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Notíci@Sintuperj

Nº 96

(09/04/10)

Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais / RJ

 

Notícias do Sintuperj

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Sintuperj e Asduerj convocam:

 

 

Assembleia Conjunta_13_04

 

No próximo dia 13/04, às 14h, as categorias de trabalhadores da Uerj, técnico-administrativos e docentes, têm um compromisso marcado. A Assembleia Conjunta será realizada no Auditório 93, Campus Uerj/Maracanã. Na pauta estão: Campanha Salarial Unificada 2010, Análise da Conjuntura e Informes. A assembleia seria realizada no último dia 07, mas devido às recorrentes chuvas que assolaram a região metropolitana do Rio de Janeiro, as entidades  remarcaram a atividade.

 

O momento de luta é importante, por isso devemos nos manter mobilizados. A união das categorias de trabalhadores da Uerj é mais um passo em direção ao fortalecimento das reivindicações, especialmente a campanha salarial. A cada dia sentimos os quase dez anos de arrocho salarial, de desvalorização dos trabalhadores, de falta de condições de trabalho. Já são mais de 80% de perdas acumuladas nessa quase uma década de desrespeito. Os trabalhadores da Uerj não vão mais permitir que esta situação continue como está!

 

Por isso, compareça à assembleia, fortaleça a nossa luta, mobilize seu setor! Vamos lutar pelo nosso merecido reajuste! Juntos somos mais fortes!

 


 

Alexandre Cardoso sai da Sect sem cumprir promessas aos trabalhadores

 

Durante estes quatro anos de governo, Sérgio Cabral apenas prometeu o reajuste salarial dos servidores da Uerj. Ano após ano, inúmeras desculpas foram dadas. Primeiro, o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, justificou a falta de reajuste pela arrecadação do Estado e, em seu último encontro com os dirigentes do Sintuperj, no dia 26 de março, no Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe), o secretário insistiu na justificativa da perda de parte da receita dos royalties de petróleo, já que o governador Sérgio Cabral tem usado este pretexto para explicar as falhas de seu governo.

 

Esta situação demonstra a ausência de uma política consistente de Estado e o descompromisso da Secretaria com os trabalhadores. No último dia 30 de março, Alexandre Cardoso se descompatibilizou da Secretaria, devido às próximas eleições e o subsecretário, Luiz Edmundo Costa Leite, assumiu o cargo. Alexandre Cardoso deixou a Secretaria sem cumprir as promessas feitas. Nestes últimos anos, Alexandre prometeu às entidades sindicais uma reunião com o governador, Sérgio Cabral, para discutir o reajuste salarial e, em todo tempo de atuação na Secretaria, nada avançou. Enquanto isso, os trabalhadores das Universidades Estaduais continuam sem reajuste.

 

Quem assume a sub-secretaria de Ciência e Tecnologia é João Regazzi, docente da UERJ que, inclusive, já foi candidato ao cargo de reitor desta Universidade. Esperamos que Regazzi assuma o compromisso de reparar as perdas salariais dos servidores da Uerj. Nós continuaremos cobrando nosso reajuste.

 

Cada passo é importante nesta luta que já dura quase uma década. Por isso, devemos manter forte a mobilização. Atender às reivindicações dos trabalhadores da Uerj também significa compromisso com um serviço público de qualidade. Precisamos centrar forças na unidade e na disposição de luta para a conquista do reajuste salarial. Juntos, somos fortes. Compareça à assembleia e lute pelos seus direitos!

 


 

Mais um passo contra a privatização do Hupe

 

Camila Marins

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“Vocês estão vendo chifre em cabeça de cavalo”, esta foi uma das declarações feitas durante a segunda audiência pública sobre a situação do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) realizada na segunda-feira, dia 5, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). No entanto, o que vemos no Hupe são verdadeiros unicórnios pelos corredores, já que o sucateamento do hospital é visível. Basta caminhar pelos corredores e percebemos a falta de equipamentos, medicamentos, estrutura e servidores devido à falta de concurso público. Esta audiência pública é fruto da crescente mobilização dos trabalhadores que, desde o dia 18 de dezembro, pressionam a reitoria pela retirada da minuta que abre a possibilidade da entrada das Fundações Estatais de Direito Privado (FDP’s) no Hupe.

