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Notíci@Sintuperj

Nº 59

(10/7/09)

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ

 

Notícias do Sintuperj

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Festa Julina

 

Tatiana Lima

A progressão dos servidores técnico-administrativos da Uerj saiu, mas, infelizmente, nem todos puderam ser contemplados. Muitos porque já se encontram no fim da carreira e não têm mais como avançar. No entanto, alguns cargos parados na carreira não receberam a progressão por um motivo claro: a minuta do PCC foi barrada pelo reitor Ricardo Vieiralves e pelo governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

O Sintuperj tem recebido reclamações de trabalhadores que não receberam a progressão. Por isso, a Comissão Paritária, formada pelos coordenadores do Sintuperj José Arnaldo Gama, Jorge “Gaúcho” e Rosalina Barros, está buscando informações junto à Superintendência de Recursos Humanos para verificar se podem ter ocorrido problemas na SRH.

Leia a matéria completa na página do Sintuperj.


Plenária dos técnico-administrativos de nível superior

 

 

Um dos maiores responsáveis por uns terem sido contemplados e outros não é o reitor desta Universidade, que disse estar comprometido com a Uerj e com os seus trabalhadores apenas durante sua campanha.

 

O que precisa ficar claro, agora, é que os servidores que tiveram problemas com a progressão devem primeiro ter ciência de que isto é mais uma consequência do descaso de Vieiralves com aqueles que todos os dias empenham horas de seu dia para construir esta Universidade, que apesar de tantos problemas ainda resiste como uma das mais conceituadas do Rio de Janeiro.

 

É preciso cobrar respostas do reitor e do governo do Estado. O Sindicato está empenhado na luta e precisa do apoio de todos os companheiros. Só com mobilização é que conseguiremos ter nossos direitos assegurados.

Além disso, precisamos avançar nas conquistas. O VII Congresso do Sintuperj apontou nesta direção e propôs uma série de resoluções para a carreira.

Veja na página do Sintuperj as deliberações referentes à carreira.


 

OSCIPs  são aprovados com regras

mais “rígidas”,  Será?

 

A privatização de serviços públicos tem sido feita pelo governo do estado e pela prefeitura do Rio, de forma silenciosa e com títulos que disfarçam o real interesse dessas ações. Agora, o novo codinome para iniciativa privada é "Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público" (Oscip).

 

Na última terça-feira, dia 30/6, a Assembleia Legislativa do Rio aprovou, em discussão única, o projeto de lei 1.974/09 (Mensagem 02/09), que qualifica como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) as pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, que comprovem atuação em áreas como assistência social; cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico; educação ou saúde gratuitas, entre outras.

 

A aprovação da lei acontece ao mesmo tempo em que até os jornais da grande mídia denunciam o resultado do sistema de implantação das Fundações de Direito Privado sob o a alcunha de “gestão terceirizada”. No dia 28 de junho, o jornal de bairro, de O Globo, traz uma matéria de três páginas sobre a situação precária do Hospital Ronaldo Gazolla, mais conhecido como Hospital de Acari, que, além de não atender a população adequadamente, já custou aos cofres públicos a cifra de R$26 milhões em serviços. Detalhe: ainda não prestados.

 

O caso levou a Câmara dos Vereadores a criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as razões pelas quais existem tantas despesas com a unidade de saúde, sem que os serviços tenham sido realizados pela "gestão terceirizada".

 

Segundo, a Alerj a lei que aprovou as Oscips possuem regras mais claras e rígidas. Prevêem o repasse de verbas somente perante ao cumprimento de metas; o pré-requisito de dois anos de experiência para as entidades que pleiteiem virar Oscips; uma prestação de contas semestral – a que será dada publicidade também na Internet –, e a determinação de que a entidade que venha a perder a qualificação fique impedida de requerer novamente o título por cinco anos. Resta saber se essas regras serão, de fato, aplicadas.


Mais uma vez Vieiralves não convoca Consun

 

Mais uma sexta-feira termina sem que o reitor Ricardo Vieiralves convocasse o Conselho Universitário. É importante lembrar que, de acordo com o regimento do Conselho, o reitor é obrigado a convocar sessão ordinária do Consun toda primeira sexta-feira de cada mês. Mais uma sexta termina sem que Vieiralves cumpra a norma. Enquanto isso, a Uerj pega fogo, os banheiros sofrem com diversos vazamentos, os trabalhadores não recebem reajuste entre outros graves problemas.

