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Notíci@Sintuperj
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Nº 96
(09/04/10)
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Sindicato dos
Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ
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Notícias
do Sintuperj
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Sintuperj
e Asduerj convocam:
No próximo dia 13/04, às 14h, as
categorias de trabalhadores da Uerj, técnico-administrativos e docentes,
têm um compromisso marcado. A Assembleia Conjunta será realizada no
Auditório 93, Campus Uerj/Maracanã. Na pauta estão: Campanha Salarial
Unificada 2010, Análise da Conjuntura e Informes. A assembleia seria
realizada no último dia 07, mas devido às recorrentes chuvas que assolaram
a região metropolitana do Rio de Janeiro, as entidades remarcaram a atividade.
O momento de luta é importante,
por isso devemos nos manter mobilizados. A união das categorias de
trabalhadores da Uerj é mais um passo em direção ao fortalecimento das
reivindicações, especialmente a campanha salarial. A cada dia sentimos os
quase dez anos de arrocho salarial, de desvalorização dos trabalhadores, de
falta de condições de trabalho. Já são mais de 80% de perdas acumuladas
nessa quase uma década de desrespeito. Os trabalhadores da Uerj não vão
mais permitir que esta situação continue como está!
Por isso, compareça à assembleia,
fortaleça a nossa luta, mobilize seu setor! Vamos lutar pelo nosso merecido
reajuste! Juntos somos mais fortes!
Alexandre
Cardoso sai da Sect sem cumprir promessas aos trabalhadores
Durante estes quatro anos de
governo, Sérgio Cabral apenas prometeu o reajuste salarial dos servidores
da Uerj. Ano após ano, inúmeras desculpas foram dadas. Primeiro, o
secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, justificou a falta
de reajuste pela arrecadação do Estado e, em seu último encontro com os
dirigentes do Sintuperj, no dia 26 de março, no Hospital Universitário
Pedro Ernesto (Hupe), o secretário insistiu na justificativa da perda de
parte da receita dos royalties de petróleo, já que o governador Sérgio
Cabral tem usado este pretexto para explicar as falhas de seu governo.
Esta situação demonstra a ausência
de uma política consistente de Estado e o descompromisso da Secretaria com
os trabalhadores. No último dia 30 de março, Alexandre Cardoso se
descompatibilizou da Secretaria, devido às próximas eleições e o
subsecretário, Luiz Edmundo Costa Leite, assumiu o cargo. Alexandre Cardoso
deixou a Secretaria sem cumprir as promessas feitas. Nestes últimos anos,
Alexandre prometeu às entidades sindicais uma reunião com o governador,
Sérgio Cabral, para discutir o reajuste salarial e, em todo tempo de
atuação na Secretaria, nada avançou. Enquanto isso, os trabalhadores das
Universidades Estaduais continuam sem reajuste.
Quem assume a sub-secretaria de
Ciência e Tecnologia é João Regazzi, docente da UERJ que, inclusive, já foi
candidato ao cargo de reitor desta Universidade. Esperamos que Regazzi
assuma o compromisso de reparar as perdas salariais dos servidores da Uerj.
Nós continuaremos cobrando nosso reajuste.
Cada passo é importante nesta luta
que já dura quase uma década. Por isso, devemos manter forte a mobilização.
Atender às reivindicações dos trabalhadores da Uerj também significa
compromisso com um serviço público de qualidade. Precisamos centrar forças
na unidade e na disposição de luta para a conquista do reajuste salarial.
Juntos, somos fortes. Compareça à assembleia e lute pelos seus direitos!
Mais
um passo contra a privatização do Hupe
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Camila
Marins
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“Vocês estão vendo chifre em
cabeça de cavalo”, esta foi uma das declarações feitas durante a segunda
audiência pública sobre a situação do Hospital Universitário Pedro Ernesto
(Hupe) realizada na segunda-feira, dia 5, na Assembleia Legislativa do Rio
de Janeiro (Alerj). No entanto, o que vemos no Hupe são verdadeiros
unicórnios pelos corredores, já que o sucateamento do hospital é visível.