 

Depois de faltar a um ato público realizado no próprio hospital e a uma audiência pública, finalmente, Vieiralves compareceu à Alerj, já que se ausentara da discussão até então. Embora tenha comparecido, o reitor demonstrou uma clara política de fuga do debate.

 

Inicialmente, a Comissão de Educação - formada pelos deputados: Alessandro Molon (PT), Comte Bittencourt (PPS), Marcelo Freixo (PSOL) e Paulo Ramos (PDT) – ouviu os representantes do Conselho Universitário (Consun). “Esta minuta significa um caminho curto para a privatização do Hupe e solicitamos a interferência parlamentar para dar visibilidade a esta situação, porque a minuta como está, não dá. Diante disso, é claro que a comunidade universitária vai se levantar”, denunciou o conselheiro da bancada técnico-administrativa, Jorge Luís Mattos de Lemos, “Gaúcho”.

 

Leia a matéria completa em Sintuperj.


 

Saiu mais uma edição do Jornal do Sintuperj

 

 

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O Sintuperj lança mais uma edição de seu jornal. O número traz um balanço sobre o Dia Internacional da Mulher e o processo de luta e resistência dessas guerreiras. Também trazemos matérias sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, a política criminosa de Israel contra os palestinos e, é claro, o dia-a-dia da luta dos trabalhadores e trabalhadoras da Uerj em busca de melhores condições de trabalho. A campanha salarial 2010 já está em pleno vapor! Tudo isso e muito mais você lê no Jornal do Sintuperj.

 

Clique na imagem para acessar o PDF do jornal.

 

 

 

Acontece na Uerj

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Reitor da Uerj demite trabalhadores da Comuns sem justificativa

 

Mais uma vez a Uerj se encontra numa situação de desrespeito para com os seus trabalhadores. Mais uma vez, o reitor protagoniza cenas lamentáveis de desconsideração com aqueles que trabalham pela construção da Universidade. No dia 22/03, o memorando de número 31 da Reitoria solicita à SRH a suspensão dos contratos administrativos de sete contratados da Diretoria de Comunicação Social (Comuns). Nenhum deles recebeu justificativa. Além desses trabalhadores, a diretora e três coordenadoras da Comuns foram exoneradas e colocadas em disponibilidade com mais quatro servidores concursados. O aviso chegou no próprio dia 22 e os trabalhadores tiveram até o final da tarde para retirar todos os seus objetos pessoais do local de trabalho.

 

Apesar de ter ocorrido em março, o caso só veio à tona no último dia 7 de abril. Os únicos a não serem desligados de suas funções foram os estagiários que, segundo relatos, diante do ocorrido, pediram o fim do estágio.

 

Vale lembrar que o Art. 9º da Lei 4.599/2005, prevê aos trabalhadores contratados os seguintes direitos assegurados:

I – licença maternidade;

II – licença paternidade;

III – férias;

IV – verba indenizatória por rescisão unilateral imotivada por parte da Administração.

 

Também no Art. 11º, a Lei dos Contratos é bem clara ao dizer: “Qualquer caso de violação ao disposto nesta Lei deverá ser comunicado pela autoridade competente no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas, contados da ciência do fato, ao Governador do Estado, ao Procurador Geral do Estado e ao Procurador Geral da Justiça, que adotarão as medidas cabíveis no âmbito de suas respectivas competências”.

 

O Sintuperj, diante dos fatos, se coloca solidário e à disposição de todos os trabalhadores que foram prejudicados por essa política absurda que vem tomando conta da Uerj. Uma política de descaso, de desrespeito e de humilhação aos trabalhadores, especialmente aos contratados.

