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Notíci@Sintuperj
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Nº 94
(26/03/10)
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Sindicato
dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ
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Notícias
do Sintuperj
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Depois de
oferecer cafezinho aos trabalhadores,
secretário
deixa cargo sem cumprir promessas
“Quando
vai sair o nosso reajuste salarial?”. Este questionamento foi feito ao
secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, pelo Sintuperj,
durante a inauguração da pedra fundamental do Centro Multidisciplinar de
Pesquisa em Obesidade, na sexta-feira, dia 26. Alexandre Cardoso – que
chegou ao final da solenidade – disse que a Secretaria está em negociação
com diversos órgãos, entre eles: Suderj, Uenf e Faperj.
O
secretário insistiu na justificativa da perda de parte dos royalties de
petróleo, já que o governador, Sérgio Cabral, tem usado este pretexto para
explicar as falhas de seu governo. “Precisamos esperar a solução da
situação dos royalties antes, mas o governo prevê que esteja resolvido
antes de entrar no Supremo Tribunal Federal (STF)”, ele declarou.
Questionado sobre os valores do reajuste, o secretário afirmou:
“Certamente, os índices não serão os mesmos que serão aplicados na Uenf,
porque o Plano de Carreira Docente (PCD) da Uerj exerce um impacto maior
nas contas do Estado”.
Ainda de
acordo com Alexandre Cardoso, o governo pretende negociar os precatórios da
Uerj o mais rápido possível, já que estes estão bloqueando a liberação de
outros, tendo, portanto, prioridade no pagamento. A partir do próximo dia
30, o secretário deixa a pasta devido ao processo eleitoral, haja vista que
o mesmo pretende disputar um cargo político e o subsecretário, Luiz Edmundo
Costa Leite, assumirá a Secretaria.
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“Esta
minuta é a cópia da resolução do Hospital da Universidade de Brasília
(UNB). E o hospital ainda não foi privatizado”, admitiu o reitor, Ricardo
Vieiralves
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Mariana Gomes
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No dia 25, em mais uma sessão do
Conselho Universitário, o reitor, repetidamente, fez duras críticas aos
parlamentares integrantes da Comissão e às entidades. Sobre a suposta
violação da autonomia universitária propagada pelo reitor, a bancada
pontuou: “O reitor se omitiu frente aos cortes no orçamento da
universidade, instaurou um Plano de Carreira Docente (PCD) fora daquele
construído pelo Consun. Então, nós perguntamos: quem viola a autonomia
universitária?”. Frente aos questionamentos, o reitor permaneceu calado e
não respondeu às colocações. A fuga do debate tem sido uma prática
recorrente da reitoria que também demonstra a forma autoritária como vem
tratando a comunidade universitária.
Leia a
íntegra da matéria no nosso site
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“A verdade
não pode escandalizar”, Marilena Chauí
Na manhã desta quarta-feira, dia
24/03, o reitor, Ricardo Vieiralves, divulgou uma nota na universidade,
intitulada “Em defesa da autonomia da Uerj”. Citados no documento, o
Sintuperj e a Asduerj esclarecem:
- Tanto para o Sintuperj, quanto
para a Asduerj, o necessário e salutar debate político acerca desta
instituição de ensino superior e, portanto, do Hupe ultrapassa os muros da
universidade. Trata-se da defesa do serviço público, gratuito e de
qualidade e não de uma ação político-partidária como a reitoria coloca.
Entendemos que esta não é uma discussão interna da Uerj, mas da sociedade
como um todo, sobretudo dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS);
- A Comissão de Educação da
Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) sempre apoiou a
Uerj, haja vista seu empenho na recuperação do orçamento da universidade.
Nos últimos anos, as emendas apresentadas pela Comissão amenizaram os
cortes no orçamento. Vale lembrar que a composição da Comissão é
SUPRAPARTIDÁRIA;
- O reitor foi convidado, mas não
compareceu ao ato realizado no Hupe. Neste dia (11/03), com a presença de
parlamentares, do diretor do hospital e das entidades foi decidida a
realização da audiência pública ocorrida no dia 18/03. Convidado à Alerj,
mais uma vez, o reitor não se fez presente.