Basta caminhar pelos corredores e percebemos a falta de equipamentos,
medicamentos, estrutura e servidores devido à falta de concurso público.
Esta audiência pública é fruto da crescente mobilização dos trabalhadores
que, desde o dia 18 de dezembro, pressionam a reitoria pela retirada da
minuta que abre a possibilidade da entrada das Fundações Estatais de
Direito Privado (FDP’s) no Hupe.
Depois de faltar a um ato público
realizado no próprio hospital e a uma audiência pública, finalmente,
Vieiralves compareceu à Alerj, já que se ausentara da discussão até então.
Embora tenha comparecido, o reitor demonstrou uma clara política de fuga do
debate.
Inicialmente, a Comissão de
Educação - formada pelos deputados: Alessandro Molon (PT), Comte
Bittencourt (PPS), Marcelo Freixo (PSOL) e Paulo Ramos (PDT) – ouviu os
representantes do Conselho Universitário (Consun). “Esta minuta significa
um caminho curto para a privatização do Hupe e solicitamos a interferência
parlamentar para dar visibilidade a esta situação, porque a minuta como
está, não dá. Diante disso, é claro que a comunidade universitária vai se
levantar”, denunciou o conselheiro da bancada técnico-administrativa, Jorge
Luís Mattos de Lemos, “Gaúcho”.
Leia a matéria completa em Sintuperj.
Saiu mais uma edição do Jornal do Sintuperj
O Sintuperj
lança mais uma edição de seu jornal. O número traz um balanço sobre o Dia
Internacional da Mulher e o processo de luta e resistência dessas
guerreiras. Também trazemos matérias sobre o Plano Nacional de Direitos
Humanos, a política criminosa de Israel contra os palestinos e, é claro, o
dia-a-dia da luta dos trabalhadores e trabalhadoras da Uerj em busca de
melhores condições de trabalho. A campanha salarial 2010 já está em pleno
vapor! Tudo isso e muito mais você lê no Jornal do Sintuperj.
Clique na
imagem para acessar o PDF do jornal.
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Acontece
na Uerj
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Reitor
da Uerj demite trabalhadores da Comuns sem justificativa
Mais uma vez a Uerj se encontra
numa situação de desrespeito para com os seus trabalhadores. Mais uma vez,
o reitor protagoniza cenas lamentáveis de desconsideração com aqueles que
trabalham pela construção da Universidade. No dia 22/03, o memorando de
número 31 da Reitoria solicita à SRH a suspensão dos contratos
administrativos de sete contratados da Diretoria de Comunicação Social
(Comuns). Nenhum deles recebeu justificativa. Além desses trabalhadores, a
diretora e três coordenadoras da Comuns foram exoneradas e colocadas em
disponibilidade com mais quatro servidores concursados. O aviso chegou no
próprio dia 22 e os trabalhadores tiveram até o final da tarde para retirar
todos os seus objetos pessoais do local de trabalho.
Apesar de ter ocorrido em março, o
caso só veio à tona no último dia 7 de abril. Os únicos a não serem
desligados de suas funções foram os estagiários que, segundo relatos,
diante do ocorrido, pediram o fim do estágio.
Vale lembrar que o Art. 9º da Lei
4.599/2005, prevê aos trabalhadores contratados os seguintes direitos assegurados:
I – licença maternidade;
II – licença paternidade;
III – férias;
IV
– verba indenizatória por rescisão unilateral imotivada por parte da
Administração.
Também no Art. 11º, a Lei dos
Contratos é bem clara ao dizer: “Qualquer caso de violação ao disposto
nesta Lei deverá ser comunicado pela autoridade competente no prazo máximo
de 48 (quarenta e oito) horas, contados da ciência do fato, ao Governador
do Estado, ao Procurador Geral do Estado e ao Procurador Geral da Justiça,
que adotarão as medidas cabíveis no âmbito de suas respectivas competências”.
