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Notíci@Sintuperj
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Nº 93
(20/03/10)
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Sindicato dos
Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ
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Notícias do Sintuperj
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Secretário
dá bolo no reajuste e oferece cafezinho
Oito anos sem reajuste
salarial. Rumo à assembleia conjunta.
Unidos somos mais
fortes!

Após quatro anos de promessa do governo Cabral
por reajuste salarial, o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre
Cardoso, só tem café para oferecer aos trabalhadores. Esta foi a resposta dada pelo secretário nesta sexta-feira, dia
19, quando questionado ao telefone pelos dirigentes do Sintuperj. De acordo
com o coordenador geral do sindicato, Jorge Luís Mattos de Lemos, “Gaúcho”,
o secretário havia se comprometido, em reunião com Sintuperj e Asduerj com
a presença do reitor, Ricardo Vieiralves, realizada no dia 26 de fevereiro,
que só poderia dar uma resposta à reivindicação dos trabalhadores a partir
do momento que tivesse uma avaliação sobre a arrecadação do Estado. “Agora,
numa política vergonhosa, típica do governo Cabral, o secretário afirmou
que seria difícil sair o reajuste devido à possibilidade de corte da
receita relativa aos royalties do petróleo”,
declarou Gaúcho.
A cada reunião,
Alexandre Cardoso, ironicamente, usa uma justificativa diferente para não
se posicionar diante do reajuste salarial, direito reivindicado há oito
anos pelos trabalhadores. Mesmo diante desta atitude, Gaúcho pressionou o secretário
e solicitou uma reunião na Secretaria. Em resposta ao dirigente sindical,
Alexandre Cardoso apenas respondeu: “Vocês podem até vir à Secretaria, mas
não temos nada para oferecer aos trabalhadores da Uerj. A não ser que vocês
queiram vir tomar um cafezinho”. Esta resposta ignora a história de luta
dos trabalhadores da Uerj que reivindicam há anos um reajuste e demonstra a
total falta de respeito do governo do Estado com a comunidade. Os
trabalhadores não querem cafezinho, querem reajuste e não desanimam com
este posicionamento da Secretaria.
Ainda segundo “Gaúcho”, Alexandre Cardoso
informou que só teria uma resposta em dez dias quando, de acordo com o
secretário, a questão dos royalties seria
resolvida. “É mentira! Esta é mais uma mentira, porque o projeto dos royalties ainda precisa ir para o Senado e terá no
mínimo 45 dias para ser votado”, declarou o ”Gaúcho”.
Juntos,
somos fortes!
Não aceitamos esta falsa resposta do governo
que tenta nos enganar há quatro anos. Estamos há oito anos sem reajuste com quase 100% de perda
salarial. Neste momento, unidade é fundamental para que nossa luta se
fortaleça! Não permitiremos estes argumentos mentirosos desta política de
descaso do governo Cabral com o trabalhador. Por isso, é fundamental a
participação dos trabalhadores nas mobilizações, nos atos e nas
assembleias. Até quando Cabral vai pensar que nos engana? Unidos somos
fortes! Rumo à assembleia conjunta!
Até quando o
governador vai
enganar a população?
Cabral derrama lágrimas
pelo dinheiro dos royalties, mas não dá atenção
aos direitos básicos da
população.
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Blog Produto Coletivo
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Nos últimos dias, o governador do Estado,
Sergio Cabral, tem conseguido, com o apoio explícito da mídia burguesa,
veicular a imagem de um político comprometido com a defesa dos interesses
do Rio de Janeiro e da sua população. Chegou a tal
ponto a sua falsidade e demagogia que conseguiu derramar lágrimas, enquanto
discursava sobre a proposta de mudança da distribuição dos royalties de petróleo entre os entes federativos.
Há uma polêmica entre a distribuição
igualitária ou direcionada aos Estados produtores, nos quais o Rio de
Janeiro está inserido. Mas por quem ou por que Cabral chora? Por que não
chorou antes? Por que não chora quando morrem pacientes nas filas dos
hospitais públicos estaduais? Ou que não têm acesso à medicação de que
necessitam? Por que não se compadece por crianças e jovens que não têm
acesso à educação devido à falta de vagas nas creches e escolas? Ou pela
privatização do transporte público e o descaso do metrô com os passageiros?