 


Debate sobre novos modelos de gestão e privatização da saúde

 

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Nesta terça-feira, dia 13, o Fórum de Saúde promove o ciclo de debates "Novos Modelos de Gestão e a Privatização da Saúde", às 18 horas, na UERJ (9º andar - aud. B - bloco D).

 


Inscrições abertas para Curso de Canto Coral

 

O Laboratório de Acústica da UERJ ministrará o Curso de Canto Coral. A capacitação, coordenada pela profª. Dra. Maria Lúcia Grillo Baptista e pelo maestro Luiz Roberto Perez Lisbôa Baptista, tem como objetivo formar integrantes para o Coral Albert Einstein, que será uma mistura de Arte e Ciência com um repertório eclético.

 

O curso, gratuito, terá duração de 32h e será realizado às quartas-feiras, das 12h30 às 13h30. O conteúdo programático engloba percepção musical, respiração diafragmática, emissão vocal do som, afinação, ritmo, melodia, harmonia, contraponto, cânones, corais de Bach, MPB, técnica vocal, história da música e da ciência, classificação de vozes, apreciação musical e organização de programa para canto coral.

 

Para participar é preciso ter afinidade com Física e Música. Os interessados devem enviar e-mail para afisicanamusica@gmail.com, informando nome completo, telefones e atividade atual (trabalho ou estudo).

 

Fonte: Uerj

 

 

 

  

Ronda nos Campi

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Paralisação na Uenf: chega de desculpas! Queremos o nosso reajuste!

 

Foi realizada nesta quarta-feira, dia 7, a assembleia dos trabalhadores técnico-administrativos da Uenf. O principal ponto da assembleia foi a campanha salarial. Uma das reivindicações é a recomposição das perdas salariais acumuladas de 82%, principal ponto da pauta dos técnico-administrativos.  Na ocasião, também foi aprovada a unidade da mobilização com o segmento docente. Cerca de 80 pessoas compareceram à assembleia e, segundo o diretor do Sintuperj, Paulo César Paes, a categoria respondeu bem ao chamado.

 

Outra deliberação da assembleia foi a paralisação dos servidores com os docentes nos próximos dias 14 e 15 de abril. Pedro Brasil, membro da diretoria executiva do Sintuperj, enfatizou a questão da correção da tabela do Plano de Cargos e Vencimentos (PCV) e do reajuste salarial. “Há uma diferença que chega a 149% entre técnicos do nível elementar e técnicos de nível superior que precisamos superar e avançar, além dos necessários 82% de recomposição salarial”, ele afirmou. “A correção da tabela salarial é uma questão de justiça”, acrescentou Pedro Brasil. O presidente da Aduenf, Marcos Pedlowski, avalia que a unidade entre as categorias é fundamental. “Tivemos dificuldade já que o reitor excluiu as entidades sindicais das negociações. Não há como pensar em recomposição das perdas salariais separando servidores docentes dos servidores não docentes”, ele declarou.

 

A paralisação será nos próximos dias 14 e 15 de abril, no campus da Uenf. Esta mobilização também significa a ampliação do diálogo com a sociedade regional através de panfletagens e manifestações em locais públicos.

 

 

 

 

Rio de Janeiro

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Submerso no caos de Cabral e Paes

 

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Quase 20 horas de chuva, metrô, ônibus e trens da SuperVia impossibilitados, pontes fechadas, alagamentos, trânsito parado, desabamentos, lixo transbordado pelas ruas e mais de 70 mortes no Estado do Rio de Janeiro. Este é o cenário de caos que a população fluminense sofre. Esta situação não se trata apenas de um fenômeno da natureza, mas sim um reflexo da falta de investimentos em políticas públicas da prefeitura e do Governo do Estado. Esta é a pior chuva dos últimos 40 anos, segundo informações da Defesa Civil.

