!
Espaço de Formação
-
Movimento sindical no Brasil: para conhecer e lutar!
Participe você também
-
O que você achou das notícias deste boletim? Dê a sua opinião
|
|
Notícias
do Sintuperj
|
.
|
|

A luta dos trabalhadores das
universidades públicas estaduais está a cada dia mais fortalecida! O
próximo passo da unificação dos trabalhadores é a assembleia que será
realizada no próximo dia 08/06 (terça-feira), às 14h, na Uenf. Dois ônibus
sairão da Uerj levando os servidores para a atividade. Até o momento, 53
trabalhadores já se inscreveram na secretaria do Sintuperj para
participarem da comitiva que irá a Campos.
A assembleia envolve servidores
técnico-administrativos e docentes da Uerj e da Uenf que unificaram suas
campanhas salariais. Nossas principais lutas são pela recomposição de 82% e
pela garantia do financiamento da universidade e da autonomia de gestão por
meio do repasse mínimo de 6% da Receita Tributária Líquida (RTL).
Clique aqui
e leia a matéria completa no nosso site.
Sintuperj
estará presente em momento histórico para reorganização das lutas dos
trabalhadores

Clique na imagem para ter acesso
às teses do Congresso
Neste final de semana, nos dias 5
e 6, será realizado o Congresso da Classe Trabalhadora (Conclat), um espaço
de discussão que tem como proposta a reorganização da classe trabalhadora
numa nova central sindical. Isso porque a Central Única dos Trabalhadores
(CUT) não representa mais os interesses dos trabalhadores e está atrelada
ao governo, se rendendo ao bolso dos patrões.
É preciso o surgimento de uma nova
central que represente verdadeiramente os interesses dos trabalhadores e
não se renda a cargos do governo ou favores. Também é necessário retomar a
organização dos espaços de trabalho e, assim, conquistar corações e mentes
para a luta cotidiana de nossa classe: a melhoria das condições de vida da
classe trabalhadora.
Momento
Histórico
Este é um momento histórico para
mostrarmos a nossa força e a nossa unidade na luta por um projeto claro: um
projeto socialista rumo a uma sociedade justa, fraterna e solidária. Nós,
trabalhadores, vivemos as drásticas consequências de governos que retiram
nossos direitos, que sucateiam o serviço público e impõem a política do
medo aos movimentos sociais e aos moradores de favelas.
Nossa organização é fundamental
neste momento que se reacende a luta da classe trabalhadora! O Sintuperj,
juntamente com trabalhadores da Uerj e da Uenf, participará do Conclat e
colocará suas questões específicas: pela autonomia universitária,
democracia interna, desburocratização da máquina, valorização dos
servidores, ampliação de diálogo com a sociedade. Nas questões gerais,
pautaremos a necessária bandeira do fortalecimento do serviço público e
contra a criminalização dos movimentos social e sindical.
É papel de todos nós lutar para
construir um mundo melhor, cujos interesses dos trabalhadores sejam
colocados em primeiro lugar. Veja abaixo a lista dos nomes que
representarão os trabalhadores da Uerj e Uenf no Conclat:
José Arnaldo Gama
Rosalina Barros
Denize Santa Rita
Monica Lima
Maria de Fatima Diniz
César Lima Lopes
Paulo César Paes
Débora Maria Lopes
Perciliana Costa
Audiência do CAp: “tudo
esbarra na questão estrutural”
Problemas
do colégio foram associados à falta de condições de trabalho e salários

Nesta quarta-feira, dia 2, foi realizada a audiência pública do
Instituto de Aplicação da Uerj (CAp), com a presença dos deputados da Comissão
de Educação da Alerj, de representantes do Sintuperj, Asduerj e da
Associação de Pais e Professores do CAp, além, é claro, de servidores da
unidade de ensino. Representando o Sintuperj estavam os coordenadores José
Arnaldo Gama, Antônio Virgínio, Carlos Crespo e Tânia Niskier. Também
estava presente o diretor do CAp, Miguel Tavares. Como já virou moda, o
reitor da Uerj, professor Ricardo Vieiralves, não compareceu a mais uma
audiência pública que tratou de questões fundamentais para a Universidade.
A audiência foi aberta pelo presidente da comissão, deputado Comte
Bittencourt (PPS), que falou da missão das instituições de ensino superior
no estado do Rio de Janeiro, que é a produção de conhecimento. E o CAp,
como unidade de ensino da Uerj, precisa ser priorizado no debate. Em
seguida, passou a palavra ao diretor do colégio, o professor Miguel
Tavares.
Clique aqui
e leia a matéria na íntegra na nossa página.
Madalena
Vasconcelos: 15 anos de história e dedicação