De quem é a covardia ao não reajustar os salários dos servidores públicos e
ao chamar os médicos de vagabundos? Cabral não chora pelos reais problemas
de nosso Estado. Cabral não chora pela garantia dos direitos básicos da
população. Cabral não chora pelos interesses dos trabalhadores.
Isso porque o governo, nos últimos anos, NÃO utilizou o dinheiro dos royalties nas áreas de saúde, educação, transporte. É
completamente inaceitável o teatro de lágrimas feito pelo governador e
apoiado pela mídia burguesa diante do atual quadro de desmonte do serviço
público do Rio de Janeiro. Exemplos não nos faltam, já que a própria Uerj é
um deles: não temos reajuste salarial há quase dez
anos; faltam concursos públicos e o processo de sucateamento do Hospital
Universitário Pedro Ernesto (Hupe) é cada vez maior.
Com a descoberta do
pré-sal, olhares internacionais têm recaído sobre o País. Precisamos ficar
atentos a este tipo de intervenção, já que isto pode significar leilões,
sucateamentos e mais privatizações. Defender a soberania nacional significa
avançar rumo à construção de um projeto de nação que indique o rumo de uma
sociedade igualmente livre, democrática e solidária.
Reitor e
diretor do Hupe não comparecem
em audiência pública
Uma semana depois,
reitor, mais uma vez, não aparece para debater com trabalhadores e
estudantes a situação do Hospital Universitário

Em mais uma demonstração de descaso com a
universidade, o reitor, Ricardo Vieiralves, não compareceu à audiência
pública realizada nesta quinta-feira, dia 18, na Assembleia Legislativa do
Rio de Janeiro (Alerj). Já na abertura, o deputado estadual Comte Bittencourt (PPS) leu uma nota do reitor informando
que, devido a outros agendamentos, não poderia comparecer ao plenário da
Casa Legislativa. Seguindo o mesmo caminho de Vieiralves, o diretor do
Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), Rodolfo Acatauassú, compareceu
à Alerj, mas não participou da audiência. Mesmo
com a bancada formada por servidores técnico-administrativos, estudantes e docentes, Rodolfo preferiu se esquivar do
debate e no momento em que percebeu a ausência do reitor foi embora.
Contudo, mesmo sem a presença dos
representantes do hospital universitário e da reitoria, a audiência pública
foi mantida. Em todas as intervenções, não faltaram denúncias sobre o
desrespeito de Vieiralves. “Esta é mais uma tentativa de esvaziar e fugir
do debate da minuta que abre brechas para a privatização do Hupe. Queremos
discutir de maneira séria para, então, esgotar e levar a fundo o debate
sobre a crise e o sucateamento pelos quais o hospital passa”, enfatizou o
coordenador geral do Sintuperj, José Arnaldo Gama.
A estudante, Caroline Castro, deixou claro todo
o processo de discussão da minuta que prevê uma possível entrada das
Fundações de Direito Privado e outras formas de privatização no Hupe. “Nós
queremos discutir e não temos medo do debate. Que o reitor se coloque,
porque nós não queremos e não aceitamos privatização”, ela afirmou,
lembrando que a minuta foi colocada na pauta do Conselho Universitário
(Consun) em época de férias dos estudantes.
Leia a
matéria completa na nossa página eletrônica
Assembleia decide manter estado de greve
Próxima assembleia deverá ser em conjunto
com a Asduerj no dia 30/03
Mariana
Gomes

Os trabalhadores da Uerj, reunidos em
assembleia promovida pelo Sintuperj, no último dia 16/03, decidiram manter
o estado de greve. Outra deliberação foi o indicativo de assembleia
conjunta com a Asduerj no dia 30/03. A assembleia tinha como pontos de
pauta: informes, avaliação, minuta de autonomia do Hupe e Campanha Salarial
2010.
