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Notíci@Sintuperj
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Nº 99
(30/04/10)
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Sindicato dos Trabalhadores
das Universidades Públicas Estaduais / RJ
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Notícias do Sintuperj
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Um dia para
ficar na história: Trabalhadores da Uerj e Uenf lotam primeira assembleia
geral unificada
Companheiros do Muspe, Sepe, Intersindical, Conlutas, o deputado estadual
Marcelo Freixo e representantes dos gabinetes dos deputados Comte
Bittencourt e Paulo Ramos participaram do encontro
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Mariana Gomes
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A assembleia geral unificada dos trabalhadores
da Uerj e da Uenf foi uma verdadeira festa da democracia. Professores e
técnico-administrativos se uniram em torno da Campanha Salarial Unificada
2010. Esta foi a primeira vez na história que
trabalhadores das duas universidades se reúnem numa assembleia geral
unificada. A luta por salários dignos é, também, a luta pelo fortalecimento
das universidades, pela manutenção dessas instituições públicas, gratuitas,
de qualidade e socialmente referenciadas.
A decisão de unificar as campanhas é, também, a
decisão de fortalecer o movimento dos trabalhadores das universidades
públicas estaduais. Tanto na Uerj quanto na Uenf, os servidores vivenciam
praticamente os mesmos problemas. São cerca de dez anos sem reajuste
salarial, com defasagem que chega a 82% de perdas acumuladas,
falta de condições para o trabalho, falta de condições de atendimento
à população, evasão de profissionais, falta de concursos públicos.
Representantes do Sindicato Estadual dos
Profissionais de Educação (Sepe/RJ), da Intersindical, Conlutas, gabinetes
dos deputados Comte Bittencourt (PPS) e Paulo Ramos (PDT), e o deputado
estadual Marcelo Freixo participaram da assembleia. Todos foram unânimes
quanto a importância da mobilização e unificação
dos trabalhadores.
Unificação
é essencial
A presidente da Asduerj, Cleier Marconsin,
saudou a primeira assembleia unificada e falou da importância do processo
desencadeado pela Uerj e Uenf. “Este momento é de fundamental importância
para a conquista de direitos e tentativa de reverter o descaso imposto pelo
governo. Estamos em busca de ir além da unidade, mas da unificação”, disse
a dirigente. Ela também citou os episódios recentes acontecidos na Uerj.
“Nossos cartazes convocando para esta assembleia foram rasgados. Nossas
faixas foram retiradas. A Prefeitura da Uerj não nos cedeu telão por conta
de nossa postura de crítica ao governo. O secretário de Ciência e
Tecnologia já deixou claro que não vai negociar em conjunto com as duas
universidades. Estes são sinais de que estamos incomodando o poder
instituído nas universidades e fora delas”, afirmou.
Para o deputado estadual Marcelo Freixo, o
momento é importante e fundamental. “São universidades que, apesar das
especificidades, têm no fundo a mesma raiz do problema: um governo que
esvazia o movimento, que achata salários, que precariza o serviço público e
as universidades. É uma assembleia histórica! Não se trata só da unificação
das lutas, mas da unificação das estratégias de luta para enfrentar esse
governo. E essa luta tem que chegar no parlamento”, afirmou o deputado. De
acordo com Freixo, ele levará à Alerj a proposta
de reativação da frente parlamentar em defesa das universidades estaduais.
Leia a matéria
completa na nossa página eletrônica.
Moção de
repúdio
Os trabalhadores da Uerj e da Uenf reunidos em
assembleia unificada, repudiam toda e qualquer iniciativa das reitorias e
governo que representem a possibilidade de privatização das universidades.
Reivindicam a imediata retirada da minuta que
tramita no Consun da Uerj e que representa a abertura do processo de
privatização do Hospital Universitário Pedro Ernesto – Hupe.
Rio de Janeiro,
29/04/2010.
Sintuperj – Asduerj – Aduenf
Trabalhadores
confraternizam após Assembleia
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Mariana Gomes
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Após o encerramento da assembleia, os
trabalhadores se reuniram na porta principal da Uerj para confraternizar. A
coordenadora do Sintuperj, Rosalina Barros, saudou os trabalhadores.
“Viemos de uma linda assembleia, de uma assembleia vitoriosa. Este é um
momento de lembrarmos que o Primeiro de Maio é um dia de luta, um dia de
reivindicação por nossos direitos. Mas, como ninguém é de ferro, vamos
confraternizar pelo Primeiro de Maio, afinal, hoje também é dia de
comemorar. Parabéns a todos os trabalhadores”, disse.
