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Notíci@Sintuperj

Nº 92

(12/03/10)

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ

 

Notícias do Sintuperj

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Comunidade e parlamentares discutem a crise do Hospital

Trabalhadores pressionam e diretor do Hupe finalmente se posiciona

 

Camila Marins

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“Não aceitamos a minuta como ela está”, afirmou o diretor do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), Rodolfo Acatauassú, durante o ato público realizado na manhã desta quinta-feira, dia 11. Esta foi a primeira vez que o diretor se posicionou claramente desde que a minuta foi colocada em pauta no Conselho Universitário (Consun). Isto se deve à mobilização dos trabalhadores que, mais uma vez, lotaram o plenário do anfiteatro Ney Palmeiro.

 

Estiveram presentes ao ato os deputados que integram a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj): o presidente da comissão, Comte Bittencourt (PPS), Alessandro Molon (PT), Marcelo Freixo (PSOL) e o representante do deputado Paulo Ramos (PDT), Rangel. O diretor da Asduerj, Guilherme Locks, participou do ato representando a entidade.  No início do ato, os coordenadores gerais do Sintuperj, Jorge “Gaúcho” Mattos e Jorge Augusto de Almeida, denunciaram a situação de sucateamento que o Hupe vem sofrendo. “O setor de imagens fica alagado quando chove, falta ar condicionado, o setor de manutenção passa por depredação e até proliferação do mosquito da dengue”, afirmou Jorge Augusto. Já Gaúcho revelou que o Centro de Tratamento Intensivo – CTI do cardíaco –também fica alagado, não há leitos e equipamentos suficientes. “É um processo de degradação crescente e nós sabemos o que isso significa. Primeiro vem o sucateamento e depois a privatização”, criticou Gaúcho.

 

Leia a matéria completa em Sintuperj

 


 

 

Audiência Pública em defesa do Hupe na Alerj

 

No próximo dia 18/03, às 14h30min, o Sintuperj e toda a comunidade universitária irão se reunir em audiência pública conjunta com as comissões de Educação e Saúde da Alerj. O encontro será realizado na casa legislativa e discutirá diversos assuntos relativos à situação de crise do Hospital Universitário Pedro Ernesto. A participação de todos é fundamental! Juntos nós podemos salvar o Hupe e impedir sua privatização. A audiência já é um desdobramento do Ato Político realizado no último dia 11/03, no Hupe, e que reuniu parlamentares da Comissão de Educação da Alerj.

 


 

 

100 anos de luta e mulheres ainda são exploradas

 

                                                                                                                     Silvana Sá

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Algumas chegavam ao trabalho às 7 da manhã, enquanto outras estavam saindo do plantão no hospital. Talvez ainda fossem para casa, cuidar da família ou dos afazeres domésticos. Mas a realidade é que milhares de mulheres em todo o mundo ainda possuem uma intensa jornada de trabalho. Atualmente, nem podemos apenas definir como dupla jornada – trabalho doméstico e profissional –, pois muitas possuem mais horários de afazeres como estudos ou militância política, chegando até a uma quádrupla jornada de trabalho. Por este e muitos outros motivos, o 8 de março deve simbolizar mais um dia de luta histórica das mulheres por seus direitos.

 

 

 

                                                                                         Camila Marins

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“É importante reafirmarmos o caráter de luta do 8 de março. Avançamos nas conquistas, mas ainda é preciso lutar muito contra a opressão e a desigualdade”, afirmou a coordenadora de Comunicação Sindical do Sintuperj, Rosalina Barros. Em 2010, a data comemora seu centenário de lutas e conquistas e o Sindicato, em conjunto com a Asduerj, entregou na porta do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), pela manhã, e no Hall do Queijo (campus Maracanã), à tarde, rosas, preservativos, cartilhas sobre saúde da mulher e uma nota conjunta das entidades sobre a situação do hospital e sua possível privatização.