 

E a cidade maravilhosa está ilhada. Ilhada no descaso. Ilhada no desrespeito à população. Ilhada na falta de políticas. E o que a população mais pobre e mais afetada por este descaso ouve do governador Sérgio Cabral é: “Este é um comportamento irresponsável, quase um suicídio permanecer nos locais”. Esta foi a fala do governador enquanto a televisão noticiava deslizamentos no morro da Mangueira, Zona Norte do Estado. Mas, para onde essas pessoas vão? Talvez para o Palácio Guanabara?

 

Irresponsabilidade significa não priorizar políticas públicas de saneamento, transporte público de qualidade, acesso à saúde e educação gratuitas, moradia, ou seja, direito à dignidade, aos direitos básicos previstos na Constituição. Irresponsabilidade é seguir uma política de privatização dos serviços do Estado que só mostram, a cada dia, sua ineficiência. Nos basta como exemplo, o metrô que funciona em uma situação calamitosa com superlotação, sem ar-condicionado, além dos preços exorbitantes. Irresponsabilidade é o incessante sucateamento do serviço público de saúde que sofre com a falta de concursos públicos, falta de equipamentos, medicamentos e condições dignas de trabalho. Irresponsabilidade é investir em uma política de criminalização da pobreza com a ocupação militar das comunidades, ao invés de garantir infraestrutura para as mesmas.

 

Infelizmente, esta é política do governo do Estado com o Rio de Janeiro: o caos. Para quem Eduardo Paes e Sérgio Cabral governam? Certamente, não é para a população fluminense.

 

O Sintuperj e a Asduerj se solidarizam com as vítimas de mais essa tragédia anunciada no Rio de Janeiro. Mais uma vez a população sofre com o descaso de governantes que se sucedem em abandonar esta cidade, este estado. O estado já contabiliza mais de cem mortos – todos moradores de áreas de morros e favelas no Rio e em Niterói.


 

Governador culpa vítimas pela tragédia no Rio

 

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 As declarações do governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, nas quais culpa os moradores de favelas pela tragédia ocorrida na última terça-feira, gerou a indignação de pesquisadores e ativistas sociais.

 

Em entrevista à Globo News, Cabral diz que a culpa das mortes é da desocupação desordenada de áreas irregulares e que por isso, a expansão das favelas deve ser contida.

 

Para o sociólogo Maurício Fabião este é um exemplo de como a política do governo do Estado trata a "questão urbana" em relação aos pobres. Como escreveu em seu blog, o ativista diz que essa política visa “expulsar os maios pobres das áreas centrais e nobres (como a Rocinha/São Conrado), para longe dos seus trabalhos, indo na contra-mão do urbanismo mundial”.

 

O pesquisador do Ippur, Guilerme Marques, conhecido Soninho ainda defende que ninguém mora em área de risco porque gosta, mas porque “não existe uma área sem risco para morar - para a população pobre”. Ele acredita que o governo poderia usar de diferentes mecanismos legais para baratear ou oferecer terra gratuita para moradia popular, mas não o faz.

 

Soninho ainda acusa a prefeitura e o governo de Estado de privilegiarem a especulação imobiliária, dando preferência e crédito às construções de grandes empresas como no caso da revitalização da zona portuária da cidade.

 

Pelo mesmo caminho, Maurício Fabião conclui que a culpa seria sim, dos governantes que se omitiram quanto ao planejamento habitacional e urbanização das favelas do Rio de Janeiro.

 

Fonte: Pulsar


 

Nota de esclarecimento

 

“Nós, moradores de favelas de Niterói, fomos duramente atingidos por uma tragédia de grandes dimensões. Essa tragédia, mais do que resultado das chuvas, foi causada pela omissão do poder público. A prefeitura de Niterói investe em obras milionárias para enfeitar a cidade e não faz as obras de infra-estrutura que poderiam salvar vidas.  As comunidades de Niterói estão abandonadas à sua própria sorte.