Em seguida uma imensa fila foi formada e todos
puderam saborear o delicioso “Sopão da Unidade”. Ao som de músicas que
faziam referência aos trabalhadores, à vitória e à luta, todos puderam
sentir que a unificação é, também, fundamental para a sobrevivência de
nossa categoria.
De acordo com o técnico-administrativo da Uenf,
Vicente de Azevedo, o dia 29 de abril não será esquecido. “Este é um marco
histórico. Foi uma assembleia muito produtiva. Há muito tempo não
participava de um momento como esse. A partir de agora a expectativa é uma
só: vitória!”, afirmou o trabalhador.
As atitudes
autoritárias do reitor
Consun realizado no dia
26 foi mais uma mostra da antidemocracia de Vieiralves
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Mariana Gomes
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O reitor parece ter estudado na cartilha da
ditadura. Não deixa nada a desejar também ao ex-presidente Fernando
Henrique quando foi comparado ao personagem “Príncipe”, de Nicolau
Maquiavel. Segundo o filósofo italiano, o líder para conseguir governar
deve ser temido mais do que respeitado. Será que Vieiralves é o novo
“Príncipe” da Uerj?
As últimas sessões do Conselho Universitário
deixam evidente o caráter autoritário da gestão de Vieiralves. Desde quando
tentou impor a votação da minuta sobre o Hupe e perdeu, o reitor ficou
desesperado. Sem muitas preocupações com sua imagem, o reitor quebrou toda
tradição democrática da Universidade:
- Colocou portas blindadas na reitoria;
- Montou um plano docente à revelia do Conselho
Universitário;
- Cassou a palavra dos conselheiros inscritos
para discutir o Hupe na sessão do dia 25/03;
- Impediu que o Consun discutisse regras para
as eleições universitárias;
- Incluiu gratificações aos salários de um
grupo de servidores, em detrimento de um conjunto de trabalhadores
injustiçados que fazem parte da minuta que corrige o enquadramento dos
cargos do PCC.
Poderíamos escrever um verdadeiro livro sobre
as atitudes de império do reitor. Achamos que estas são suficientes para
demonstrar a que a Uerj está submetida.
Clique aqui
e leia a matéria completa.
Assembleia para escolha de delegados para o
I Conclat
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Divulgação
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O Congresso da Classe Trabalhadora
(Conclat), previsto para acontecer entre nos dias
05 e 06 de junho, em Santos, São Paulo, será pauta da próxima assembleia
geral do Sintuperj. Na ocasião, serão escolhidos os delegados que
participarão do congresso. De acordo com o calendário do Conclat, os sindicatos e movimentos sociais têm até o
dia 15/05 para realizarem assembleias para escolha dos delegados. A do
Sintuperj será realizada no dia 13/05, às 14h, no Auditório 13 da Uerj/
Campus Maracanã.
O Congresso tem como
principal objetivo fortalecer a luta dos trabalhadores em torno de
bandeiras de luta comuns aos movimentos de esquerda. A unidade dos
trabalhadores é passo fundamental para o fortalecimento das lutas.
Bandeiras do Congresso:
- Defesa do emprego e
dos direitos sociais e trabalhistas;
- Redução da jornada de
trabalho sem redução salarial;
- Defesa dos serviços
públicos e da aposentadoria; Fim do fator previdenciário;
- Reforma agrária e
reforma urbana;
- Petrobras e petróleo
100% estatal;
- Contra o modelo e a
política econômica do governo Lula;
- Fim da criminalização
das lutas e das organizações dos trabalhadores;
- Em defesa do direito
irrestrito de greve e de manifestação;
- Liberdade e autonomia
sindical. Direito de organização nos locais de trabalho;
- Não pagamento das
dívidas interna e externa. Rompimento com o FMI;
- Por uma sociedade
socialista.
Mais informações podem ser obtidas através do
e-mail: debatedareorganização@yahoo.com.br.
Primeiro de Maio: dia de luta, dia do trabalhador
Clique na imagem e
assista ao vídeo que o Sintuperj preparou para homenagear os trabalhadores.
Um Congresso Socialista
realizado em Paris, em 1889, definiu o dia 1º de maio como o Dia
Internacional do Trabalho. A data foi escolhida em homenagem à greve geral
que aconteceu em 1º de maio de 1886, na cidade de Chicago, nos Estados
Unidos.
Na ocasião, milhares de
trabalhadores tomaram as ruas para protestar contra as condições desumanas
de trabalhos a que eram submetidos. A repressão ao movimento foi dura:
muitos trabalhadores foram presos, feridos e até mesmo mortos pela polícia.