 

“Sindicato distribui rosas. O governo, espinhos” foi o tema deste ato em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e condiz com a atual situação do Rio de Janeiro, já que o governador Sérgio Cabral demonstra a cada dia uma política intensa de retirada de direitos.

 

 

Leia a matéria completa em Sintuperj

 


Veja carta conjunta distribuída por

 Sintuperj e Asduerj

 

Sindicatos distribuem rosas. O governo, espinhos!

08 de março, Dia Internacional da Mulher

 

O Dia Internacional da Mulher marca uma importante data, que relembra a luta das mulheres de todo o mundo por melhores condições de vida e de trabalho. Considerando que a data foi proposta na Segunda Conferência Internacional de Mulheres, em 1910, na Dinamarca, pela revolucionária alemã Clara Zetkin, neste ano de 2010 comemoramos cem anos!

 

Qual a diferença entre aquele período e a atualidade, cem anos depois?

 

A Unicef e a Unesco (órgãos da ONU) mostram que 70% dos trabalhadores mais pobres do mundo são mulheres, sendo que elas constituem 50% da população mundial e 41% da População Economicamente Ativa (PEA). Ainda para esses órgãos, há aproximadamente um bilhão de analfabetos em todo o mundo. Desses, em torno de dois terços são mulheres. Um dado revelador das condições das mulheres nas famílias e na sociedade em geral deve ser destacado: 25% das mulheres do continente latino-americano já viveram violência em seus lares.

 

Por isso, na atualidade, as mulheres continuam nas ruas, nas escolas, nas universidades, nas fábricas, nas famílias, exigindo direitos, igualdade, autonomia. Permanecem, assim, em luta por salários melhores, por creches, pelo direito à decisão sobre seu corpo, contra a violência de gênero, contra o preconceito de gênero, de raça de orientação sexual.

 

Na Uerj não fugimos à regra. Nós mulheres, professoras, técnico-administrativas e estudantes travamos uma luta cotidiana por melhores condições de vida. Neste início de semestre, além de comemorarmos o Dia Internacional da Mulher, queremos marcar presença, junto com a comunidade universitária, na luta por reajustes salariais, por condições dignas de trabalho e de ensino, em defesa do Hupe como patrimônio de toda a sociedade, por um orçamento compatível com as necessidades da Uerj no sentido de mantê-la pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.

 

Essa é uma luta de todos nós; participe!

Asduerj e Sintuperj


 

Assembleia Geral dos Trabalhadores da Uerj

 

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Acontece na Uerj

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Uerj será a nova sede da Orquestra Sinfônica Brasileira este ano

 

A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira celebrará sete décadas de muita música e qualidade reconhecida internacionalmente. E para essa comemoração, um convênio foi assinado no último dia 10 de março para oficializar a Universidade como sua nova sede e o teatro Odylo Costa Filho como local preferencial de ensaios abertos ao público.

 

A proposta consiste na ocupação do teatro durante todo o ano: no primeiro semestre, os músicos ensaiarão pela manhã, de segunda a sábado; no segundo semestre, a orquestra estará lá à tarde, em dois dias na semana. E para o aniversário da Uerj, em dezembro, a Orquestra já programou uma apresentação especial.

 

Como contrapartida, a OSB providenciará a construção de um depósito para os instrumentos no subsolo do palco, além de investir na melhoria de quatro camarins e finalização de outros quatro. O primeiro concerto a preços populares acontecerá no dia 13 de março, às 11h, com regência do maestro Roberto Minczuk. No programa, “Guia orquestral para juventude”, de Benjamin Britten, e “Pedro e o lobo”, de Prokofiev.

 

Por Ascom da Uerj


Concurso para técnico Administrativo Prorrogado

 

A Uerj acaba de prorrogar as inscrições do Concurso Uerj / Assistente Administrativo até o dia 17/03, às 19h. Veja mais informações em www.cepuerj.uerj.br.