 

Enquanto isso, com a conivência do poder público, a especulação imobiliária depreda o meio ambiente, ocupa o solo urbano de modo desordenado e submete toda a população à sua ganância.

 

Quando ainda escavamos a terra com nossas mãos para retirarmos os corpos das dezenas de mortos nos deslizamentos, ouvimos o prefeito Jorge Roberto Silveira, o secretário de obras Mocarzel, o governador Sérgio Cabral e o presidente Lula colocarem em nossas costas a culpa pela tragédia. Estamos indignados, revoltados e recusamos essa culpa. Nossa dor está sendo usada para legitimar os projetos de remoção e retirar o nosso direito à cidade.

 

Nós, favelados, somos parte da cidade e a construímos com nossas mãos e nosso suor. Não podemos ser culpados por sofrermos com décadas de abandono, por sermos vítimas da brutal desigualdade social brasileira e de um modelo urbano excludente. Os que nos culpam, justamente no momento em que mais precisamos de apoio e solidariedade, jamais souberam o que é perder sua casa, seus pertences, sua vida e sua história em situações como a que vivemos agora.

 

Nossa indignação é ainda maior que nossa tristeza e, em respeito à nossa dor, exigimos o retratamento imediato das autoridades públicas.

 

Ao invés de declarações que culpam a chuva ou os mortos, queremos o compromisso com políticas públicas que nos respeitem como cidadãos e seres humanos.”

 

 

Comitê de Mobilização e Solidariedade das Favelas de Niterói

Associação de Moradores do Morro do Estado

Associação de Moradores do Morro da Chácara

SINDSPREV/RJ

SEPE – Niterói

SINTUFF

DCE-UFF

Mandato do vereador Renatinho (PSOL)

Mandato do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL)

Associação dos Profissionais e Amigos do Funk (APAFUNK)

Movimento Direito pra Quem

Coletivo do Curso de Formação de Agentes Culturais Populares

 


 

Em defesa do Iaserj: ato público nesta segunda-feira

 

Será realizado na próxima segunda-feira, dia 12, mais um ato em defesa do Instituto de Assistência dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj). No mesmo dia, também haverá uma plenária do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado (Muspe), no auditório do Iaserj. O governo do Estado quer demolir o Instituto e já iniciou a colocação de tapumes na última segunda-feira, dia 5, data em que os servidores fizeram um ato com panfletagem e esclarecimento à população.

 

Cada vez mais forte, a mobilização em defesa do Iaserj depende de cada um de nós, assim como a luta contra o ataque de Cabral aos serviços públicos de nosso Estado. Compareça ao ato que será nesta segunda-feira, dia 12, a partir das 15 horas, no Iaserj, localizado na Av. Henrique Valadares, 107, Centro.


 

Dia do Trabalhador começa a ser construído

 

Será realizada na próxima quinta-feira, dia 15, a plenária dos Movimentos Sociais com objetivo de construir coletivamente o Dia do Trabalhador. A reunião será no Sepe, localizado na Rua Evaristo da Veiga, 55, 7º andar, às 18 horas.

 


 

Sind-Justiça RJ realiza debate na próxima quinta

 

O Projeto Seis & Meia, uma iniciativa da Secretaria de Formação Político-Sindical do Sind-Justiça, apresenta o debate “A Função dos Sindicatos e a Participação dos Sindicalizados na Luta de Classes”. Elio Elias, coordenador da Secretaria, será o mediador do debate, que será realizado no auditório do Sindicato, às 18h30. O debate traz, como convidados, Amarildo Silva (coordenador-geral do Sind-Justiça), Alexander Brasil Ceci (serventuário lotado na 14ª Vara Cível da Capital), Jorge Omir (serventuário da 13ª Vara de Fazenda Pública da Capital) e Sidnei Moura (coordenador do Sepe Nova Friburgo).