1º de
junho de 1995, Madalena Vasconcelos entrou pela porta do Sintuperj e
iniciou seu primeiro dia de trabalho. Tamanha sua dedicação e
comprometimento com a entidade e Madá – como é carinhosamente chamada –
completou 15 anos de sindicato. “Trabalhar no Sintuperj é uma grande
satisfação e é muito importante contribuir com esta luta”, ela afirmou. O
coordenador geral do Sintuperj, José Arnaldo Gama, declarou que Madá, além
de uma profissional exemplar e dedicada, é uma grande companheira
comprometida com a luta.
O
Sintuperj, assim como seus sindicalizados, agradecem a dedicação de Madá por
todos esses anos no sindicato!
>> Deu na imprensa
Objetivos comuns unem profissionais das duas universidades
estaduais
Por
Alessandra Novaes, da Folha Dirigida
Os sindicatos das Universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e
Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Asduerj, Aduenf e Sintuperj,
resolveram unificar a luta por recomposição salarial e melhoria de
condições de trabalho. A iniciativa veio da necessidade de serem ouvidos
pelo governo e também pelo fato de terem problemas semelhantes.
Além de melhores condições de trabalho, as entidades pedem a
recomposição salarial da categoria, cuja perda já seria um pouco superior a
82%, montante reivindicado por eles. Os sindicatos têm realizado
assembleias conjuntas e buscado apoio na comissão de Educação da Assembleia
Legislativa do estado do Rio (Alerj). Da última audiência, realizada no dia
19 de maio, entre todas as propostas apresentadas, os sindicatos estão
levando adiante a realização de uma caravana ao Supremo Tribunal Federal
(STF), em Brasília, com o objetivo de conseguir uma audiência com ministros
do Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir a Ação Direta de
Inconstitucionalidade (Adin) movida por Sérgio Cabral para congelar o
repasse dos 6% da receita tributária líquida. As entidades também
consideram importante conseguir a autonomia universitária. Entre os
professores presentes, Luís Passione, um dos representantes da Aduenf,
reforçou que autonomia financeira é um instrumento importante para planejar
a expansão da universidade e o próprio orçamento.
Outra vitória da audiência é a agenda, para o próximo dia 2 de junho, às 10h, para a comissão
de Educação da Alerj discutir a situação do Colégio de Aplicação da Uerj. A
próxima assembleia conjunta dos três sindicatos ocorrerá em Campos dos
Goytacazes, na Uenf, dia 8 de junho, às 14h. Para saber como ir para a
assembleia, os profissionais da Uerj poderão entrar em contato com a
Asduerj e o Sintuperj.
Serviço
Sintuperj - (21) 2234-0945 e 2334-0058.
Asduerj - (21) 2264-9314 e 2587-7579.
Fonte:
Folha Dirigida, dia 25/05/2010
|
|
Acontece
na Uerj
|
.
|
|
Cursos
de Línguas para a Comunidade
As
inscrições para os Cursos de Línguas para a Comunidade (Licom) estão abertas
de 1 a 14 de junho, para os cursos de alemão, espanhol, francês, inglês,
italiano, latim, redação, português para estrangeiros e português (nova
ortografia e morfossintaxe).
Mais
informações no http://www.institutodeletras.uerj.br
e pelo telefone 2334-0840.
Comunidade
elege seus representantes para Consun
A
reitoria divulgou nesta quarta-feira, dia 02, o resultado final das
eleições para o Conselho Universitário. Foram eleitos representantes dos
docentes e dos técnico-administrativos no Conselho Universitário e os
representantes dos docentes no Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e
Extensão (CSEPE).
Clique aqui e confira a
lista completa dos eleitos.
|
|
Ronda nos
Campi
|
.
|
|
Encontro
Enfermagem, Ação Democrática e Lutas Sociais
No marco
das duas décadas de implementação do Sistema Único de Saúde, coloca-se o
desafio de discutir e reafirmar a saúde como direito, ressaltando o papel
da enfermagem como profissão e prática social comprometida com a vida. A
Faculdade de Enfermagem da UERJ, no âmbito do Projeto Formação para Gestão
Participativa e Controle Social-ABEn/FNE/MORHAN, e com o apoio da Aben
Seção RJ, COREN RJ e Sindicato dos Enfermeiros – Seção RJ, está organizando
o Encontro Enfermagem, Ação Democrática e Lutas Socias, nos dias 7 e 8 de
junho de 2010, na Faculdade de Enfermagem da UERJ.
O
Projeto visa integrar, em todo o território
nacional, o debate sobre o fortalecimento das instâncias do controle social
no SUS, a gestão participativa do trabalho e das ações de saúde e a
educação crítica, mediada pela educação popular em saúde, no avanço da
consolidação democrática do SUS. As vagas são limitadas e os interessados
poderão obter informações pelo email enfermagemdemocraciarj@gmail.com
Mais
informações: 2587-6335, ramal 201.
Fonte: Site da Uerj
|
|
Rio de Janeiro
|
.
|
|
Audiência
pública sobre o marco regulatório do pré-sal lota as galerias da Alerj
Enviar
caravanas à Brasília para acompanhar e pressionar a aprovação dos quatro
projetos do marco regulatório do petróleo e favorecer os debates no
interior do estado do Rio de Janeiro foram as duas resoluções tiradas na
audiência pública sobre o pré-sal realizada na manhã de terça-feira, dia
31, na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Cerca de 200 pessoas encheram o plenário
e as galerias do Palácio.
Samuel
Tosta