- A minuta sobre o hospital foi
apresentada no dia 18 de dezembro, próximo ao recesso. Para garantir o
debate na Uerj, as entidades requereram o adiamento da votação. Foi a
mobilização dos trabalhadores e estudantes que garantiu um mínimo de
democracia e transparência da discussão.
- Na nota, o reitor acusa de forma
grave as entidades de violação da autonomia da universidade. Mas, o que é
autonomia para o reitor?
*
Construir um Plano de Carreira Docente em detrimento daquele que foi
elaborado pelo Conselho Universitário, cujo presidente é o próprio reitor?
O PCD aprovado em dezembro na Alerj foi elaborado por um fórum estranho à
Uerj. Sua composição não foi sequer divulgada. Restou à comunidade
universitária especular sobre uma parceria da reitoria com o governo do
Estado;
*
Não defender a UERJ quando o governador Sérgio Cabral impetra uma Ação
Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) impedindo o repasse de 6% da RTL
para a instituição?
*
Omitir-se diante dos constantes cortes nos orçamentos aprovados pelo
Conselho Universitário? Interpretar os 6% da receita tributária líquida
como teto e não piso para o orçamento da universidade, como define a
Constituição do Estado?
TODOS EM DEFESA DA VERDADEIRA
AUTONOMIA DA UERJ!
TODOS JUNTOS EM DEFESA DE UMA
UNIVERSIDADE PÚBLICA, GRATUITA,
DE QUALIDADE E SOCIALMENTE
REFERENCIADA!
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Precatório
103.22.1997.000.01.00.3 - Processo: 2432/88 18º Vara do Trabalho
Depois de
22 anos de espera, finalmente, foi dado início ao pagamento do processo do
atrasadão. O primeiro pagamento foi realizado no dia 16 de março, referente
ao Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe). Embora esta seja uma ação
ajuizada pelo departamento jurídico do Sindicato dos Empregados em
Estabelecimentos de Serviço de Saúde (SEESS/RJ), o Sintuperj exerceu papel
fundamental na pressão política pelo pagamento do benefício e a real
efetivação deste direito.
Leia mais
sobre o ATRASADÃO aqui
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Na tarde desta sexta-feira, dia
26, o Sintuperj foi, novamente, cobrar um posicionamento da
Superintendência de Recursos Humanos (SRH) sobre a situação dos contratados
da Uerj. Isso porque, a cada dia, aumentam o número de demissões, sejam
elas voluntárias ou involuntárias, sem qualquer respeito aos direitos
trabalhistas. A assessoria da SRH informou que está elaborando um parecer
em conjunto com a Diretoria Jurídica (Dijur) sobre esta questão e é
necessário aguardar a finalização do documento. Desde 16 de março, foi solicitada
pelo Sintuperj uma reunião com a SRH com o objetivo de analisar a situação
dos contratados e, até o momento, nenhuma data foi agendada.
Art. 9º - Aos contratados objeto
da presente Lei são assegurados o seguinte:
I – licença maternidade;
II – licença paternidade;
III – férias;
IV – verba indenizatória por
rescisão unilateral imotivada por parte da Administração.
Contratado,
veja aqui os seus direitos e leia a íntegra da Lei
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Será realizada no próximo dia 07
de abril, assembleia conjunta entre Sintuperj e Asduerj, no auditório 33,
às 15 horas. Pauta: Informes, análise de conjuntura e campanha salarial
unificada de 2010.
COMPAREÇA!
JUNTOS SOMOS FORTES!