A assembleia do dia 16 foi realizada por
deliberação da última assembleia dos trabalhadores, realizada no dia 03/03.
Na ocasião, foi explicado à categoria que o secretário de Ciência e
Tecnologia, Alexandre Cardoso, só iria se
posicionar sobre uma proposta de reajusta a partir de 15 de março, quando
ele teria o resultado da arrecadação do estado no primeiro bimestre. Mesmo
assim, por deliberação de assembleia, os trabalhadores optaram por se
reunir no dia 16, acreditando na possibilidade de obtenção de alguma
resposta de Alexandre Cardoso.
Como já era esperado, o
secretário não entrou em contato com o Sintuperj. “Telefonamos hoje para a
Secretaria de Ciência e Tecnologia e ainda não há nenhuma posição com
relação a isso”, informou o coordenador geral do Sintuperj, Jorge “Gaúcho”.
Leia a
matéria completa e as deliberações na nossa página eletrônica
Educomunicação: alunos do curso
pré-vestibular lançam
boletim

Nesta terça-feira, dia 16, o professor Lívio Vieira e seus alunos do curso pré-vestibular do
Sintuperj lançaram a primeira edição do Boletim de Química. “A leitura é
uma atividade que deve ser praticada a todo momento.
Através do acúmulo de conhecimento, somos capazes de formular respostas e
criar novos questionamentos”, explicou o professor Lívio.
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Acontece na
Uerj
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Uerj abre
inscrições para oficinas de arte
Estão abertas as inscrições para a oficina de contação de histórias da Uerj. A oficina faz parte do
projeto “Artista Visitante”. As inscrições podem ser feitas de segunda a
sexta-feira, das 10 às 18 horas, diretamente na Coordenadoria de Artes (Coart), Centro Cultural da Uerj, localizado na avenida
São Francisco Xavier, 524, Maracanã. A comunidade interna da universidade
pode participar gratuitamente, pagando apenas uma taxa de matrícula de R$10. Já professores da rede pública de ensino pagam
uma taxa única de R$20. Todos os cursos e oficinas
começam no dia 5 de abril. Para mais informações,
o telefone da Coart é 2334-0625, ou pelo e-mail: coart_uerj@yahoo.com.br.
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Ronda nos Campi
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Uenf discute
consórcios internacionais
Foi realizado na Uenf, entre os dias 15 e 18, o
encontro anual do consórcio Capes/Fipse, Estudos Socioambientais, migratórios e ambientes. Coordenado
pelo professor Marcos Antonio Pedlowski, a atividade teve o objetivo de
discutir e avaliar a evolução das parcerias internacionais da universidade.
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Rio de Janeiro
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A passeata
de Cabral
Sérgio Cabral organizou
a passeata “Contra a covardia, em defesa do Rio” com direito a cobertura da
rede Globo em tempo real, anúncios nas barcas, centenas de ônibus vindos do
interior e shows gratuitos
Samuel Tosta (Agência
Petroleira Notícias)

“O Estado do Rio de Janeiro vai falir! Adeus,
Copa do Mundo e Olimpíada!” – frases como essas são repetidas em cada
esquina, desde que foi aprovada na Câmara de Deputados a Emenda Ibsen
Pinheiro (PMDB-RS), que refaz a divisão dos royalties
do petróleo de forma injusta, causando grande prejuízo a dois estados
produtores –
Rio de Janeiro e Espírito Santo, em benefício dos demais.
Mas por que os brasileiros têm que brigar entre
si, disputando, no máximo, 15% dos recursos provenientes do petróleo a ser
extraído (parcela destinada aos royalties)? Essa
disputa não pode nos cegar! Enquanto os estados brigam pela parte menor, a
maior porcentagem fica para as multinacionais do petróleo. A grande questão
que não tem sido discutida nesse meio é a privatização do petróleo
brasileiro. Enquanto Sérgio Cabral promove manifestações contra
redistribuição dos royalties, a população nem
sequer sabe o destino deste dinheiro. Será que ele vem sendo investido em saúde, educação, transporte de qualidade,
segurança pública, meio ambiente e todas os setores necessários para
melhoria da qualidade de vida da população?