 

Fonte: Centro de Produção da Uerj

 

 

  

Ronda nos Campi

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Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar

 

O curso “Educação Ambiental e Agenda 21 Escolar: formando elos de cidadania à distância II”, fruto da parceria entre a UERJ e as Secretarias de Estado do Ambiente, de Educação e de Ciência e Tecnologia, terá sua abertura às 9h do dia 15 de março, no auditório 111.

 


>> Uenf

 

O PAC da reitoria emperrou e continuamos sem bandejão!

 

A construção do bandejão é indiscutivelmente uma conquista do movimento estudantil da Uenf e terá uma série de implicações positivas para o funcionamento da instituição, principalmente pela possibilidade de que nossos alunos possam finalmente voltar a ter um local onde possam se alimentar dignamente.

 

Neste sentido, o atual ritmo de uma obra que foi licitada em Outubro de 2008 está se dando é totalmente inaceitável, pois priva toda a comunidade universitária, e principalmente os nossos estudantes, de um serviço essencial para o correto funcionamento das atividades acadêmicas e pedagógicas dentro do nosso campus.

 

Neste sentido, devemos exigir da Reitoria que tome todas as medidas para garantir a imediata conclusão da obra, e a imediata aquisição dos equipamentos, bem como a contratação do pessoal que tornará essa conquista algo palpável para a comunidade universitária da UENF.

 

Fonte: Jornal da Aduenf

 

 

 

Rio de Janeiro

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18 de março: Dia Estadual de Luta em defesa dos hospitais

 

                                                                                                                    Divulgação

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O Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, SinMed RJ, realizará no próximo dia 18/03, ato público em defesa dos hospitais públicos estaduais. O ato tem como objetivo denunciar o caos pelo qual passa o serviço público, em especial a área da saúde e culpabilizar os sucessivos governos que, gestão após gestão, aprofundam a crise nos hospitais com o desfinanciamento público e consequente sucateamento dos serviços.

 

O dia 18 de março foi escolhido como Dia Estadual de Luta e terá paralisação de 24h de médicos e dentistas.

 

Mais informações na página eletrônica do SinMed RJ


 

Comunidade no Rio de Janeiro luta contra remoção por causa das Olimpíadas

 

O anúncio de que a cidade do Rio de Janeiro irá sediar os Jogos Olímpicos de 2016 gerou alegria para muitos, mas também trouxe preocupação para algumas comunidades cariocas. Moradores da comunidade da Vila Autódromo, localizada na Barra da Tijuca, por exemplo, já sentem os efeitos causados pelos Jogos.

 

Isso porque o projeto apresentado pela prefeitura da cidade ao Comitê Olímpico Internacional (COI) prevê a construção de equipamentos destinados ao evento justamente onde está a comunidade. Conforme o projeto, a paisagem do local mudará completamente: no lugar de casas, haverá uma praça de treinamento e um centro de mídia.

 

Confira a íntegra da entrevista em Adital


 

Cidade para além dos cartões-postais

 

 

Movimentos sociais realizam, de 23 a 26 de março, no Rio de Janeiro, o Fórum Social Urbano. O evento ocorre paralelamente ao 5º Fórum Urbano Mundial, realizado na cidade entre os dias 22 e 26. Organizado a cada dois anos pela Agência Habitat da Organização das Nações Unidas (ONU), o Fórum Urbano Mundial é considerado o principal evento de urbanismo do mundo e deve reunir, neste ano, cerca de 50 mil pessoas.

 

Militantes dos movimentos sociais, porém, afirmam que todas as edições do encontro têm sido dominadas pelas delegações oficiais e pela agenda de organizações como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Aliança de Cidades, entre outras. A fórmula não abre espaço, assim, ao debate sobre a lógica da cidade-empresa e da cidade-mercadoria.

 

O Fórum Social Urbano pretende, portanto, questionar a falta de participação popular nas decisões sobre os rumos das cidades e debater os principais problemas vividos nos centros urbanos, discussão que se torna mais urgente em época de preparação para as Olimpíadas na capital fluminense e para a Copa do Mundo em 12 capitais.