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Acontece
na Uerj
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Capitalismo em Crise, Política
Social e Direitos
Dia
29 de março
18:30 – Abertura – SR2, Direção da
FASSO/UERJ, Coordenação do Programa de Pós-Graduação, Coordenação Nacional
do Procad
Mesa 1: (19:00 - 22:00, Auditório 71)
Crise do Capital, Política Social
e Lutas Sociais (Coordenação Alba Tereza B. de Castro - UERJ)
* Crise do Capital e Impactos para
o Fundo Público – Elaine Behring (UERJ)
* Custos da Crise e Política
Social - Ivanete Boschetti (UnB)
* Política social: universalidade
versus focalização. Um olhar sobre a América Latina - Potyara Amazoneida
P.Pereira (UnB) e Rosa Helena Stein
(UnB)
* Sociedade civil e lutas sociais
na América Latina: entre a harmonização das classes e as estratégias de
resistência - Ivete Simionatto (UFSC)
Dia
30 de Março
Mesa 2: (14:00 - 18:00, Auditório
91)
A Condição dos Direitos no
contexto da Crise: problemas teóricos e incidências particulares
(Coordenação Regina Mioto - UFSC)
* O Novo Ecletismo na Política
Social Brasileira: entre o “risco social” e a luta por direitos - Marilda
Iamamoto (UERJ)
* Política Social e Diversidade Humana:
Crítica à Noção de Igualdade de Oportunidade - Silvana Mara Morais dos
Santos (UFRN)
* Relações e Condições de Trabalho
no Universo Produtivo: escravidão contemporânea ou acumulação por
espoliação? - Severina Garcia (UFRN)
* Desigualdade Social e Concentração
de Riqueza: algumas aproximações a partir da realidade de Natal-RN - Maria
Regina de Avila Moreira (UFRN)
* Prostituição e Feminismo. Uma
Aproximação ao Debate Contemporâneo - Marlene Teixeira Rodrigues (UnB)
Organização:
Pesquisadores do Procad/UERJ e CEOI/UERJ
Apoio:
FASSO/UERJ e Programa de Pós-Graduação em Serviço Social UERJ
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Ronda nos
Campi
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"Este não é um serviço para
se gastar quase R$ 3 milhões"
Para explicar a entrega de algumas
licitações promovidas pela Uenf para obras de valor elevado, como a dos
projetos de acessibilidade, o reitor Almy Jr. disse que os vencedores foram
de fora da cidade porque "para as obras de acessibilidade não havia
arquitetos qualificados em Campos". Na época, a afirmação foi rebatida
pelo presidente da Associação Norte Fluminense de Engenheiros e Arquitetos
(Anfea), Fabrício Alvarenga. Meses depois, diante de uma vistoria da
polêmica construção do restaurante universitário, Fabrício rebate outra
vez: "se ele diz que não tem arquiteto qualificado para as obras da
Uenf, eu digo que essa obra está visivelmente mal executada. Apesar da laje
torta poder ser consertada, vai aumentar o custo final".
Dr. Fabrício visitou a construção
do restaurante universitário a convite da Somos, após denúncia de má execução de obras, fato que,
posteriormente, poderia causar perigo à vida dos estudantes. Sobre o risco
de desabamentos, Fabrício diz que não é possível afirmar nada sem analisar
profundamente a parte estrutural, pois não há como avaliar superficialmente
a qualidade da fundação. No entanto, diz: "Qualquer um consegue ver
que a obra está mal executada. Há um problema de qualidade na execução da
mesma. Este não é um serviço para se gastar quase R$3 milhões".
Fonte:
www.somosassim.com.br
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Rio de
Janeiro
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Fórum se encerra hoje após uma
semana de debates e atividades culturais que trouxeram novo fôlego à luta
por direitos humanos no Rio

Movimentos sociais e
especialistas em questões urbanas do Brasil e do mundo todo estiveram
presentes no Fórum Social Urbano (FSU), que se encerra hoje à noite. O
Fórum teve início na manhã de segunda-feira (22/03) - com um ato público
em defesa do direito à cidade – e teve como lema “Nos bairros e no mundo,
em luta pelo direito à cidade, pela democracia e justiça urbanos”. Os
eixos principais dos debates foram Criminalização da Pobreza e Violências
Urbanas, Globalização das Cidades e Conflitos Socioambientais.
Na noite de ontem, dia
25, cerca de 300 pessoas de diversos movimentos sociais e instituições
participaram da plenária do FSU. O encontro foi um marco para os que
lutam por uma cidade mais justa, com a consolidação do 25 de março como
dia de mobilização pelo direito à cidade, pela democracia e justiças
urbanas.