Além disso, vale citar que, quando uma manifestação é conduzida por trabalhadores, estudantes e
camponeses, imediatamente a grande mídia e o próprio estado trata de
transformá-los em criminosos. Nesse caso, como a passeata foi convocada
pelo governo do estado, as emissoras de TV e todos os jornais resolveram
noticiar em capa e enaltecer a iniciativa de Sérgio Cabral. Não foi à toa
que, segundo o Jornal Nacional (da rede Globo), havia cerca de 90 mil
pessoas na passeata, já o Jornal da Globo
(transmitido no fim da noite) noticiou a presença de 150 mil pessoas. De
acordo com a Polícia Militar, calculou 50 mil manifestantes. Falhas
estatísticas como estas demonstram o desejo da imprensa carioca de mascarar
o real problema: o petróleo não é dos brasileiros, e sim das multinacionais,
por isso, o pouco que resta é disputado ferrenhamente pelos estados
brasileiros.
*Com trechos da Agência
Petroleira de Notícias
O caso Vágner Love
Por
Renato Prata para o site Fazendo Media

Mais uma vez a hipocrisia e o cinismo ficaram
mais do que evidentes no caso que envolveu o jogador do Flamengo, Vágner Love. Como teimam em
fazer com todos aqueles que se mantêm fiéis às suas raízes mais humildes, a
grande mídia tenta denegrir, marginalizar e intimidar o jogador. Tudo isso
pelo simples fato de Vágner ter ido a um baile na
comunidade da Rocinha. Essa simples atitude foi suficiente para que
houvesse uma tentativa de associá-lo ao tráfico de drogas; um verdadeiro
absurdo!
Aliás, se fosse possível dar um conselho ao Vágner, na também absurda suposição de que ele estaria
envolvido com o tráfico, o conselho seria o seguinte: Vágner,
se você realmente pensa em traficar drogas para ganhar dinheiro, não vá
para a Rocinha e nem para nenhuma outra favela ou morro do Rio de Janeiro.
Ali funciona apenas a parte do varejo das drogas;
como se fossem pequenas barraquinhas que vendem no varejão. Se a sua
intenção é enriquecer com as drogas, vá morar em algum condomínio de luxo
da Barra, de Ipanema ou compre uma daquelas mansões de Angra dos Reis; lá a
venda é no atacado. São nesses lugares que o tráfico realmente dá muito
dinheiro e você não corre risco algum da polícia entrar metendo o pé na
porta para lhe prender ou executar. Entendeu, Vagner?
Numa pergunta que mostra o tamanho da hipocrisia
da grande mídia, um repórter perguntou ao Vagner se ele tinha visto alguém
armado quando estava na Rocinha. Ora, até a pessoa mais imbecil e idiota da
face da Terra sabe que em qualquer favela que tem tráfico de drogas é comum
a presença de indivíduos armados. A pergunta que todos nós deveríamos
fazer, e que não seria dirigida ao Vágner, é:
como essas armas chegaram até lá? Mas nesse caso, a resposta não iria agradar aos donos do poder midiático,
pois eles teriam que acusar aqueles que são, para eles, os exemplos máximos
de Civilização: Estados Unidos, Suíça, Alemanha, Israel, etc. Que são, na
verdade, os maiores produtores de armas do planeta. E se essas armas são
produzidas legalmente, então todas elas possuem numeração de série para que
haja controle na venda e na produção. O que significa que quem produz sabe
muito bem para onde, para quem e qual quantidade está sendo vendida. Saber
como e por que essas armas estão chegando aqui é que é a grande questão.