 

Confira a íntegra da entrevista no Jornal Brasil de Fato

 


Quinze dias sem Gisela

 

                                                                                                                          Jornal O Cidadão

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Lágrimas nos olhos, blusa com o rosto de Gisela estampado, cartazes e faixas nas mãos. Para que falar? A dor se expressa no corpo cansado e no andar vagaroso, que às vezes se apressa ao toque de um telefonema. O ar sufoca, mas é mais um trote, mais uma pista falsa. Esse é o retrato de Wallace de Jesus desde o desaparecimento de sua filha Gisela de Andrade, de 8 anos, há quinze dias. Para dar visibilidade a esta dor imensurável, a família organizou, nesta quinta-feira (11/3), uma manifestação em frente à Escola Municipal Bahia, próximo ao local onde a menina foi vista pela última vez. De acordo com Wallace, ainda não há avanços nas investigações sobre o caso. 

 

Durante o ato, a família exibiu o retrato falado do suspeito de ter levado Gisela. Pela descrição apresentada pela 21ªDP (Bonsucesso), o homem tem cerca de 50 anos, é negro, magro, mede 1,68m de altura, tem olhos escuros e cabelos brancos. "A gente não pode deixar as pessoas esquecerem a Gisela. Queremos chamar a atenção do presidente Lula, do governo, para que o caso da minha neta não fique sem solução. Onde ela estiver eu creio que vamos achar", afirmou Maria de Lurdes Cavalcante.

 

Leia mais em marcelofreixo.com.br

 

 

  

Brasil

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Depoimentos de estudantes cotistas encerram audiência pública no STF

 

                                                                                                                          Divulgação

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No Supremo Tribunal Federal (STF), a tarde do terceiro e último dia de audiência pública sobre ações afirmativas de acesso ao ensino superior, na sexta-feira passada (5/3), foi marcada pelo relato das diversas experiências com cotas raciais e sociais em instituições brasileiras. Na programação inicial, no entanto, não estavam previstos depoimentos de estudantes cotistas. Atendendo a pedidos do coletivo estudantil Denegrir, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), o ministro Ricardo Lewandowski abriu espaço para que o estudante Moacir Carlos da Silva, o Cizinho, fizesse uma apresentação.

 

Cizinho agradeceu o espaço. “É uma grande responsabilidade estar aqui e falar para o Brasil inteiro. Minha avó não teve fala, minha tataravó nem sei quem foi, nem minha bisavó.” O estudante, de 38 anos, afirmou ser o primeiro de sua família a ingressar na universidade, algo que, segundo ele, seria impossível sem a política de cotas. O estudante afirmou que “houve um abismo grande” entre os defensores e os críticos das cotas, que apresentaram argumentos “anacrônicos”. “Nós falamos do que já está acontecendo. A tal disputa racial não veio. E por prática, em questões de estágio, emprego, violência da polícia, nós sabemos que só cotas sociais não resolvem o problema. A gente não consegue sair da base da pirâmide por uma questão racial.”

 

Leia mais aqui


3ª Ação Internacional da Marcha

Mundial das Mulheres

 

                                                                                                                                       João Zinclar

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Entre os dias 8 e 18 de março, a Marcha Mundial das Mulheres organiza sua 3ª Ação Internacional no Brasil. Neste período, 3 mil mulheres de todas as regiões do país farão uma caminhada entre dez cidades, de Campinas a São Paulo, para dar visibilidade à luta das mulheres brasileiras e reivindicar mudanças em suas vidas.

 

A Ação começou no Dia Internacional das Mulheres (8/3), em um grande ato público no Largo do Rosário, no centro de Campinas, e termina em São Paulo, no dia 18, em um ato na Praça Charles Miller.

 

O lema das mobilizações é “Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres”, e suas reivindicações se baseiam em quatro campos de ação: autonomia econômica das mulheres; bens comuns e serviços públicos; paz e desmilitarização; e violência contra as mulheres.