A plenária também aprovou
por unanimidade o texto base da “Carta do Rio”. Movimentos sociais,
instituições e indivíduos que desejarem colaborar na construção da
redação final devem enviar suas contribuições até o dia 15/04, para o
e-mail cartadoriofsu@gmail.com.
Além disso, os presentes
assumiram o compromisso de construção do II Fórum Social Urbano, em
paralelo ao próximo Fórum Urbano Mundial da UN-Habitat.
Assine
a Carta do Rio! Participe desta luta!
Link
da carta do rio AQUI
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Ato
reuniu mais de 20 familiares de vítimas da
violência
policial do Rio de Janeiro
Alexandre Magalhães (Rede Contra Violência)

“Hoje eu pude ver de
perto o grande contraste social que existe. Aqui no Cristo Redentor vi a
maravilhosa vista e a riqueza que é essa cidade, mas vi também, e de tão
perto, a dor de tantas outras mães cariocas que perderam seus filhos na
mesma situação que eu”, palavras de Francis Martin, mãe de Joseph Martin,
norte americano que foi assassinado pela polícia quando comemorava o
aniversário de 30 anos com os amigos na Lapa, em 2007.
O ato realizado domingo,
dia 21 de março, reuniu mais de 20 familiares de vítimas da violência
policial no Rio de Janeiro, conseqüência da ineficaz política pública de
segurança. A manifestação chamou a atenção de cerca de 400 turistas que
visitavam o mais famoso cartão postal da cidade.
Por coincidência, o
embaixador dos Estados Unidos Thomas Shannon (Brasília, DF), que visitava
o Cristo naquele momento, leu os cartazes e foi conversar com a mãe e a
tia de Joseph, Liz Martin. Segundo ele, este caso já é de conhecimento da
embaixada. “A principal preocupação da embaixada norte americana é
proteger os cidadãos americanos que residem no Brasil. Prometemos
continuar acompanhando de perto o julgamento do policial civil”.
Todos os que passavam
pelas mães, paravam, liam os cartazes e se emocionavam com cada história
que ouviam, “Como é que podem existir tantas diferenças sociais neste
mundo? Uma criança era apenas uma criança” - dizia uma turista se
referindo ao caso de Matheus Rodrigues, de oito anos, morto por Policiais
Militares na Maré, em 2008.
O objetivo do protesto
foi chamar a atenção dos representantes governamentais e dos turistas
para tamanho desrespeito aos moradores de favela, além disso, mostrar que
a dor de todas estas mães, independente do local onde vivem ou classe
social, é igual. "Lutamos há mais de 20 anos, o nosso pedido é de
justiça", disse Patricia Oliveira, da Rede de Comunidades Contra
Violência". O julgamento do policial que matou Joseph Martin, será
nesta terça-feira, dia 23 de março, às 12:30h no Terceiro Tribunal do
Júri.
*Por Gizele Martins d'O
Cidadão
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A privatização e
precarização dos transportes coletivos no Rio de Janeiro é o tema do
debate que será promovido pelo Sindicato dos Engenheiros do RJ
(Senge-RJ), no próximo dia 30 de março, a partir das 18h30. Participam da
mesa de debates os deputados estaduais Gilberto Palmares e Alexandre
Molon, ambos do PT, e o engenheiro de transportes Fernando Mac Dowell.
O evento é promovido pelo
Senge/RJ e pela CUT-RJ. O sindicato fica na Av. Rio Branco, 277, 17º
andar, na Cinelândia, no centro do
Rio.
Fonte:
Agência Petroleira de Notícias
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O livreto traz
orientações sobre os direitos e os deveres do cidadão em situações de
abordagem policial e foi uma iniciativa do Coletivo Visão da Favela
Brasil, grupo coordenado pelo rapper Fiell. “A ideia surgiu durante os
encontros da oficina de direitos humanos que promovemos por quase um ano
na comunidade, em parceria com organizações e com a Comissão de Direitos
Humanos da ALERJ”, conta.