O Sindipetro-RJ e a Campanha O
Petróleo Tem que Ser Nosso foram representados pelo coordenador Geral,
Emanuel Cancella, que compôs a mesa da audiência e alertou para o fato de
as emendas apresentadas na Câmara e no próprio Senado terem alterado para
pior os projetos elaborados pelo governo. “Os PLs formulados no Palácio do
Planalto são um avanço em relação à gestão de Fernando Henrique Cardoso, mas
é preciso ir além e aprovar o Projeto de Lei do Senado (PLS) 531/09, dos
movimentos sociais, que, entre outras coisas, prevê uma Petrobrás 100%
estatal e pública, a volta do monopólio e suspende os leilões a serem
promovidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e torna sem efeito os já
realizados.”
Cancella também cobrou a
participação das centrais sindicais, dos movimentos sociais e dos partidos
políticos na luta pelo petróleo e destacou “que tratar do tema hoje
significa pensar no Brasil dos próximos 50 anos. Não dá para ficar só
pensando em eleições, que são importantes, mas não o ponto principal para
garantir a soberania do país. Só tem dois lados, o dos traidores
entreguistas e o dos nacionalistas”, analisou. Após sua intervenção, Cancella foi aplaudido
com entusiasmo.
Leia a matéria completa no site da Agência
Petroleira de Notícias.
O
Canecão é nosso!
Desde 1997 a UFRJ briga na Justiça
para reaver a posse do Canecão. O imóvel pertence à universidade desde 1967
e foi cedido por 5 anos aos administradores do Canecão em 1992. Em 2002, o
TCU reconheceu a UFRJ como legítima dona do espaço. Agora, em 10 de maio de 2010, a Justiça
deu ganho de causa à UFRJ pelo direito de reintegração de posse, além de
uma indenização de R$ 4 milhões devida pelos empresários administradores do
Canecão à universidade, por não terem pago aluguel enquanto ocuparam o
espaço. Mesmo assim, a briga continua na Justiça, pois os invasores do
Canecão se recusam a sair.
A retomada do espaço ocupado pelo
Canecão para a UFRJ é uma vitória do povo carioca. A privatização
significava altos preços nos ingressos e exclusividade aos artistas da
grande mídia, com limite de seu acesso àqueles que podiam pagar. Nas mãos
da UFRJ, o espaço ocupado pelo Canecão será um espaço público, estará a
serviço da população, acessível a todos, dando contribuição ao
desenvolvimento da arte e da cultura.
Para garantir a retomada do
Canecão e discutir os rumos que serão dados ao novo centro cultural público
que lá deve ser criado, os docentes da UFRJ, organizados na Adufrj/seção
sindical do Andes-SN, convocam movimentos sociais, intelectuais, artistas,
trabalhadores, sindicatos, organizações da sociedade civil, professores,
funcionários técnico-administrativos e estudantes que querem ver o espaço
ocupado pelo Canecão efetivamente a serviço do Rio de Janeiro, e não de
empresários movidos apenas pelo lucro, para organizar um grande movimento
em defesa da cultura e da Universidade pública.
A proposta é realizar um grande
evento de mobilização pela retomada do espaço e iniciar a discussão sobre o
novo centro cultural. Para isso, será realizada uma reunião de organização
para o dia 1º de junho às 18h, no Auditório da Escola de Serviço Social no
campus da UFRJ na Praia Vermelha. Participe!
Página
na internet recebe colaborações de moradores de favelas sobre sua realidade
O site Viva Favela agora é
colaborativo, aberto a colaboradores comunitários que desejam enviar
matérias, vídeos, áudios e fotos para serem publicados. É um espaço para
divulgar o que os próprios moradores têm para falar das favelas onde vivem:
o que há de bom e de ruim; as iniciativas para transformar o dia-a-dia;
eventos culturais; manifestações, reuniões e o que mais desejar divulgar. O
objetivo é apresentar visões e opiniões que não estão presentes na mídia
comercial, que possui a prática de criminalizar esses espaços e seus
habitantes.
Conheça o projeto e colabore em www.vivafavela.com.br.
|
|
Brasil
|
.
|
|
Plebiscito
consultará sociedade sobre limite de propriedade de terra
Divulgação