Leia o
artigo completo aqui:
http://www.fazendomedia.com/?p=2889
Começa nesta
segunda-feira o
Fórum Social
Urbano no Rio

Entre os dias 22 e 26 de março, organização e
movimentos sociais promovem o Fórum Social Urbano. O evento ocorre em paralelo
ao Fórum Urbano Mundial, que ocorre também no Rio de Janeiro. O tema do FSU
é "nos
bairros e no mundo, em luta pelo direito à cidade, pela democracia e
justiça urbanas". As atividades estão divididas em quatro eixos
temáticos: "criminalização da pobreza e violências urbanas";
"megaeventos e a globalização das cidades"; "conflitos socioambientais na Cidade e Justiça Ambiental"; e,
finalmente, "grandes projetos urbanos e lutas em áreas centrais e
portuárias". Para a abertura do evento haverá uma manifestação com
concentração às 9h na Candelária.
O FSU será realizado no Centro Cultural da Ação
da Cidadania Contra a Fome, que fica na Av. Barão
de Tefé, 75, Saúde (centro do Rio).
Mais informações na página forumsocialurbano.wordpress.com
Fonte: Justiça Global
Abertas as
inscrições para
Prêmio
Pontos de Mídia Livre
Pontos
de Cultura e/ou organizações não governamentais
sem fins lucrativos que desenvolvem ou apoiam projetos de comunicação
compartilhada e participativa podem concorres. Serão selecionadas 60
iniciativas em duas categorias: regional/nacional,
20 prêmios de R$ 100 mil, e local/estadual, 40
prêmios de R$ 50 mil. As inscrições estão abertas até 9
de abril. Mais informações: (61) 3901-3907 e cidadania@cultura.gov.br.
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Brasil
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A herança de
luta trazida ao
Brasil no
mês da mulher
Aleida Guevara, filha mais
velha de Che Guevara, veio ao Brasil para de diversas atividades dos 100
anos do Dia Internacional da Mulher promovidas
pela Marcha Mundial de
Mulheres

Durante o mês de março, chamado de mês da
mulher, a Marcha Mundial de Mulheres organizou uma jornada de caminhadas,
debates e palestras sobre diversos temas relacionados ao feminismo, à
justiça e aos direitos humanos. Mulheres de várias partes do mundo
estiveram presentes, entre elas, Aleida Guevara,
filha mais velha do segundo casamento do revolucionário argentino Che
Guevara.
Aleida é pediatra, mora em
Cuba e já participou de brigadas de solidariedade na Nicarágua, em Angola e
no Equador, onde atuou como médica voluntária. Durante a marcha, a filha de
Che Guevara lembrou frases ditas por seu pai e destacou que a luta pela
igualdade social não pode parar. Aleida falou
sobre a saúde em Cuba, país que hoje conta com um médico para cada 150
habitantes - no Brasil esse número é de um médico para cada 600 habitantes
-, falou também sobre políticas voltadas para as mulheres cubanas, como por exemplo a licença paritária
de 12 meses e a descriminalização do aborto. A médica declarou que ainda
existe machismo em Cuba e que a luta pela igualdade de direitos para homens
e mulheres é diária. Em Cuba a bancada feminina no parlamento é de cerca de
45%, a segunda maior do mundo.
Durante as várias palestras ministradas, a
filha de Che fazia um chamado especial às mulheres “Lutemos para que nossos
filhos tenham um mundo melhor do que o nosso. Lutemos até a vitória,
sempre”. A médica também definiu a palavra socialismo: “Socialismo é quando
temos direito a terra onde pisamos e ela se
converte em tesouro que usamos para alimentar nossos filhos. Quando homens
e mulheres caminham juntos em igualdade de direitos. Quando liberdade não é
somente um slogan”.
Rede de
comunicadores pela
reforma agrária lança blog

Foi criado um blog em
defesa da reforma agrária por comunicadores populares que apóiam o
movimento e contra a criminalização dos movimentos sociais. Acesse aqui o blog: http://www.reformaagraria.blog.br
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Mundo
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Juiz boliviano
determina abertura de
arquivos da ditadura militar
Com a decisão, as
Forças Armadas deverão entregar a documentação correspondente ao governo de
Luis Garcia Mesa, nos anos 80, para procuradores que investigam a
desaparição dos ex-dirigentes da esquerda boliviana
O oitavo juiz de instrução da Vara Penal de La Paz (da cidade de La Paz,
na Bolívia), Roger Valverde, ordenou a abertura
dos arquivos militares correspondentes ao governo de Luis Garcia Mesa, na
década de 80. Com a decisão adotada nessa quarta-feira (3), as Forças
Armadas deverão entregar toda a documentação exigida pelos procuradores do
Ministério Público que investigam a desaparição dos ex-dirigentes da
esquerda boliviana.