O Sintuperj, diante dos fatos, se
coloca solidário e à disposição de todos os trabalhadores que foram
prejudicados por essa política absurda que vem tomando conta da Uerj. Uma
política de descaso, de desrespeito e de humilhação aos trabalhadores,
especialmente aos contratados.
Debate
sobre novos modelos de gestão e privatização da saúde

Nesta
terça-feira, dia 13, o Fórum de Saúde promove o ciclo de debates
"Novos Modelos de Gestão e a Privatização da Saúde", às 18 horas,
na UERJ (9º andar - aud. B - bloco D).
Inscrições
abertas para Curso de Canto Coral
O Laboratório de Acústica da UERJ
ministrará o Curso de Canto Coral. A capacitação, coordenada pela profª.
Dra. Maria Lúcia Grillo Baptista e pelo maestro Luiz Roberto Perez Lisbôa
Baptista, tem como objetivo formar integrantes para o Coral Albert
Einstein, que será uma mistura de Arte e Ciência com um repertório
eclético.
O curso, gratuito, terá duração de
32h e será realizado às quartas-feiras, das 12h30 às 13h30. O conteúdo
programático engloba percepção musical, respiração diafragmática, emissão
vocal do som, afinação, ritmo, melodia, harmonia, contraponto, cânones,
corais de Bach, MPB, técnica vocal, história da música e da ciência,
classificação de vozes, apreciação musical e organização de programa para
canto coral.
Para participar é preciso ter
afinidade com Física e Música. Os interessados devem enviar e-mail para afisicanamusica@gmail.com,
informando nome completo, telefones e atividade atual (trabalho ou estudo).
Fonte:
Uerj
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Ronda nos
Campi
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Paralisação
na Uenf: chega de desculpas! Queremos o nosso reajuste!
Foi realizada nesta quarta-feira,
dia 7, a assembleia dos trabalhadores técnico-administrativos da Uenf. O
principal ponto da assembleia foi a campanha salarial. Uma das
reivindicações é a recomposição das perdas salariais acumuladas de 82%,
principal ponto da pauta dos técnico-administrativos. Na ocasião, também foi aprovada a unidade
da mobilização com o segmento docente. Cerca de 80 pessoas compareceram à
assembleia e, segundo o diretor do Sintuperj, Paulo César Paes, a categoria
respondeu bem ao chamado.
Outra deliberação da assembleia
foi a paralisação dos servidores com os docentes nos próximos dias 14 e 15
de abril. Pedro Brasil, membro da diretoria executiva do Sintuperj,
enfatizou a questão da correção da tabela do Plano de Cargos e Vencimentos
(PCV) e do reajuste salarial. “Há uma diferença que chega a 149% entre
técnicos do nível elementar e técnicos de nível superior que precisamos
superar e avançar, além dos necessários 82% de recomposição salarial”, ele
afirmou. “A correção da tabela salarial é uma questão de justiça”,
acrescentou Pedro Brasil. O presidente da Aduenf, Marcos Pedlowski, avalia
que a unidade entre as categorias é fundamental. “Tivemos dificuldade já
que o reitor excluiu as entidades sindicais das negociações. Não há como
pensar em recomposição das perdas salariais separando servidores docentes
dos servidores não docentes”, ele declarou.
A paralisação será nos próximos
dias 14 e 15 de abril, no campus da Uenf. Esta mobilização também significa
a ampliação do diálogo com a sociedade regional através de panfletagens e
manifestações em locais públicos.
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Rio de Janeiro
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Submerso
no caos de Cabral e Paes
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www.abril.com.br
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Quase 20 horas de chuva, metrô,
ônibus e trens da SuperVia impossibilitados, pontes fechadas, alagamentos,
trânsito parado, desabamentos, lixo transbordado pelas ruas e mais de 70
mortes no Estado do Rio de Janeiro. Este é o cenário de caos que a
população fluminense sofre. Esta situação não se trata apenas de um
fenômeno da natureza, mas sim um reflexo da falta de investimentos em
políticas públicas da prefeitura e do Governo do Estado. Esta é a pior
chuva dos últimos 40 anos, segundo informações da Defesa Civil.