 

Esta Ação faz parte de uma grande mobilização internacional que vai até o dia 17 de outubro. Estão programadas atividades em 51 países, entre eles Canadá, Colômbia, França, Espanha, entre outros. O encerramento será em Kivu do Sul, na República Democrática do Congo.

 

Confira a íntegra da entrevista na página do MST


 

Rede de comunicadores em apoio à Reforma Agrária e aos movimentos sociais

 

Está em curso uma ofensiva conservadora no Brasil contra a reforma agrária, e contra qualquer movimento que combata a desigualdade e a concentração de terra e renda. E você não precisa concordar com tudo que o MST faz para compreender o que está em jogo. Uma campanha orquestrada foi iniciada por setores da chamada “grande imprensa brasileira” – associados a interesses de latifundiários, grileiros - e parcelas do Poder Judiciário. E chegou rapidamente ao Congresso Nacional, onde uma CPMI foi aberta com o objetivo de constranger aqueles que lutam pela reforma agrária.

Lute pela reforma agrária no Brasil!

 

Leia o manifesto completo no Núcleo Piratininga de Comunicação

 


Morre o cartunista Glauco

 

                                                                                                   Reprodução Internet

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Na madrugada desta sexta-feira, dia 12, o cartunista Glauco Villas Boas e seu filho Raoni, de 25 anos, foram assassinados durante uma suposta tentativa de assalto à residência da família em Osasco, SP. Glauco era um dos maiores cartunistas políticos do Brasil e trabalhava no jornal Folha de São Paulo. A polícia investiga o caso. A charge acima foi a última publicada no veículo, no dia 09/03.

 

Carreira - Glauco é conhecido por suas charges publicadas desde 1977 no jornal Folha de São Paulo. Criador de personagens como Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge, Geraldinho e Geraldão, seu ingresso no jornalismo se deu nos anos 70, graças ao jornalista Hamilton Ribeiro, que dirigia o "Diário da Manhã", em Ribeirão Preto, e tirou o paranaense da fila do vestibular para Engenharia.

 

Alguns anos mais tarde, em 1976, a premiação no Salão de Humor de Piracicaba abriu as portas do jovem cartunista para a grande imprensa. Em 1977, Glauco começou a publicar suas tiras esporadicamente na Folha de S. Paulo. A partir de 1984, quando a Folha dedicou espaço diário à nova geração de cartunistas brasileiros, Glauco passou a publicar suas charges periodicamente.

 

Com informações de JC Online e Agência Brasil

 

 

Mundo

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União Europeia normaliza relações com Honduras e recebe críticas de movimentos sociais

Para organizações da Frente Nacional de Resistência Popular (FNRP), atitude da UE demonstra "hipocrisia" e desrespeito ao povo hondurenho

 

Entre 21 e 26 de fevereiro, foi retomada em Bruxelas, Bélgica, a negociação do Acordo de Associação (AdA) entre a União Europeia e a América Central, suspensa havia mais de oito meses por causa do golpe de Estado em Honduras. Apesar do alerta lançado nas semanas anteriores por diversas organizações hondurenhas e internacionais, denunciando as repetidas violações dos direitos humanos sofridas por membros da Frente Nacional de Resistência Popular (FNRP), a comissão negociadora da UE decidiu normalizar as relações com Honduras, convidando o novo governo a participar da rodada de negociações e reconhecendo o direito do país de voltar aos fóruns internacionais.

 

"Acreditamos que é preciso reconhecer a realidade das coisas e ser pragmático. Não podemos excluir um país de modo permanente", disse o embaixador da UE para a América Central, Mendel Goldstein, que conversou com o Opera Mundi durante uma entrevista coletiva na qual foram apresentados os resultados da rodada de negociações.

 

Reações

 

Para as organizações que formam a FNRP, estas explicações demonstram a "hipocrisia" da União Europeia. Bertha Cáceres, diretora do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH) e membro ativo da FNRP, declarou ao Opera Mundi que, "se a UE reconhece uma das eleições mais fraudulentas e militarizadas da história do país, na prática junta-se à ação golpista".