Você acha que deveria haver um
limite para propriedade de terra no Brasil? Entre os dias 1º e 7 de
setembro deste ano, a sociedade brasileira terá a oportunidade de responder
a essa pergunta através de um plebiscito popular. A iniciativa, promovida
pelo Fórum Nacional Popular pela Reforma Agrária e Justiça no Campo
juntamente com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pretende
indagar a população se há necessidade de limitar ou não as propriedades de
terras.
Diversas organizações e entidades
sociais já começaram a se articular para preparar a consulta. De acordo com
Luiz Cláudio Mandela, coordenador colegiado da Cáritas Brasileira, 72
entidades de diferentes regiões já participaram de um primeiro plenário
sobre o assunto. "23 estados já estão participando [da organização] e
os outros começam a se articular", afirma.
A ideia é, até setembro,
conscientizar e mobilizar a população brasileira sobre a importância do
limite de propriedade de terras. "Queremos dialogar com a sociedade
sobre a concentração de terras no Brasil. Isso interfere na estrutura
política, social, geografia e econômica do país", destaca.
O plebiscito acontece
nacionalmente durante o Grito dos Excluídos, na primeira semana de
setembro. Mais informações: http://www.limitedaterra.org.br/index.php
Leia
a matéria completa no site da Adital.
Cineasta
Glauber Rocha é anistiado
A Comissão
de Anistia do Ministério da Justiça aprovou, por unanimidade, a anistia
política do cineasta Glauber Rocha por perseguições sofridas durante o
regime militar. A viúva de Glauber, Paula Gaitan, receberá uma pensão
mensal e uma indenização de R$ 234 mil.
Manu Dias/Governo da Bahia

A anistia foi aprovada em reunião
realizada no Teatro Vila Velha, na capital baiana. O valor da indenização
que equivale ao montante retroativo do benefício desde 2001, quando foi criada
a comissão. O processo de anistia foi iniciado pela filha do cineasta,
Paloma Rocha, em 17 de maio de 2006. Glauber, morto em 1981, foi vítima de
censura e perseguição em sua produção criativa durante a ditadura militar
(1964-1985).
Para a sessão de julgamento e
homenagem a Glauber Rocha estava prevista a realização de um ato cultural,
como o que ocorreu recentemente na concessão de anistia ao dramaturgo José
Celso Martinez Corrêa, em abril deste ano, na cidade de São Paulo. O
governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), e o ministro da Cultura, Juca
Ferreira, acompanharam a reunião.
Anistia
A Comissão de Anistia julgou até
hoje 55 mil requerimentos de anistia política, segundo o Ministério da
Justiça. Em 14 mil casos houve algum tipo de reparação econômica e em 22,5
mil processos houve apenas o pedido oficial de desculpas do Estado. Foram
negados 18 mil pedidos de anistia. No total, foram concedidos cerca de R$
2,4 bilhões em reparações econômicas. Há 11 mil processos na comissão
aguardando análise em primeira instância e outros 3,5 mil pedidos de
recurso. Nos últimos três anos, a comissão analisou 10 mil processos por
ano.
Fonte:
Portal Terra
Projeto
de Lei prevê ajuda para mulher estuprada não abortar
Um projeto de lei aprovado numa
comissão da Câmara dos Deputados prevê que o Estado ajude com dinheiro a
fim de evitar o aborto legal de feto concebido por estupro.
A proposta, logicamente, mereceu o
repúdio de organizações feministas e de gênero em todo o país. A idéia é
fazer com que, mesmo quando tenha engravidado por estupro, a mulher não
aborte o feto. O aborto por causa de estupro é permitido na lei penal
brasileira.Caso vire lei, o projeto daria opção à mulher de gestar o feto e
criá-lo, ainda que com custos garantidos pelo Estado.
É mais uma tentativa de controlar
a sexualidade da mulher e retirar o direito de escolha sobre seu próprio
corpo, luta antiga de muitas mulheres feministas e não feministas.
Fonte:
Agência Pulsar Brasil
ONU
alerta para os altos números de execuções sumárias no Brasil
Em seu relatório de segmento,
divulgado nesta semana, a Organização das Nações Unidas chama atenção para
os altos índices de violência policial e sobre a ação de grupos de
extermínio no Brasil.
Reprodução