Desde então, o 1º de
Maio é o símbolo da luta pela manutenção dos direitos adquiridos e
conquistas de novos direitos.
No Brasil, a primeira
celebração do 1º de Maio de que se tem registro foi realizada em 1895, em
Santos.
Hoje, com o quadro
terrível em que vivem os trabalhadores de modo geral, infelizmente não há o
que comemorar. O 1º de Maio continua sendo um dia de luta para os
trabalhadores, que sonham com uma sociedade justa e igualitária.
Pelo Brasil e pelo
mundo vários atos marcarão a data. No Rio de Janeiro, centrais sindicais e
movimentos sociais organizam uma caminhada ao Morro do Bumba, em Niterói,
palco da recente tragédia que matou mais de 200 pessoas - todas vítimas do
descaso dos governos municipal e estadual.
A concentração será às
10h na Rua A, Morro do Céu. De lá, os trabalhadores seguirão em caminhada
até o Morro do Bumba, onde será realizado o ato do Dia do Trabalhador.
À tarde será realizada
uma atividade cultural no Morro do Estado, com a participação da Apafunk.
O Sintuperj saúda todos os trabalhadores. Somente a nossa luta será
capaz de modificar a lógica perversa do capitalismo à qual estamos
submetidos. Feliz 1º de Maio, dia de luta, dia do trabalhador!
Quem luta conquista!
Agenda de Luta
- 12/05
(quarta-feira) – Sessão Ordinária do Consun, às 9h, no Plenário
dos Conselhos, 7º andar, campus Maracanã.
- 13/05
(quinta-feira) – Assembleia Geral do Sintuperj, no Auditório 13, às 14h. Pauta: Eleições de delegados para
o Congresso da Classe Trabalhadora (Conclat),
paralisação de 24h no dia 19 de maio, avaliação de conjuntura e informes.
- 19/05
(quarta-feira) – Audiência Pública na Comissão de Educação, às
10h, no Palácio Tiradentes. Após a Audiência, será realizado um ato na
Alerj.
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Acontece na
Uerj
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Conselho
Universitário terá renovação
A democracia ainda
não passou pela Uerj neste ano de 2010. No meio do feriado de 21 de abril,
símbolo da resistência dos inconfidentes, a Reitoria convocou eleições para
o Conselho Universitário. No entanto, nem mesmo as datas do pleito foram
aprovadas no Consun. Apenas foram “informadas”.
Cuidado: a Reitoria
vai apresentar seus candidatos. Se Vieiralves já governa como tirano,
imaginem se não tiver quem o conteste. Não seja bobo, vote consciente!
As inscrições para as
eleições de representantes dos técnico-administrativos e docentes serão
realizadas entre os dias 03 e 07 de maio. As eleições serão realizadas nos
dias 25, 26 e 27 do mesmo mês.
Os servidores
técnico-administrativos concorrerão a duas vagas para a Administração
Central, três vagas para as Unidades Acadêmicas e três vagas para o Hupe.
Veja os critérios para se inscrever:
- Representantes dos servidores
Técnico-Administrativos da Administração Central: servidores técnico-administrativos lotados na Administração Central,
no Cepuerj, nos Núcleos e todo aquele que não
estiver lotado no Hupe ou nas Unidades;
- Representantes dos servidores
Técnico-Administrativos do Hupe: servidores
técnico-administrativos lotados no HUPE;
- Representantes dos servidores
Técnico-Administrativos das Unidades Acadêmicas: servidores técnico-administrativos lotados nas Unidades Acadêmicas e/ou nos Centros Setoriais.
Somente poderão
candidatar-se servidores Técnico-Administrativos com um mínimo de dois anos
de efetivo exercício na Uerj.
- Representantes Docentes dos Centros
Setoriais: os dois candidatos, titular e suplente, deverão
estar lotados no mesmo Centro Setorial;
- Representantes Docentes das Unidades: os dois candidatos, titular e suplente, deverão estar lotados na
mesma Unidade.
- Somente poderão
candidatar-se professores com um mínimo de dois anos de efetivo exercício
na Uerj.
As regras completas
para as eleições do Consun estão na página da Uerj (www.uerj.br).
O mundo do trabalho
em imagens
A exposição O mundo
do trabalho em imagens entrou em cartaz no Salão 2
do Centro Cultural da Uerj, no dia 28 de abril. Esta mostra destina-se a
recuperar parte da história do trabalho e dos trabalhadores nas cidades do
Rio de Janeiro, São Paulo e Bologna (Itália), nas três primeiras décadas do
século passado (1900 a 1930), por meio das fotografias existentes em
arquivos públicos e privados destas cidades.