                                                                                                                                             

Leia a matéria completa em Brasil de Fato


 

Mais de 1 milhão de pessoas continuam

desalojadas no Haiti

                                             

                                                                                               Marcello Casal Jr./ABr                                       

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Quase dois meses após o terremoto de 7,2 graus na escala Richter que atingiu a Haiti, mais de 1 milhão de pessoas permanecem desalojadas e o país continua dependendo de ajuda internacional. As informações são da agência de notícias portuguesa Lusa.

 

Autoridades locais pedem reforço no envio de tendas. De acordo com o Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 520 mil haitianos foram levados para abrigos de emergência – apenas 40% do total de desabrigados.

 

Leia a matéria na íntegra em Agência Brasil

 


Novo tremor atinge o Chile minutos antes de posse do novo presidente

                                                                                                                   

Minutos antes de assumir o governo do Chile, o novo presidente Sebastián Piñera (Alianza) e todas as autoridades presentes à cerimônia de posse passaram por um susto no dia 11 na cidade de Valparaíso, a 120 quilômetros da capital, Santiago. Houve um terremoto de 7,2 graus na escala Richter e alerta de tsunami na região. A área mais afetada foi novamente o Sul do país, onde fica a cidade de Concepción, a segunda maior do Chile. As autoridades decidiram transferir parte da solenidade de posse para a capital.

 

 

  

Cultura

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Cinema e Política: mostra e seminário

 

                                                                                                     Reprodução

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Processos revolucionários, libertação nacional e movimento sindical são alguns dos temas que compõem a mostra de cinema e política do Centro Cultural da Justiça Cultural. Após a exibição dos filmes, haverá debate. A atividade terá início nesta terça-feira, dia 16, com o filme “Madres de Plaza de Mayo: Memória, Verdade, Justiça”, de Carlos Pronzato, a partir das 15 horas. Confira a programação completa: http://www.ccjf.trf2.gov.br/prog/prog.htm


 

16 de março: Dia Mundial do Teatro do Oprimido

 

                                                                                                              Reprodução

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Nesta data em que se comemora o dia de nascimento de Augusto Boal, mais de 70 países celebram o Teatro do Oprimido. No Rio de Janeiro o CTO realiza evento público de 10 as 22h, em sua sede, na Av. Mem de Sá 31, Lapa. No programa: peças teatrais, shows musicais, poesias, performances, exibição de vídeos, a instalação “O Ser Humano no Lixo”, exposição de pinturas, exposição de parte do acervo do Instituto Augusto Boal, além da homenagem Viva Boal que vai celebrar os 79 anos que neste dia completaria o criador do Teatro do Oprimido. O CTO também realiza um evento em Natal, no Rio Grande do Norte.


Domingo é dia de cinema 

 

                                                                                                             Reprodução

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Neste domingo (14/3), às 9h, a luta da mulher trabalhadora será o destaque no especial de 10 anos do "Domingo é dia de cinema". Após a exibição do filme "Libertárias", escrito e dirigido por Vicente Aranda, acontece o debate intitulado A liberdade da mulher é condição fundamental para a libertação de toda a humanidade. A sessão de cinema é promovida há 10 anos no Cine Odeon para alunos de pré-vestibulares comunitários do Rio de Janeiro.

 

 

 

.CONTATOS.


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Notíci@Sintuperj

Publicação do Sindicato dos Trabalhadores

das Universidades Públicas Estaduais - RJ.

 

Coord. Comunicação Sindical: Rosalina Barros e Denize Santa Rita

Cons. Editorial: Alberto Dias Mendes, Denize Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da Silva, Jorge Luís Mattos de Lemos (Gaúcho), Rosalina Barros, Sandro Hilário e Tânia Niskier

Jornalista Resp.: Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Jornalistas: Camila Marins (MTB. 47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)

Programação Visual: Arthur William

 

 

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