E a cidade maravilhosa está
ilhada. Ilhada no descaso. Ilhada no desrespeito à população. Ilhada na
falta de políticas. E o que a população mais pobre e mais afetada por este
descaso ouve do governador Sérgio Cabral é: “Este é um comportamento
irresponsável, quase um suicídio permanecer nos locais”. Esta foi a fala do
governador enquanto a televisão noticiava deslizamentos no morro da
Mangueira, Zona Norte do Estado. Mas, para onde essas pessoas vão? Talvez
para o Palácio Guanabara?
Irresponsabilidade significa não
priorizar políticas públicas de saneamento, transporte público de
qualidade, acesso à saúde e educação gratuitas, moradia, ou seja, direito à
dignidade, aos direitos básicos previstos na Constituição.
Irresponsabilidade é seguir uma política de privatização dos serviços do
Estado que só mostram, a cada dia, sua ineficiência. Nos basta como
exemplo, o metrô que funciona em uma situação calamitosa com superlotação,
sem ar-condicionado, além dos preços exorbitantes. Irresponsabilidade é o
incessante sucateamento do serviço público de saúde que sofre com a falta
de concursos públicos, falta de equipamentos, medicamentos e condições
dignas de trabalho. Irresponsabilidade é investir em uma política de
criminalização da pobreza com a ocupação militar das comunidades, ao invés
de garantir infraestrutura para as mesmas.
Infelizmente, esta é política do
governo do Estado com o Rio de Janeiro: o caos. Para quem Eduardo Paes e Sérgio
Cabral governam? Certamente, não é para a população fluminense.
O Sintuperj e a Asduerj se
solidarizam com as vítimas de mais essa tragédia anunciada no Rio de
Janeiro. Mais uma vez a população sofre com o descaso de governantes que se
sucedem em abandonar esta cidade, este estado. O estado já contabiliza mais
de cem mortos – todos moradores de áreas de morros e favelas no Rio e em
Niterói.
Governador
culpa vítimas pela tragédia no Rio
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imgs.uai.com.br
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As declarações do governador do Estado do
Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, nas quais culpa os moradores de favelas pela
tragédia ocorrida na última terça-feira, gerou a indignação de pesquisadores
e ativistas sociais.
Em entrevista à Globo News, Cabral
diz que a culpa das mortes é da desocupação desordenada de áreas
irregulares e que por isso, a expansão das favelas deve ser contida.
Para o sociólogo Maurício Fabião
este é um exemplo de como a política do governo do Estado trata a
"questão urbana" em relação aos pobres. Como escreveu em seu
blog, o ativista diz que essa política visa “expulsar os maios pobres das
áreas centrais e nobres (como a Rocinha/São Conrado), para longe dos seus
trabalhos, indo na contra-mão do urbanismo mundial”.
O pesquisador do Ippur, Guilerme
Marques, conhecido Soninho ainda defende que ninguém mora em área de risco
porque gosta, mas porque “não existe uma área sem risco para morar - para a
população pobre”. Ele acredita que o governo poderia usar de diferentes
mecanismos legais para baratear ou oferecer terra gratuita para moradia
popular, mas não o faz.
Soninho ainda acusa a prefeitura e
o governo de Estado de privilegiarem a especulação imobiliária, dando
preferência e crédito às construções de grandes empresas como no caso da
revitalização da zona portuária da cidade.
Pelo mesmo caminho, Maurício
Fabião conclui que a culpa seria sim, dos governantes que se omitiram
quanto ao planejamento habitacional e urbanização das favelas do Rio de
Janeiro.
Fonte:
Pulsar
Nota
de esclarecimento
“Nós, moradores de favelas de
Niterói, fomos duramente atingidos por uma tragédia de grandes dimensões.