Um dos objetivos é a
urgência de preservar e revelar a memória de um mundo em que o trabalho se
transforma aceleradamente. Os trabalhadores se reconhecem como sujeitos
sociais conscientes de sua história e de sua organização, das raízes
profundas do trabalho no tecido social e na construção da democracia.
Serviço:
O mundo do trabalho em
imagens
Local: Salão 2 /
Centro Cultural UERJ
Rua São Francisco
Xavier, 524 - Maracanã
Tel.:
(21) 2334-0625
Período: de 28 de
abril a 30 de maio de 2010.
Visitação: de segunda
a sexta, das 9h às 20h
ENTRADA FRANCA
Fonte: Uerj
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Ronda nos Campi
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>> Deu na
imprensa
Uenf serve
água de lagoa para funcionários de campo de núcleo de pesquisa do CCTA
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Esdras/ Revista Somos
Assim
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Por Whytney Magalhães
Ao afirmar que “o essencial da vida é a água”, o
auxiliar operacional de campo da Universidade Estadual do Norte Fluminense
Sérgio Américo demonstrou uma consciência que a direção da Uenf parece não
ter para com os trabalhadores do Núcleo de Pesquisa em Zootecnia e Produção
Vegetal na Escola Estadual Agrícola Antônio Sarlo,
do Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias (CCTA) da Uenf, onde os
funcionários da universidade estadual, da prefeitura e os terceirizados não
têm água potável para beber, muito menos para utilizar em sua higiene
pessoal após um árduo dia de trabalho no campo, nas hortas ou cuidando das
pocilgas onde a UENF mantém suínos para experimentos.
O problema é grave, já que os trabalhadores
estão expostos aos mais variados tipos de doenças, pois, além de não terem
água potável para beber, são obrigados a usar, em sua higiene pessoal, a
água bombeada diretamente de uma lagoa para uma cisterna e dali para uma
enorme caixa d’água que distribui para as torneiras e chuveiros uma água
marrom e cheia de detritos, o que pode ser comprovado com as fotos feitas
por nossa equipe.
Além da questão da água, os servidores são
obrigados a trabalhar em condições consideradas por eles como indignas. Não
há refeitório, os funcionários são obrigados a fazer as suas refeições em
uma sala imunda e sem mobiliário, ou em um galpão de máquinas agrícolas,
sentados sobre latões de produtos químicos. O banheiro é precário e servido
pela água da lagoa, e para conservar a água potável que eles trazem de
casa, os trabalhadores tiveram que fazer uma “vaquinha” para comprar uma
velha geladeira. Para completar a total falta de infra-estrutura, respeito
e segurança, os trabalhadores reclamam que, constantemente, sofrem
descargas elétricas por indução das redes de Furnas que passam em cima das
plantações e pastos da unidade.
Fonte: Revista Somos Assim
Leia a
matéria completa aqui.
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>> Enquanto isso...
... Uenf
pensa em se expandir para Italva
O prefeito de Italva
– município do Norte Fluminense –, Joelson
Soares, e a Secretária de Educação, Elisabeth Rangel, se reuniram na manhã
desta terça-feira com diretores da Uenf (Universidade Estadual do Norte
Fluminense) com o objetivo de viabilizar a expansão da instituição no
Município. Participaram do encontro o Prefeito da Uenf Professor Paulo
Maia, o Pró-Reitor de extensão Professor Silvério e o Professor Niraldo, do laboratório de Engenharia Agrícola e
Mineração.
O Plano de Desenvolvimento Institucional da Uenf
prevê a oferta decursos de graduação, mestrado e
doutorado. Com este projeto de extensão em Italva,
a entidade oferecerá, em um primeiro momento, cursos como Zootecnia,
Engenharia Agrícola e Ambiental, Engenharia de Alimentos e Engenharia de
Minas.
A instalação da Uenf em Italva
custaria cerca de 10 milhões de reais.
Com informações da ASCOM/PMI
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Rio de Janeiro
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Servidores
estaduais lotam escadarias da Alerj em ato público do Muspe
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Rafael Gonzaga
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O Movimento Unificado dos Servidores Públicos
Estaduais - MUSPE, realizou ato no dia 28/04 na
Alerj. Servidores de diversas instituições públicas estaduais estiveram
presentes para denunciar o descaso do governo estadual, o arrocho salarial
e as péssimas condições de trabalho. A bandeira comum de todas as
categorias é o reajuste salarial.