A
cartilha está disponível para download na Internet aqui
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Brasil
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O Movimento Paulista de
Solidariedade a Cuba vem a público demonstrar a sua indignação com a
campanha orquestrada e imposta pela “grande” imprensa brasileira que,
reiteradamente, vem desrespeitando os fundamentos básicos do jornalismo,
impedindo à grande população o acesso à informação crítica, em relação a
tudo o que se refere a Cuba.
Como de costume, a abordagem a
fatos, de qualquer natureza, que se desenrolam na Ilha, recebe tratamento
discriminatório, com aumento desproporcional das lentes sobre os supostos
problemas que lá ocorrem e com absoluto silêncio sobre tudo aquilo que
poderia enaltecer a Revolução Cubana. Nunca se faz a devida
contextualização, mas, sem qualquer pudor causam-se distorções que impedem
o leitor/expectador de formar uma opinião que se aproxime da realidade
daquele país.
Depois do suicídio do preso comum
Orlando Zapata, com motivações políticas enxertadas, seguiu-se a divulgação
da imagem mórbida de Guillermo Fariñas, que, segundo Jean Guy Allard, se
trata de um “delinqüente que se pretende jornalista e que, há muitos anos,
vive de ‘remessas’ mafiosas”. Fariñas sofre as conseqüências de um corajoso
ato de auto-suplício (greve de fome) e faz com que o muito eficiente
serviço de saúde cubano lhe dê assistência intensiva. Corajoso, mas não
nobre, e, muito menos, justificável. Afinal, esse ato compõe um cenário
maior de ofensiva contra a Revolução Cubana, em que se busca forjar heróis
para a inglória causa da destruição das conquistas do Estado cubano,
seguindo a trilha recente da blogueira Yoani Sanchez, agora secundada por Zapata
e por esse jornalista que foi preso por delitos comuns que atentaram contra
vidas alheias.
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Titulares de cargo no âmbito do
Poder Executivo precisam se licenciar seis meses antes do pleito. Ou seja,
até 3 de abril, ministros de Estado, governadores, prefeitos e secretários
das três esferas de Poder - federal, estadual ou municipal - têm que se
afastar dos respectivos cargos.
Para concorrer a outros cargos, o
presidente da República, os governadores de estado e do Distrito Federal,
bem como os prefeitos também devem, portanto, renunciar aos respectivos
mandatos no prazo de seis meses antes do pleito. Quanto ao vice-presidente
e vice-governadores, eles poderão disputar outros cargos, preservando seus
respectivos mandatos, desde que no semestre que antecede as eleições, não
tenham sucedido ou substituído o titular.
Semana movimentada
Em razão das
desincompatibilizações, esta deverá ser uma semana de grande expectativa na
Esplanada. A preferência do presidente Lula é que os secretários-executivos
assumam o posto. Mas não será assim tão simples. No Ministério da Agricultura,
por exemplo, Reinhold Stephanes, assim como Lula, tem preferência pelo seu
secretário executivo, Gerardo Fontelles. Mas setores do PMDB preferem o
presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Wagner Rossi.
No Banco Central, expectativa
sobre a decisão de Meirelles. Dificilmente ela será anunciada nesta semana.
Nesta quinta-feira (25), vai ser divulgada a ata do Copom. O mais provável
é que Meirelles se manifeste apenas na próxima semana.
A proximidade do prazo de
desincompatibilização também provocará mudanças nas equipes dos governos
estaduais e municipais. Governadores, prefeitos e secretários interessados
em disputar eleição em outubro deixarão seus cargos.
Fonte:
Agência DIAP
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A
Fasubra conquistou um Mandado de Injunção (MI) nº 1533 que garante a
contagem especial de tempo de serviço para fins de Aposentadoria. Com o MI, todo (as) Servidor (a) da Base
da FASUBRA que trabalhou em atividade insalubre, periculosa ou penosa terá
direito à contagem especial 20% para as mulheres e 40% para homens, como
adicional para o tempo de contribuição.
Os
Trabalhadores (as) que trabalharam 25 anos sob essas condições que
comprometem a saúde terão direito a se aposentar com integralidade dos
salários. O Mandado de Injunção é um dispositivo jurídico para o Supremo
declarar que há omissão legislativa do Governo. Estamos disponibilizando no
link documentos/publicações a íntegra da sentença e posteriormente,
estaremos orientando as entidades de base quanto aos procedimentos
administrativos.