Essa tragédia, mais do que resultado das chuvas, foi causada pela omissão
do poder público. A prefeitura de Niterói investe em obras milionárias para
enfeitar a cidade e não faz as obras de infra-estrutura que poderiam salvar
vidas. As comunidades de Niterói
estão abandonadas à sua própria sorte.
Enquanto isso, com a conivência do
poder público, a especulação imobiliária depreda o meio ambiente, ocupa o
solo urbano de modo desordenado e submete toda a população à sua ganância.
Quando ainda escavamos a terra com
nossas mãos para retirarmos os corpos das dezenas de mortos nos
deslizamentos, ouvimos o prefeito Jorge Roberto Silveira, o secretário de
obras Mocarzel, o governador Sérgio Cabral e o presidente Lula colocarem em
nossas costas a culpa pela tragédia. Estamos indignados, revoltados e
recusamos essa culpa. Nossa dor está sendo usada para legitimar os projetos
de remoção e retirar o nosso direito à cidade.
Nós, favelados, somos parte da
cidade e a construímos com nossas mãos e nosso suor. Não podemos ser
culpados por sofrermos com décadas de abandono, por sermos vítimas da
brutal desigualdade social brasileira e de um modelo urbano excludente. Os
que nos culpam, justamente no momento em que mais precisamos de apoio e
solidariedade, jamais souberam o que é perder sua casa, seus pertences, sua
vida e sua história em situações como a que vivemos agora.
Nossa indignação é ainda maior que
nossa tristeza e, em respeito à nossa dor, exigimos o retratamento imediato
das autoridades públicas.
Ao invés de declarações que culpam
a chuva ou os mortos, queremos o compromisso com políticas públicas que nos
respeitem como cidadãos e seres humanos.”
Comitê de Mobilização e
Solidariedade das Favelas de Niterói
Associação de Moradores do Morro
do Estado
Associação de Moradores do Morro
da Chácara
SINDSPREV/RJ
SEPE – Niterói
SINTUFF
DCE-UFF
Mandato do vereador Renatinho
(PSOL)
Mandato do deputado estadual
Marcelo Freixo (PSOL)
Associação dos Profissionais e
Amigos do Funk (APAFUNK)
Movimento Direito pra Quem
Coletivo
do Curso de Formação de Agentes Culturais Populares
Em
defesa do Iaserj: ato público nesta segunda-feira
Será realizado na próxima segunda-feira,
dia 12, mais um ato em defesa do Instituto de Assistência dos Servidores do
Estado do Rio de Janeiro (Iaserj). No mesmo dia, também haverá uma plenária
do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe), no
auditório do Iaserj. O governo do Estado quer demolir o Instituto e já
iniciou a colocação de tapumes na última segunda-feira, dia 5, data em que
os servidores fizeram um ato com panfletagem e esclarecimento à população.
Cada vez mais forte, a mobilização
em defesa do Iaserj depende de cada um de nós, assim como a luta contra o
ataque de Cabral aos serviços públicos de nosso Estado. Compareça ao ato
que será nesta segunda-feira, dia 12, a partir das 15 horas, no Iaserj,
localizado na Av. Henrique Valadares, 107, Centro.
Dia
do Trabalhador começa a ser construído
Será realizada na próxima
quinta-feira, dia 15, a plenária dos Movimentos Sociais com objetivo de
construir coletivamente o Dia do Trabalhador. A reunião será no Sepe,
localizado na Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º andar, às 18 horas.
Sind-Justiça
RJ realiza debate na próxima quinta
O Projeto Seis & Meia, uma
iniciativa da Secretaria de Formação Político-Sindical do Sind-Justiça,
apresenta o debate “A Função dos Sindicatos e a Participação dos Sindicalizados
na Luta de Classes”. Elio Elias, coordenador da Secretaria, será o mediador
do debate, que será realizado no auditório do Sindicato, às 18h30. O debate
traz, como convidados, Amarildo Silva (coordenador-geral do Sind-Justiça),
Alexander Brasil Ceci (serventuário lotado na 14ª Vara Cível da Capital),
Jorge Omir (serventuário da 13ª Vara de Fazenda Pública da Capital) e
Sidnei Moura (coordenador do Sepe Nova Friburgo).