Entre eles estão Marcelo Quiroga
Santa Cruz, Renato Ticona e Juan Carlos Flores Bedregal, cujos corpos nunca foram encontrados.Para o
procurador Milton Mendoza, “a resolução é
alentadora porque permite a investigação acessar os documentos sem ter que
recorrer à autoridade judicial a cada passo”. A decisão do juiz Valverde, apesar de permitir o acesso dos procuradores
aos documentos, determina também que seu conteúdo não seja divulgado.
Em meados de fevereiro deste ano, o presidente
da Bolívia, Evo Morales, pediu a Justiça que
abrisse todos os arquivos referentes à ditadura militar no país, que durou
de 1964 a 1982.
Fonte: Agência Brasil de Fato
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Cultura
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Cine rebelde
tem início
A Cooperativa de
educação popular Movemente, convida todos para o
I Festival Internacional de Cine-Rebelde que acontecerá entre os dias 19 e
26 de março no Rio de Janeiro, com exibições de filmes, oficinas e debates,
franqueados ao público. Em busca de formas de rebeldia atuais, nos juntamos
aos que ocupam a cidade, contrapondo-se a privatização dos espaços. O
Cine-Rebelde questiona a segregação e aposta no encontro, realizando-se em
locais de referência aos movimentos sociais e em salas do circuito
alternativo de cinema. Consideramos o cinema como um dispositivo poderoso
para contribuir na discussão. Como destaque, a estréia de dois filmes de
jovens cineastas brasileiros.
Confira a programação
em http://www.festivaldecinerebelde.blogspot.com/
Bloco “Maria
vem com as outras”
sai às ruas amanhã
Deu
trabalho, mas São Pedro não deixou nosso bloco sair!
O Bloco Maria Vem com as
Outras, estreante enquanto o ultimo bloco de carnaval do Rio, não
pode sair no dia 6 de março devido às muitas e muitas águas de Março que cairam do Céu. Então convidamos todos e todas para o
último bloco, que não é qualquer bloco. Um bloco de mulheres, da luta das
mulheres e no mês das mulheres!
Sábado, dia 20/03
BLOCO Maria Vem com as Outras!
Concentração às 18h nas ruas entre o Circo
Voador e o Teatro Odisséia na LAPA
Com a bateria feminina Fina Batucada!
"Vem, vem cantar
Maria vem com as outras! Vem sambar!
Sobe essa poeira, vem se libertar
Todo mundo tem lugar"
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.CONTATOS.
Sindicato dos Trabalhadores das
Universidades Públicas Estaduais - RJ:
Rua São Francisco Xavier, 524, Bloco D, Sala
1020 Maracanã, Rio de Janeiro-RJ - CEP 20.550-013
- Tel: (21) 2587-7126 / 2234-0945 / 2234-1342
www.sintuperj.org.br - imprensa@sintuperj.org.br
- sintuperj@sintuperj.org.br
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Notíci@Sintuperj
Publicação do
Sindicato dos Trabalhadores
das Universidades Públicas Estaduais -
RJ.
Coord. Comunicação Sindical:
Rosalina
Barros e Denize
Santa Rita
Cons. Editorial: Alberto Dias Mendes,
Denize Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da Silva, Jorge Luís
Mattos de Lemos (Gaúcho), Rosalina Barros, Sandro Hilário e Tânia Niskier
Jornalista Resp.: Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Jornalistas: Camila Marins (MTB.
47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Estagiária: Mariana Gomes
Programação Visual: Arthur William
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Respeitamos seus
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