 

 


Jornal VII Congresso

Clique na imagem e confira o jornal do Sintuperj Especial VII Congresso

 


Sintuperj produz vídeo em agradecimento a comunidade 

 

Clique na imagem para assistir o video


O Sintuperj agradece a todos que participaram do VII Congresso, porém não pode deixar de tornar público seu lamento sobre o triste episódio ocorrido na abertura do primeiro dia do Congresso (23/06). Apesar de não ter contribuido para tal cena, a direção faz questão de pedir desculpas à comunidade por entender que tal postura não condiz com os ideais de unidade da classe trabalhadora.


Caderno de resoluções

Clique na imagem e confira todas as resoluções do VII Congresso do Sintuperj.

 

 

 


 

Responda a Nova Enquete

 

Já se encontra na nossa página eletrônica uma nova enquete: "Quem é o responsável pela não implantação da minuta do PCC?"

 

Entre, vote e ajude a construir um Sindicato ainda mais forte e participativo! Sua opinião é fundamental!

 


 

 

 

 

Acontece na Uerj

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Servidores realizam cadastramento

no Identidade Funcional

 

Desde o dia 25 de junho os trabalhadores da Uerj já podem se cadastrar no projeto Identidade Funcional, que identificará e dará aos servidores uma identidade digitalizada. Os novos documentos deverão ficar prontos a partir de agosto. Os trabalhadores devem comparecer ao Centro de Treinamento, sala 9, 1º andar, Bloco E, localizado no Pavilhão Reitor João Lyra Filho – campus Maracanã.

 

Para fazer sua identidade, o servidor deverá estar munido dos seguintes documentos originais: identidade, CPF e comprovante de conta bancária. O funcionário que, por algum motivo, não puder comparecer à chamada terá de justificar a ausência por meio de formulário disponível no site www.idfuncional.rj.gov.br. Os servidores deverão acessar o site para consultar o dia e o horário de agendamento referente à sua matrícula.

 

Quem tiver dificuldade de locomoção, independente da idade, terão sua situação verificada e poderão solicitar atendimento em sua residência. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800-282-2326. Servidores aposentados também deverão realizar o cadastramento. O projeto Identidade Funcional estará na Uerj até o dia 15 de agosto.


Sistema penitenciário de portas abertas

 

 

 

Percorrer a história do sistema penitenciário brasileiro desde a criação da primeira Casa de Correção da Corte, em 1834, às atuais 44 unidades prisionais do Estado. Essa é a proposta da exposição O Sistema Penitenciário no Rio de Janeiro Ontem e Hoje, que foi inaugurada na última quarta-feira, dia 1º de julho, na Galeria Gustavo Schnoor, no campus Maracanã. A exposição é resultado da pesquisa do professor da Faculdade de Formação de Professores (FFP) da UERJ, Gelsom Rozentino.

 

Paralelo ao lançamento da mostra, haverá a realização do seminário O Sistema Penitenciário no Rio de Janeiro, no Teatro Noel Rosa. Também serão lançados dois livros: O Sistema Penitenciário no Rio de Janeiro Ontem e Hoje e o Compêndio da Legislação e Estrutura do Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro.

 

Mais informações na página da Uerj

 

  

 

Rio de Janeiro

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Segurança Pública é discutida na Maré

 

Rosilene Miliotti- Imagens do Povo

 

 

Coronel Seixas lê informativo distribuído pelo Movimento Rio Como Vamos, durante a Conferência

 

Pão, palavras, movimento e transformação foram metáforas que apareceram na fábula citada por uma contadora de histórias durante a abertura da 1° Conferência Livre sobre Segurança Pública na Maré, que ocorreu no Centro de Artes da Maré, no último domingo, dia 26 de junho. Mais do que simples citações, essas ideias pautaram a série de discussões sobre a construção de uma segurança pública cidadã, tanto no Conjunto de Favelas da Maré, quanto em todo o Rio de Janeiro.

 

Cerca de 200 pessoas estiveram presentes no encontro, que teve momentos intensos e diálogos entre moradores, representantes de instituições da sociedade civil, policiais, além de pesquisadores e especialistas em Direitos Humanos, Segurança e Violência. Organizada pela Redes de Desenvolvimento da Maré (Redes) e mais 18 entidades,  entre elas o Observatório de Favelas, a Conferência Livre na Maré sobre Segurança Pública é parte do ciclo de reuniões que vêm acontecendo em todo o país no âmbito das etapas preparatórias para a 1° Conferência Nacional de Segurança Pública (1° Conseg), que ocorrerá em Brasília, no período de 27 a 30 de agosto.