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Brasil
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I
Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale

De 12 a 15 de abril, o Rio de
Janeiro será palco do I Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale.
Para o evento estão sendo esperadas pessoas de vários países onde há
empreendimentos predatórios da companhia Vale. A ideia é realizar plenárias
para se pensar em novas estratégias de ações de resistência contra as
violações cometidas pela transnacional. Para selar o encontro, no dia 15,
às 11h, no auditório da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, acontece
o lançamento de um dossiê que sintetiza casos de transgressão desta
transnacional em diferentes países. Após o lançamento, os atingidos pela
Vale saem em marcha em direção ao prédio da companhia que fica na Rua Graça
Aranha, também no Programação e endereços serão divulgados no blog http://atingidospelavale.wordpress.com/
Cresce
movimento grevista da UnB
Faixas, cartazes e fitas fecharam
as entradas que dão acesso ao prédio da reitoria da Universidade de
Brasília e impediram a entrada dos funcionários do setor nesta quarta-feira
(7). A ação, que seguiu até às 12h, foi definida pelo Comando de Greve
Unificado e tem o objetivo de convencer todos os servidores da UnB a
aderirem ao movimento que luta pela permanência integral da URP.
De acordo com o coordenador do
Sintfub, Cosmo Balbino, os servidores da Universidade estão sendo coagidos
para não apoiarem o movimento grevista que já passa dos 20 dias. A exemplo
disso, pode-se citar o pronunciamento do diretor do Hospital Universitário
de Brasília (HUB), Gustavo Romero, que afirmou que os trabalhadores
comprometidos eram aqueles que estavam à postos para atender a demanda do
Hospital. "Avaliamos que a ação foi positiva e fortalecerá ainda mais
a greve da comunidade Universitária. Faremos outras ações como essa todos
os dias em locais diferentes da UnB", afirmou Cosmo.
Os grevistas conversaram com os
funcionários que chegavam para trabalhar e explicaram o objetivo do
movimento. Ao final, a ação foi aplaudida por todos.
Até agora, a Advocacia-Geral da
União não se posicionou quanto ao parecer da ministra do STF, Cármen Lúcia,
que determina a continuidade do pagamento da URP. O Sintfub já protocolou
novamente petição no TRF denunciando o descumprimento de decisões judiciais
por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e solicitou a
aplicação de multa à pasta. A parcela representa 26,05% dos salários dos
servidores da UnB e é um direito garantido há 20 anos.
Fonte:
Assessoria de Comunicação do Sintfub
Professores
grevistas são perseguidos pelo governo de José Serra em SP
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Apeoesp
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Processos judiciais, descontos e
cortes de salários de grevistas, manifestantes feridos e perseguidos por
policiais. Esse é o quadro atual da greve do Sindicato dos Professores do
Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
A greve dos professores teve
início no dia 8 de março, após uma grande assembleia ocorrida três dias
antes que aprovou a paralisação. A categoria reivindica reajuste salarial
imediato de 34,3%, incorporação de todas as gratificações, plano de
carreiras e concurso público. Direitos estes conquistados após muitos anos
de luta e mobilização pelas ruas da capital paulista.
Mas essa batalha não tem sido
fácil. Desde o primeiro dia de paralisação, os educadores paulistas
enfrentam uma verdadeira batalha contra os ataques do governador José
Serra. No dia 26 de março, durante uma manifestação em frente ao Palácio
dos Bandeirantes, sede do governo paulista, manifestantes foram recebidos
por bombas de efeito moral e balas de borracha pelos policiais. Cerca de 16
pessoas ficaram feridas.