Leia
o mandado na íntegra aqui
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Mundo
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A Frente
Nacional de Resistência Popular de Honduras realizou uma mobilização em
Tegucigalpa, capital do país, exigindo de Porfírio Lobo o fim da repressão

A marcha coincide com uma greve
geral e jornada nacional de luto convocada pelos organizações de
professores pelo assassinato do professor José Manuel Flores. Flores, era
um ativo dirigente popular e fundador do Partido Socialista Centroamericano
e foi assassinado por três homens encapuzados na segunda-feira (22/03)
enquanto trabalhava.
As organizações consideram que o
assassinato "faz parte de uma campanha de crimes seletivos contra
dirigentes sindicais e populares agrupados na Frente Nacional de Resistência".
A Frente anunciou que outra exigência na marcha será a convocatória de uma
assembléia nacional constituinte, inclusiva e popular, para refundar a
nação. E assinalou que pedirão novamente o regresso seguro do presidente
deposto pelo golpe de 28 de junho de 2009, Manuel Zelaya Rosales.
Fonte:
Agência Pulsar
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Cultura
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Próximo
Domingo é Dia de Cinema será dia 11/04
A próxima
sessão do Domingo é Dia de Cinema será no dia 11 de abril, às 9h, no Cine
Odeon, Centro do Rio. Será exibido o filme Quase dois irmãos, dirigido por
Lúcia Murat. Depois haverá um debate sobre "Ditadura Militar e Choque
de Ordem" com a diretora do filme, o deputado estadual Marcelo Freixo
(PSOL/RJ), e Maurício Campos, da Rede Contra a Violência. Na ocasião também
será lançado o livro Um tempo para não esquecer - 1964 a 1985, do professor
Rubem Aquino.
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A Campanha "O Petróleo Tem
que Ser Nosso!" já conta com mais um material de conscientização e
divulgação. A partir de segunda-feira já estará disponível na sede do
Sindipetro-RJ uma revista de história em quadrinhos, criada pelo cartunista
Luís Cláudio Mega, baseada no texto da cartilha da campanha. Com 20
páginas, os protagonistas da história são uma família negra - Roberto, o
pai; Patrícia, a mãe; e os filhos Maria e Pedro. O aposentado Lobato também
se destaca na narrativa, uma homenagem explícita a Monteiro Lobato que, no
passado, lutou contra os "gringos", que negavam a existência de
petróleo no Brasil. A história tem um final surpreendente e resgata
momentos da luta em defesa dos interesses da nação e do povo brasileiro.
Nesta primeira edição foram rodados 50 mil exemplares. O Sindipetro-RJ fica
na Avenida Passos, 34, no centro do Rio.
Fonte:
Agência Petroleira de Notícias
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.CONTATOS.
Sindicato dos Trabalhadores
das Universidades Públicas Estaduais - RJ:
Rua São Francisco Xavier, 524,
Bloco D, Sala 1020 Maracanã, Rio de Janeiro-RJ - CEP 20.550-013 - Tel: (21)
2587-7126 / 2234-0945 / 2234-1342
www.sintuperj.org.br - imprensa@sintuperj.org.br
- sintuperj@sintuperj.org.br
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Notíci@Sintuperj
Publicação
do Sindicato dos Trabalhadores
das
Universidades Públicas Estaduais - RJ.
Coord.
Comunicação Sindical: Rosalina Barros e Denize Santa Rita
Cons.
Editorial:
Alberto Dias Mendes, Denize Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da
Silva, Jorge Luís Mattos de Lemos (Gaúcho), Rosalina Barros, Sandro Hilário
e Tânia Niskier
Jornalista
Resp.: Silvana
Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Jornalistas: Camila Marins (MTB.
47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Estagiária: Mariana Gomes
Programação
Visual:
Arthur William
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Respeitamos
seus direitos. Caso não queira receber nosso informativo eletrônico, envie
mensagem para: boletim@sintuperj.org.br.
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