 

As instituições responsáveis pelo evento na Maré selecionaram três tópicos para debate, a partir dos eixos gerais do Manual da 1° Conseg: “Gestão Democrática: controle social e externo, integração e federalismo”, “Prevenção social do crime e das violências e construção da cultura de paz” e “Diretrizes para o Sistema Penitenciário”. Os princípios e diretrizes propostos em cima desses assuntos integrarão um documento a ser encaminhado à Comissão Organizadora Nacional da Conseg, ainda esta semana. 

 

Leia cobertura completa do evento no Observatório de Favelas

 

  

Brasil

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USP: servidores e professores suspendem greve

Ulisses de Paula/Sintusp

Após 57 dias de paralisação, os funcionários da Universidade de São Paulo (USP) decidiram suspender a greve, nesta terça-feira (30), após reunião com a reitora Suely Vilela. Somando-se a eles, em assembleia, os professores que estavam mobilizados desde o dia 05 de junho também decidiram pelo fim da paralisação.

 

Os funcionários e a reitoria da USP assinaram um Termo de Acordo para o fim da greve, no qual se estabelece, entre outros pontos, que não haverá desconto dos dias parados, nem qualquer tipo de punição em decorrência da participação no movimento de greve.

 

Os servidores também conquistaram a garantia de alguns pontos de reivindicação específicos, como o aumento do vale-refeição para 15 reais, o aumento do Auxílio-Alimentação de 320 para 400 reais e a implantação do Auxílio Educação Especial para os dependentes portadores de deficiências especiais.

 

Já os professores se comprometeram a repor as aulas não ministradas em decorrência da greve. Contudo, pedem à reitoria da universidade que garanta condições para que as reposições sejam feitas com qualidade, conforme a especificidade de cada curso e unidade.

 

As atividades começaram a ser normalizadas na USP e Unesp a partir da quarta-feira (1º). Na Unicamp, os professores e funcionários já haviam decidido acabar com a greve no dia 23 de junho e determinaram a criação de grupos de trabalho para acompanhamento das questões sobre carreira, sobre a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e o orçamento da universidade.

 

Lei a moção de apoio do Sintuperj aos companheiros da USP.

 

Leia matéria completa no Brasil de Fato


Associação pecuarista não apóia iniciativa

contra desmatamento

 

A União das Indústrias Exportadoras de Carne (Uniec) se recusou a assinar um documento proposto pelo Ministério Público Federal de compromisso com o meio ambiente. O documento foi produzido pelo MP para comprometer o setor pecuarista com a mudança de certas práticas lesivas ao meio ambiente.

 

Mas a Uniec não assinou e afirma que os pontos colocados ali são responsabilidade do governo, motivo pelo qual não mudará suas práticas. O descontrole do avanço da pecuária extensiva é uma das principais razões para o desmatamento crescente dos últimos anos.

 

A entrada do boi é um dos principais motivos para a derrubada da floresta Amazônica hoje. Só depois que o gado “amacia o solo” é que monoculturas como as de soja e eucalipto tomam o lugar.

 

Fonte: Agência Pulsar e ANP


NPC participa das Oficinas Pedagógicas da Resistência promovidas pelo Sintese

 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica de Sergipe (Sintese) promove entre os dias 30 de junho e 10 de julho as Oficinas Pedagógicas da Resistência. O objetivo é mostrar aos professores a possibilidade de buscar novos temas e abordagens que façam o professor refletir e auxiliem no processo de ensino e aprendizagem.

 

Dentre os diversos temas, está o uso da mídia pelos trabalhadores da educação aplicada à era da internet: home page, e-mail, blog, orkut, msn, twitter. Para essa oficina foram convidados os jornalistas Gustavo Barreto e Claudia Santiago, do Núcleo Piratininga de Comunicação.

 

 

Mundo

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> Reflexões do companheiro Fidel

 

Um erro suicida

 

www.alquimidia.org

 

Na reflexão escrita na noite da quinta-feira, 25, há três dias, eu disse: "Ignoramos o que acontecerá esta noite ou amanhã em Honduras, mas o comportamento valoroso de Zelaya passará à história."

 

Dois parágrafos antes, tinha assinalado: "Aquilo que lá aconteça será uma prova para A OEA e para a atual administração dos Estados Unidos."