Leia
a matéria completa em Sintuperj
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Mundo
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Ação
denuncia prisões inconstitucionais nos EUA
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AFP
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Os Estados Unidos comandam uma
campanha internacional de propaganda contra violações de direitos humanos
em Cuba e outros países. Faz parte da mesma campanha esconder os casos de
violação desses direitos dentro dos EUA, situação que se agravou
brutalmente após os atentados de 11 de setembro. Agora, o Centro para os
Direitos Constitucionais está denunciando a existência de duas prisões que
se especializaram em abrigar presos muçulmanos ou de convicções políticas
minoritárias, sem o devido processo legal.
William Fisher - IPS
Ao menos duas prisões federais dos
Estados Unidos se especializaram em abrigar presos muçulmanos ou de convicções
políticas minoritárias e praticam segregação religiosa, represália e
castigos arbitrários. A denúncia faz parte de uma ação apresentada pela
organização não governamental Centro para os Direitos Constitucionais
contra o procurador Erich Holder e o Departamento de Justiça, ao qual está
vinculado o Escritório Federal de Prisões. Esse órgão é responsável pelas
duas prisões, uma situada em Terre Haute, no estado de Indiana, e outra em
Marion, Illinois, ambas no noroeste do país. “Essas unidades são um
experimento de isolamento social”, afirmou o advogado do Centro, Alexis
Agathocleous. “Colocam pessoas nestas instalações extraordinariamente
restritivas, sem dizer-lhes por que e sem nenhuma revisão”, acrescentou.
Ao mesmo tempo, alguns presos
nestas “Unidades de Manejo de Comunicações” (CMU na sigla em inglês)
protestam porque o Departamento de Justiça os classificou como
“terroristas”, apesar de nunca terem sido processados nem condenados por
delitos vinculados ao terrorismo. Um deles é Rafil Dhafir, um médico
oncólogo estadunidense de origem iraquiana que residia em Nova York. Ele
foi preso por 85 agentes federais que entraram em sua casa e o levaram. O
então procurador geral John Ashcroft se referiu a ele como alguém que
apoiava ações terroristas.
Leia a matéria completa em Carta
Maior.
"Os
bancos são proprietários do Congresso dos EUA"
Um critério segundo o qual é
possível calibrar a decadência da vida cultural, política e econômica nos
Estados Unidos é responder a seguinte pergunta: as forças do poder
econômico, que fracassaram de forma evidente, tornaram-se mais fracas ou
mais fortes depois que os danos amplamente conhecidos que causaram
converteram-se em um tema de domínio público? Apesar das manchetes na
imprensa há dois anos sobre a autodestruição dos gigantes financeiros de
Wall Street, os bancos seguem mandando na política dos EUA. O artigo é de
Ralph Nader.
Ralph Nader
Uma sociedade que não percebe os
sinais de sua própria decadência, porque sua ideologia é um mito contínuo
de progresso, separa-se da realidade e se enreda na ilusão. Um critério
segundo o qual é possível calibrar a decadência da vida cultural, política
e econômica nos Estados Unidos é responder a seguinte pergunta: as forças
do poder econômico, que fracassaram de forma evidente, tornaram-se mais
fortes depois que os danos amplamente conhecidos que causaram
converteram-se em um tema de domínio público?
Leia
o artigo completo aqui.
Fontes
internacionais apontam aumento da pobreza e das desigualdades na última
década
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www.almacollins.zip.net
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Vinte e um países retrocederam em
seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), contra apenas quatro na década
anterior. Em 54 países a renda per capita é mais baixa do que em 1990. Em 34
países a expectativa de vida ao nascer diminuiu. Em 21 há mais gente
passando fome e em 14 há mais crianças morrendo antes dos cinco anos.
No Brasil, 10% brasileiros mais
pobres recebem 0,9% da renda do país, enquanto os 10% mais ricos ficam com
47,2%. Segundo a Unicef, seis milhões de crianças (10% do total) estão em
condições de “severa degradação das condições humanas básicas, incluindo
alimentação, água limpa, condições sanitárias, saúde, habitação, educação e
informação”.