 

  

Brasil

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I Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale

 

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De 12 a 15 de abril, o Rio de Janeiro será palco do I Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale. Para o evento estão sendo esperadas pessoas de vários países onde há empreendimentos predatórios da companhia Vale. A ideia é realizar plenárias para se pensar em novas estratégias de ações de resistência contra as violações cometidas pela transnacional. Para selar o encontro, no dia 15, às 11h, no auditório da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, acontece o lançamento de um dossiê que sintetiza casos de transgressão desta transnacional em diferentes países. Após o lançamento, os atingidos pela Vale saem em marcha em direção ao prédio da companhia que fica na Rua Graça Aranha, também no Programação e endereços serão divulgados no blog http://atingidospelavale.wordpress.com/


 

Cresce movimento grevista da UnB

 

 

Faixas, cartazes e fitas fecharam as entradas que dão acesso ao prédio da reitoria da Universidade de Brasília e impediram a entrada dos funcionários do setor nesta quarta-feira (7). A ação, que seguiu até às 12h, foi definida pelo Comando de Greve Unificado e tem o objetivo de convencer todos os servidores da UnB a aderirem ao movimento que luta pela permanência integral da URP.

 

De acordo com o coordenador do Sintfub, Cosmo Balbino, os servidores da Universidade estão sendo coagidos para não apoiarem o movimento grevista que já passa dos 20 dias. A exemplo disso, pode-se citar o pronunciamento do diretor do Hospital Universitário de Brasília (HUB), Gustavo Romero, que afirmou que os trabalhadores comprometidos eram aqueles que estavam à postos para atender a demanda do Hospital. "Avaliamos que a ação foi positiva e fortalecerá ainda mais a greve da comunidade Universitária. Faremos outras ações como essa todos os dias em locais diferentes da UnB", afirmou Cosmo.

 

Os grevistas conversaram com os funcionários que chegavam para trabalhar e explicaram o objetivo do movimento. Ao final, a ação foi aplaudida por todos.

 

Até agora, a Advocacia-Geral da União não se posicionou quanto ao parecer da ministra do STF, Cármen Lúcia, que determina a continuidade do pagamento da URP. O Sintfub já protocolou novamente petição no TRF denunciando o descumprimento de decisões judiciais por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e solicitou a aplicação de multa à pasta. A parcela representa 26,05% dos salários dos servidores da UnB e é um direito garantido há 20 anos.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação do Sintfub


 

Professores grevistas são perseguidos pelo governo de José Serra em SP

Apeoesp

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Processos judiciais, descontos e cortes de salários de grevistas, manifestantes feridos e perseguidos por policiais. Esse é o quadro atual da greve do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

 

A greve dos professores teve início no dia 8 de março, após uma grande assembleia ocorrida três dias antes que aprovou a paralisação. A categoria reivindica reajuste salarial imediato de 34,3%, incorporação de todas as gratificações, plano de carreiras e concurso público. Direitos estes conquistados após muitos anos de luta e mobilização pelas ruas da capital paulista.

 

Mas essa batalha não tem sido fácil. Desde o primeiro dia de paralisação, os educadores paulistas enfrentam uma verdadeira batalha contra os ataques do governador José Serra. No dia 26 de março, durante uma manifestação em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, manifestantes foram recebidos por bombas de efeito moral e balas de borracha pelos policiais. Cerca de 16 pessoas ficaram feridas.

 

Leia a matéria completa em Sintuperj

 

 

 

Mundo

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Ação denuncia prisões inconstitucionais nos EUA

 

 

AFP

prisão

 

 

 

Os Estados Unidos comandam uma campanha internacional de propaganda contra violações de direitos humanos em Cuba e outros países. Faz parte da mesma campanha esconder os casos de violação desses direitos dentro dos EUA, situação que se agravou brutalmente após os atentados de 11 de setembro. Agora, o Centro para os Direitos Constitucionais está denunciando a existência de duas prisões que se especializaram em abrigar presos muçulmanos ou de convicções políticas minoritárias, sem o devido processo legal.