A Organização das Nações Unidas
(ONU) divulgou nesta terça-feira um relatório em que alerta sobre o alto
número de execuções sumárias no Brasil. De acordo com o documento de 22
páginas, de autoria do relator especial da ONU sobre Execuções Sumárias,
Arbitrárias ou Extrajudiciais, Philip Alston, o País pouco avançou no
combate ao problema desde 2007, ano em que visitou o Brasil.
"O dia a dia de muitos
brasileiros, especialmente aqueles que vivem em favelas, ainda é vivido na
sombra de assassinatos e da violência de facções criminosas, milícias,
grupos de extermínio e da polícia ", disse Alston.
A ONU concluiu que das 33
recomendações feitas no Relatório de 2008, nenhuma foi integralmente
cumprida. O documento aponta que entre 2003 e 2009 no Rio de Janeiro e São
Paulo foram registradas 11 mil mortes como auto de resistências, ou seja,
mortes causadas pela polícia que alega terem ocorrido em auto-defesa.
A organização recomenda que o
Brasil acabe com a classificação dos autos de resistência “porque isso dá à
polícia uma licença para atirar, e para investigar esses assassinatos como
quaisquer outras mortes”.
Fonte:
Portal Terra e Pulsar Brasil
|
|
Mundo
|
.
|
|
Israel:
novo massacre humanitário?
|
Reprodução
|
|

|
Por
Emir Sader
Os capítulos da história são tão
claros, quanto dramáticos. Primeiro os judeus obtêm a aprovação da ONU para
a construção do Estado de Israel. Para isso expulsam milhões de palestinos
que ocupavam a região. Em seguida, aliados aos EUA, impedem que o mesmo
direito, reconhecido igualmente pela ONU, seja estendido aos palestinos,
com a construção de um Estado soberano tal qual goza Israel.
Depois, ocupação dos territórios
palestinos, militarmente, seguida da instalação de assentamentos com judeus
chegados especialmente dos países do leste europeu, recortando os
territórios palestinos.
Não contentes com esse
esquartejamento dos territórios palestinos, veio a construção de muros que
dividem esses territórios, buscando não apenas tornar inviável a vida e a
sustentabilidade econômica da Palestina, mas humilhar a população que lá
resiste.
Há um ano e meio, o massacre de
Gaza. A maior densidade populacional do mundo, cercada e afogada na sua
possibilidade de sobrevivência, é atacada de forma brutal pelas tropas
israelenses, com as ordens de que “não há inocentes em Gaza”, provocando
dezenas de milhares de mortos na população civil, em um dos piores
massacres que o mundo conheceu nos últimos tempos.
Leia
o artigo na íntegra no site da Carta Maior.
Indígenas
peruanos reclamam de exportação de hidrelétricas brasileiras
Um acordo
prestes a ser assinado entre os governos do Brasil e do Peru prevê a
construção de cinco usinas hidrelétricas na Amazônia peruana com capital
brasileiro.
|
Reprodução
|
|