A pesquisa ainda mostra que 15%
das crianças brasileiras vivem sem condições sanitárias básicas. As áreas
rurais do Brasil concentram a maioria das crianças carentes, com 27,5%
delas vivendo em “absoluta pobreza”.
Segundo a OIT, os dados de
trabalhadores domésticos infantis é espantoso: no Peru, 110 mil; no
Paraguai, 40 mil; na Colômbia, 64 mil; na República Dominicana, 170 mil;
apenas na Guatemala, 40 mil; no Haiti, 200 mil; e no Brasil – o campeão de
trabalho doméstico na América Latina e talvez no mundo – 500 mil.
Leia a notícia
completa na Agência Petroleira de Notícias.
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Cultura
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Linguagem
para todos os públicos
Vito Giannotti e Sérgio
Domingues lançam livro
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Divulgação
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![dicionario de politiques[1]](boletim96_arquivos/image016.jpg)
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Na próxima quarta-feira, dia
14/04, às 10h, Vito Giannotti e Sérgio Domingues lançarão o livro
Dicionário de Politiquês. A publicação é um manual prático de linguagem
para ser usado todos os dias por quem deseja se comunicar com muitas
pessoas. São cerca de 3.500 verbetes traduzidos para a língua dos
"normais", ou seja, para a grande maioria da população que não
passou mais do que oito anos nos bancos escolares.
Na
ocasião, os escritores darão uma coletiva de imprensa. O encontro será no
espaço Capina, na Rua Evaristo da Veiga, 16, 16º andar - Centro.
Domingo
é dia de Cinema
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Divulgação
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O próximo domingo será mais um Dia
de Cinema! A atividade, que completa neste ano 10 anos de sucesso, reúne pré-vestibulares
comunitários para discutir temas de relevância social. Neste domingo, o
Cine Odeon BR exibirá o filme "Quase Dois Irmãos", de Lúcia
Murat. Após, haverá debate com Lúcia Murat, Marcelo Freixo e Maurício
Campos que discutirão o tema: "Ditadura militar, as milícias, o choque
de ordem: qualquer semelhança".
O filme será exibido às 9h. O Cine
Odeon BR fica na Praça Floriano, 7, Cinelândia.
Também
tem filme na Maré
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Divulgação
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O Museu da Maré prepara para este
mês de abril o Cineclube Maré Ponto Cine. Trata-se de uma mostra de filmes,
entre curtas e longas nacionais. A entrada é franca e as exibições serão
realizadas todas as sextas-feiras de abril. O Museu da Maré fica na Av.
Guilherme Maxwell, 26, Maré.
Confira a programação:
09/04
- Curtas
Alto
Astral -
de Hugo Pierot e Glaucia Barbosa
Vistamar
-
de Pedro Diogenes, Rubia Mercia, Rodrigo Capistrani, Henrique Leão, Victor
Furtado, Glaugeane Costa
Tauri
-
de Marcio Miranda Perez
Pendular - de
Julia Murat
Sobe,
Sofia
- de André Mielnik
16/04
- Filme: A visão de dentro - de Sophia Mídian
23/04
- Filme: Terras
- de Maya Da-Rin
30/04
- Filme: A fuga da Mulher Gorila - de Felipe Bragança e MArina
Meliande
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Publicação
do Sindicato dos Trabalhadores
das
Universidades Públicas Estaduais - RJ.
Coord.
Comunicação Sindical: Rosalina Barros e Denize Santa Rita
Cons.
Editorial:
Alberto Dias Mendes, Denize Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da
Silva, Jorge Luís Mattos de Lemos (Gaúcho), Rosalina Barros, Sandro Hilário
e Tânia Niskier
Jornalistas:
Camila
Marins (MTB. 47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Jornalista
Resp.: Silvana
Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Estagiária:
Mariana
Gomes
Programação
Visual:
Arthur William
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