 

A pré-histórica instituição interamericana se reuniu no dia seguinte, em Washington, e, em uma apagada e fraca resolução, prometeu realizar as gestões pertinentes imediatamente para procurar uma harmonia entre as partes em conflito. Quer dizer, uma negociação entre o golpistas e o presidente constitucional de Honduras.

 

O alto chefe militar, que continuava a comandar as Forças Armadas hondurenhas, fazia pronunciamentos públicos em discrepância com as posições do presidente, enquanto só de um modo meramente formal reconhecia a sua autoridade.

 

Não precisavam os golpistas de outra coisa da OEA. Não lhes importou nada a presença de um grande número de observadores internacionais que viajaram a esse país para dar fé de uma consulta popular, aos quais Zelaya falou até altas horas da noite.

 

Leia o artigo completo na página da Embaixada Cubana


Países da América Latina não possuem leis contra a discriminação homossexual

 

Arquivo Sintuperj

 

Países da América Latina não possuem leis contra a discriminação homossexual

Um relatório elaborado pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas da América Latina e do Caribe (Ilgalac) mostra que 26 países da América Latina e do Caribe não possuem leis contra a discriminação e 13 ainda penalizam práticas sexuais entre pessoas do mesmo sexo.

 

Segundo o estudo, a violência ainda é recorrente na região. O Brasil registrou, somente no ano passado, 200 assassinatos de pessoas que não escondiam a homossexualidade. Número 55% maior do que o registrado em 2007, de acordo com informações do relatório.

 

De acordo com a  Associação, o relatório mostra que, apesar dos esforços da sociedade civil, o cenário jurídico nos países latino-americanos e caribenhos ainda não mudou. "Chama-nos a atenção que, apesar dos esforços que se desenvolve e desenvolveu-se na sociedade civil para melhorar e colaborar com a construção de relações de maior alteridade entre as pessoas, estes não sejam coincidentes com as mudanças e transformações que se conquistou", declara.

 

Uma das principais estratégias para diminuir a violência e a discriminação é o desenvolvimento de políticas públicas atreladas a plataformas que assegurem a mudança do sistema governamental. "Os governos devem assumir que é seu dever outorgar os recursos econômicos necessários para implementar leis, senão somente se gesta no cenário virtual", avalia a organização.

 

Leia mais na página da Adital

 

  

Cultura

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Vem aí o Arraial do Sintuperj, uai!!!

 

Arquivo Sintuperj

 

Você é nosso convidado de honra no Arraial que vai sacudir a Uerj! O "Arraiá do Cadê" terá barraquinhas, brincadeiras, comidas típicas, muita música e diversão! Nosso encontro já está marcado: dia 8 de julho, a partir das 17h, em frente à Capela Ecumênica - Campus Maracanã. Não deixe de participar. Venha e traga a família!!!.

 


 

CineCufa: a favela na tela

 

 

 

Mais de 150 filmes, de todas as partes do mundo, como Europa, África e América Latina, foram selecionados para a 3ª edição do CineCufa, que acontece entre até o dia  9 de julho, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, além de sessões itinerantes por favelas da cidade.

 

O CineCufa é um festival internacional de cinema que exibe somente produções criadas por moradores e legítimos representantes das favelas, com tema, gênero e duração livres, tendo como única prerrogativa para exibição, ter a favela como protagonista do projeto. A proposta  é exibir a produção das periferias do mundo, com o objetivo de valorizar as produções dos cineastas de favela, bem como fomentar a construção de uma identidade que passe a atuar mais fortemente no mercado cinematográfico.

 

A principal novidade para o evento deste ano está na premiação, e principalmente nos debates. “Esse ano os debates são em torno de temas importantes como os deficientes físicos e a mulher nas telas do cinema”, explica Quak, que aproveita para convidar o público a participar e ajudar no fomento e na discussão do cinema dentro dos espaços populares.

 

Confira mais informações e a programação completa no Observatório de Favelas

 

 

 

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Notíci@Sintuperj

Publicação do Sindicato dos Trabalhadores

das Universidades Públicas Estaduais - RJ.

 

Coord. Comunicação Sindical: Rosalina Barros e Denize Santa Rita

Cons. Editorial: Alberto Dias Mendes, Carlos Alberto Crespo, Denize Santa Rita, José Arnaldo Gama da Silva, Rosalina Barros, Sandro Hilário e Tânia Niskier

Jornalista Resp.: Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)

Estagiários: Jéssica Santos, Filipe Cabral e Tatiana Lima

Programação Visual: Arthur William

 

 

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