|
É mais um capítulo do chamado
imperialismo brasileiro na América do Sul. As hidrelétricas teriam um custo
de R$ 25 bilhões, a maior parte dos quais seriam pagos pelo BNDES.
Em reunião recente no Ministério
das Relações Exteriores em Brasília, o governo brasileiro ouviu
representantes de indígenas e ONGs peruanos. Eles se mostraram muito
descontentes porque no Peru as necessidades de energia já estão atendidas,
e atualmente a Amazônia peruana não tem hidrelétricas. As cinco possíveis
usinas serviriam quase que exclusivamente a interesses brasileiros.
Mas apesar disso, parece que o
acordo está para sair. A legislação peruana é mais flexível que a
brasileira, o que permitiria o início das obras mesmo sem a realização de
estudos ambientais.
O projeto de cinco usinas,
diga-se, não está apoiado em estudos de impacto socioambiental que,
certamente, serão grandes naquele território.
Fonte:
Portal Amazonia.org.br
Entidades
alertam para perigo do tráfico de pessoas durante Copa do Mundo
Reprodução

O mundo todo está se preparando
para acompanhar os jogos da Copa do Mundo de Futebol, que este ano será na
África do Sul. Enquanto isso, entidades que atuam em prol dos direitos
humanos trabalham para alertar pessoas sobre os perigos das redes de crime
organizado, principalmente do tráfico de pessoas, que aproveitam grandes
eventos esportivos para atuarem.
O tráfico de seres humano se
caracteriza, primeiramente, pelas falsas promessas de trabalho. Depois, a
pessoa se vê vítima de um esquema que a faz trabalhar até a exaustão para
pagar "dívidas" de transporte, alimentação e abrigo. Este crime é
considerado a escravidão dos dias de hoje, pois fere a dignidade do ser humano
e tira a liberdade do indivíduo.
Apesar de divergências se há
realmente aumento ou não desse crime durante grandes eventos esportivos,
irmã Gabriella, integrante da Rede um Grito pela Vida, defende o trabalho
de prevenção e divulgação dos possíveis riscos sensibilizar a população.
Fonte: NPC
|
|
Cultura
|
.
|
|
Filme
‘Utopia e Barbárie’ e debate com o diretor Sílvio Tendler
Divulgação

Sindicato dos Bancários vai exibir
o documentário “Utopia e barbárie”, de Sílvio Tendler. Autor de alguns dos
mais importantes documentários, como “Jango”, “Anos JK” e “O Mundo Mágico
dos Trapalhões”, Tendler participará de um debate logo após a apresentação
de seu mais recente filme. O evento acontece no dia 10 de junho
(quinta-feira), às 18 horas, no auditório da entidade (Avenida Presidente
Vargas, 502, 21º andar, Centro). Imperdível!
Cia
Marginal com o espetáculo: Qual é a sua cara?
|
Divulgação
|
|

|
Durante os
finais de semana de 4 a 13 de junho, a Cia Marginal reestréia, no Centro de
Artes da Maré, a peça "Qual é a Nossa Cara?". O processo de criação do espetáculo teve
como ponto de partida uma pesquisa de campo na Nova Holanda, quando os
atores realizaram uma série de conversas e entrevistas com moradores mais
antigos. O estudo deu origem a diversos personagens, todos baseados nas
conversas e entrevistas realizadas, passando pela recriação das histórias
contadas pelos moradores e depoimentos pessoais dos próprios atores, o que
faz do espetáculo um jogo onde a ficção estabelece um diálogo contínuo com
a realidade.
Local: Centro de Artes da Maré -
Rua Bittencourt Sampaio, 181 (entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil),
Maré.
A temporada será realizada entre
os dias 04 e 13 de junho, de sexta a domingo. Sextas, às 20h, e sábados e
domingos, às 19h.
Para garantir lugar basta enviar
e-mail para companhiamarginal@gmail.com e fazer a reserva.
Entrada
franca!
Fonte:
Viva Favela e O Cidadão On Line
Documentário
788 sobre o cotidiano dos moradores de favelas

Bondinho
da favela Santa Marta. Todos os dias, nos horários de pico, centenas de
pessoas aguardam na fila para evitar os 788 degraus para chegar ao lugar
mais alto do morro.
O documentário 788, feito por MC
Fiell, cineasta ganhador de dois prêmios internacionais, em parceria com
Bruno Thomassin, apresenta a realidade de moradores do Morro Santa Marta
que, durante 73 anos, tiveram que subir e descer diariamente, para ir ao
trabalho, a escadaria, com 788 degraus.
A comunidade está situada no bairro Botafogo, Zona Sul do Rio, e
possui aproximadamente 17 mil famílias.
O filme vai na contramão da
maioria das produções sobre as favelas pois, ao invés de criminalizar os
moradores mostrando apenas a criminalidade e o tráfico, foca na vida
daquele povo que trabalha, estuda e resiste diariamente. “Os filmes sobre
as favelas têm que ser feitos por nós, os próprios moradores, pois quem
conhece nossa história é a gente. Chega da rua falar para a favela. É a
favela que tem que falar pro Brasil, pro mundo”, disse MC Fiell sobre o
documentário.
Confira o trailer em http://www.youtube.com/watch?v=OAAnpLjE2U0.
Quem quiser adquirir o vídeo, basta entrar em contato com o NPC pelo e-mail
npiratininga@uol.com.br
Abertas
as inscrições para a 3ª Mostra Luta!
|
Divulgação
|
|