 

William Fisher - IPS

 

Ao menos duas prisões federais dos Estados Unidos se especializaram em abrigar presos muçulmanos ou de convicções políticas minoritárias e praticam segregação religiosa, represália e castigos arbitrários. A denúncia faz parte de uma ação apresentada pela organização não governamental Centro para os Direitos Constitucionais contra o procurador Erich Holder e o Departamento de Justiça, ao qual está vinculado o Escritório Federal de Prisões. Esse órgão é responsável pelas duas prisões, uma situada em Terre Haute, no estado de Indiana, e outra em Marion, Illinois, ambas no noroeste do país. “Essas unidades são um experimento de isolamento social”, afirmou o advogado do Centro, Alexis Agathocleous. “Colocam pessoas nestas instalações extraordinariamente restritivas, sem dizer-lhes por que e sem nenhuma revisão”, acrescentou.

 

Ao mesmo tempo, alguns presos nestas “Unidades de Manejo de Comunicações” (CMU na sigla em inglês) protestam porque o Departamento de Justiça os classificou como “terroristas”, apesar de nunca terem sido processados nem condenados por delitos vinculados ao terrorismo. Um deles é Rafil Dhafir, um médico oncólogo estadunidense de origem iraquiana que residia em Nova York. Ele foi preso por 85 agentes federais que entraram em sua casa e o levaram. O então procurador geral John Ashcroft se referiu a ele como alguém que apoiava ações terroristas.

 

Leia a matéria completa em Carta Maior.


 

"Os bancos são proprietários do Congresso dos EUA"

 

Um critério segundo o qual é possível calibrar a decadência da vida cultural, política e econômica nos Estados Unidos é responder a seguinte pergunta: as forças do poder econômico, que fracassaram de forma evidente, tornaram-se mais fracas ou mais fortes depois que os danos amplamente conhecidos que causaram converteram-se em um tema de domínio público? Apesar das manchetes na imprensa há dois anos sobre a autodestruição dos gigantes financeiros de Wall Street, os bancos seguem mandando na política dos EUA. O artigo é de Ralph Nader.

 

Ralph Nader

 

Uma sociedade que não percebe os sinais de sua própria decadência, porque sua ideologia é um mito contínuo de progresso, separa-se da realidade e se enreda na ilusão. Um critério segundo o qual é possível calibrar a decadência da vida cultural, política e econômica nos Estados Unidos é responder a seguinte pergunta: as forças do poder econômico, que fracassaram de forma evidente, tornaram-se mais fortes depois que os danos amplamente conhecidos que causaram converteram-se em um tema de domínio público?

 

Leia o artigo completo aqui.

 


Fontes internacionais apontam aumento da pobreza e das desigualdades na última década

 

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Vinte e um países retrocederam em seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), contra apenas quatro na década anterior. Em 54 países a renda per capita é mais baixa do que em 1990. Em 34 países a expectativa de vida ao nascer diminuiu. Em 21 há mais gente passando fome e em 14 há mais crianças morrendo antes dos cinco anos.

 

No Brasil, 10% brasileiros mais pobres recebem 0,9% da renda do país, enquanto os 10% mais ricos ficam com 47,2%. Segundo a Unicef, seis milhões de crianças (10% do total) estão em condições de “severa degradação das condições humanas básicas, incluindo alimentação, água limpa, condições sanitárias, saúde, habitação, educação e informação”.

 

A pesquisa ainda mostra que 15% das crianças brasileiras vivem sem condições sanitárias básicas. As áreas rurais do Brasil concentram a maioria das crianças carentes, com 27,5% delas vivendo em “absoluta pobreza”.