|
Até o dia 15 de julho podem ser
feitas inscrições de trabalhos para a terceira edição da Mostra Luta!. Além
de vídeos, neste ano podem ser inscritos quadrinhos, poesias e fotografias.
O evento é organizado pelo Coletivo de Comunicadores Populares e propõe a
divulgação das lutas contra a exploração e a opressão capitalista, contra a
concentração de renda e terra, contra o monopólio dos meios de comunicação,
contra a progressiva perda de direitos e contra a criminalização dos que
buscam lutar por esses direitos. Ou seja: mostrar tudo aquilo que não é
divulgado pelos meios de comunicação comerciais.
A 3ª Mostra ocorrerá de 18 a 26 de
setembro em Campinas (SP), e de forma itinerante em outras cidades do
Brasil. Saiba mais sobre a mostra e como se inscrever em http://mostraluta.org
|
|
Espaço
de Formação
|
.
|
|
Movimento
sindical no Brasil: para conhecer e lutar!
Reprodução

Como preparação para o Congresso
da Classe Trabalhadora (Conclat), reservamos para o Espaço de Formação do Notici@Sintuperj diversos textos
sobre movimento sindical no Brasil. Para continuar o debate,
disponibilizaremos o texto do professor da rede estadual de ensino e
historiador Rodrigo Teixeira “Pra onde foi a CUT? Do classismo ao
sindicalismo social-liberal (1978-2000)". O texto analisa as
permanências e mudanças na trajetória da CUT desde o processo de sua fundação,
até o seu 7º Congresso Nacional, em 2000. De um sindicalismo classista e de
lutas, a CUT foi se tornando uma central social-liberal, aplicando enquanto
seu o programa estratégico das classes dominantes.
Leia
o texto “Pra onde foi a CUT? Do classismo ao sindicalismo social-liberal
(1978-2000)” AQUI.
|
|
Participe
você também
|
.
|
|
O
que você achou das notícias deste boletim?
Dê a sua opinião
Sua opinião é muito importante
para nós. Participe deste instrumento coletivo de comunicação dos
trabalhadores. Clique AQUI
e opine você também em nosso Fale
Conosco ou envie um e-mail para imprensa@sintuperj.org.br.
O
Sintuperj está no Orkut e no Twitter. Essas são as mais novas ferramentas
de participação efetiva e democrática dos trabalhadores. Participe e
siga-nos! Clique nas imagens para ter acesso aos nossos perfis.
|
|
.CONTATOS.
Sindicato dos Trabalhadores
das Universidades Públicas Estaduais - RJ:
Rua São Francisco Xavier, 524,
Bloco D, Sala 1020 Maracanã, Rio de Janeiro-RJ - CEP 20.550-013 - Tel: (21)
2587-7126 / 2234-0945 / 2234-1342
www.sintuperj.org.br - imprensa@sintuperj.org.br
- sintuperj@sintuperj.org.br
|
|
Notíci@Sintuperj
Publicação
do Sindicato dos Trabalhadores
das
Universidades Públicas Estaduais - RJ.
Coord.
Comunicação Sindical: Rosalina Barros e Denize Santa Rita
Cons.
Editorial:
Alberto Dias Mendes, Denize Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da
Silva, Jorge Luís Mattos de Lemos (Gaúcho), Rosalina Barros, Sandro Hilário
e Tânia Niskier
Jornalistas:
Camila
Marins (MTB. 47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Jornalista
Resp.: Silvana
Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Estagiária:
Mariana Gomes
Programação
Visual:
Mariana Gomes
|
Respeitamos
seus direitos. Caso não queira continuar recebendo nosso informativo
eletrônico, envie mensagem para: boletim@sintuperj.org.br.
|