 

Segundo a OIT, os dados de trabalhadores domésticos infantis é espantoso: no Peru, 110 mil; no Paraguai, 40 mil; na Colômbia, 64 mil; na República Dominicana, 170 mil; apenas na Guatemala, 40 mil; no Haiti, 200 mil; e no Brasil – o campeão de trabalho doméstico na América Latina e talvez no mundo – 500 mil.

 

Leia a notícia completa na Agência Petroleira de Notícias.

 

  

Cultura

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Linguagem para todos os públicos

Vito Giannotti e Sérgio Domingues lançam livro

 

Divulgação

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Na próxima quarta-feira, dia 14/04, às 10h, Vito Giannotti e Sérgio Domingues lançarão o livro Dicionário de Politiquês. A publicação é um manual prático de linguagem para ser usado todos os dias por quem deseja se comunicar com muitas pessoas. São cerca de 3.500 verbetes traduzidos para a língua dos "normais", ou seja, para a grande maioria da população que não passou mais do que oito anos nos bancos escolares.

 

Na ocasião, os escritores darão uma coletiva de imprensa. O encontro será no espaço Capina, na Rua Evaristo da Veiga, 16, 16º andar - Centro.


 

Domingo é dia de Cinema

 

Divulgação

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O próximo domingo será mais um Dia de Cinema! A atividade, que completa neste ano 10 anos de sucesso, reúne pré-vestibulares comunitários para discutir temas de relevância social. Neste domingo, o Cine Odeon BR exibirá o filme "Quase Dois Irmãos", de Lúcia Murat. Após, haverá debate com Lúcia Murat, Marcelo Freixo e Maurício Campos que discutirão o tema: "Ditadura militar, as milícias, o choque de ordem: qualquer semelhança".

 

O filme será exibido às 9h. O Cine Odeon BR fica na Praça Floriano, 7, Cinelândia.


 

Também tem filme na Maré 

 

Divulgação

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O Museu da Maré prepara para este mês de abril o Cineclube Maré Ponto Cine. Trata-se de uma mostra de filmes, entre curtas e longas nacionais. A entrada é franca e as exibições serão realizadas todas as sextas-feiras de abril. O Museu da Maré fica na Av. Guilherme Maxwell, 26, Maré.

 

Confira a programação:

 

09/04 - Curtas

Alto Astral - de Hugo Pierot e Glaucia Barbosa

Vistamar - de Pedro Diogenes, Rubia Mercia, Rodrigo Capistrani, Henrique Leão, Victor Furtado, Glaugeane Costa

Tauri - de Marcio Miranda Perez

Pendular - de Julia Murat

Sobe, Sofia - de André Mielnik

 

16/04 - Filme: A visão de dentro - de Sophia Mídian

 

23/04 - Filme: Terras - de Maya Da-Rin

 

30/04 - Filme: A fuga da Mulher Gorila - de Felipe Bragança e MArina Meliande

 

 

 

 

.CONTATOS.


Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais - RJ:

Rua São Francisco Xavier, 524, Bloco D, Sala 1020 Maracanã, Rio de Janeiro-RJ - CEP 20.550-013 - Tel: (21) 2587-7126 / 2234-0945 / 2234-1342
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Notíci@Sintuperj

Publicação do Sindicato dos Trabalhadores

das Universidades Públicas Estaduais - RJ.

 

Coord. Comunicação Sindical: Rosalina Barros e Denize Santa Rita

Cons. Editorial: Alberto Dias Mendes, Denize Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da Silva, Jorge Luís Mattos de Lemos (Gaúcho), Rosalina Barros, Sandro Hilário e Tânia Niskier

Jornalistas: Camila Marins (MTB. 47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)

Jornalista Resp.: Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)

Estagiária: Mariana Gomes

Programação Visual: Arthur William

 

 

Respeitamos seus direitos. Caso não queira continuar recebendo nosso informativo eletrônico, envie mensagem para: boletim@sintuperj.org.br.

 

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