Os trabalhadores lotaram as escadarias do
Palácio Tiradentes portando faixas e cartazes contra a política neoliberal
de Sérgio Cabral e em defesa do Iaserj.
O Sintuperj também participou do ato público . A coordenadora Denize Santa Rita falou sobre
as péssimas condições de trabalho às quais os servidores da Uerj estão
submetidos, citou o autoritarismo do reitor Ricardo Vieiralves e lembrou
dos quase dez anos sem reajuste salarial. Os trabalhadores da Uerj
enfrentam uma defasagem acumulada em mais de 80%. "Este ato representa
a força do trabalhador e o compromisso que temos com a luta", disse a
dirigente.
Servidores
da Educação pedem revisão de plano de carreira na Alerj
Descongelamento do plano de carreira dos funcionários
administrativos da rede estadual de Educação, novos concursos públicos,
melhores condições de trabalho e distribuição do vale-transporte foram as reivindicações apresentadas pela categoria nesta
quarta-feira (28/04), durante audiência pública da Comissão de Educação da
Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), presidida pelo deputado
Comte Bittencourt (PPS). "Esta se transformou em uma categoria de
subempregados. É um quadro lamentável e é mais um indicador de como a
educação pública foi tratada nos últimos anos", criticou o
parlamentar, acrescentando ainda que a comissão pretende combater o serviço
terceirizado nas escolas. "O ingresso pelo concurso público é um
dispositivo constitucional e precisa ser cumprido pelos governantes",
comentou.
Em 1993, ano do último concurso público
realizado para a contratação de funcionários administrativos, foram
incorporados 25 mil trabalhadores. Hoje, são 15 mil funcionários de apoio
concursados em atividade e 11 mil terceirizados trabalhando nas escolas
estaduais. De acordo com o deputado Paulo Ramos (PDT), membro da comissão,
além do governador, o Ministério Público Estadual também precisa ser
cobrado. "O governo continua admitindo servidores sem concurso público
e o Ministério Público já assinou um termo de ajuste de conduta para a
realização desses concursos. Mas o que o Ministério Público fez para que
essa determinação fosse cumprida?", questionou o pedetista.
Presente ao encontro, a representante do Sindicato
Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe-RJ),
professora Maria Lugão, apresentou números que, segundo ela, mostram que as
reivindicações só não são colocadas em prática por falta de vontade
política. "Nós queremos a revisão do plano de carreira dos
funcionários como uma primeira medida, além do acerto do piso salarial e do
pagamento de vale transporte, que representa uma economia de 25% do salário
do servidor. São reivindicações básicas e que foram prometidas quando o
governador era candidato", disse Lugão. Para ela, as condições de
trabalho são precárias.
"Muitos funcionários adoecem com rapidez
por causa das péssimas condições de trabalho. As merendeiras, por exemplo,
com menos de 10 anos de serviço precisam ser readaptadas por causa da sobrecarga.
É necessário que o Governo apresente uma política funcional justa para os
funcionários da escola pública", argumentou Lugão, defendendo que a
atual arrecadação do estado permitiria o reajuste salarial da categoria.
"O estado gasta, hoje, menos de 26% da sua arrecadação com o pagamento
da folha salarial. Isso possibilitaria até mesmo dobrar o salário do
funcionalismo, já que o limite prudencial é de
42% e o governo está longe dessa cota", completou a professora.
Fonte: Alerj
Assembleia
sobre remoções no Morro dos Prazeres mobiliza mais de 400 pessoas
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Ratão Diniz/ Favela em
Foco
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“A Defesa Civil interditou a minha casa na
semana passada, e agora eu quero saber o que vão resolver. Estou muito preocupada,
até mesmo porque não entendo nada disso!”, dizia a dona de casa Edna Maria
de Oliveira, de 50 anos, na reunião realizada no feriado de Tiradentes, dia
21 de abril, no Morro dos Prazeres. Mais de 400 pessoas estiveram presentes.
E o que se percebia em cada fala e em cada rosto era a dúvida do que se
tratava tudo aquilo. Muitos nem tinham ideia do que significavam as
palavras “remoção” e “indenização”, temas do encontro.
A reunião, coordenada pela Associação de
Moradores do Morro dos Prazeres, foi realizada pela necessidade de
esclarecer os direitos de cada pessoa. “A gente precisa explicar a real
situação para a própria favela. Tem pessoas que nem sabem o que é remoção.
Além disso, temos que unir nossas forças com outras favelas. Somos a
maioria”, afirmou Fabio Neves, de 32 anos. Fabio disse ainda que a
Defensoria Pública garantiu que a casa que ele mora não está em situação de
risco. “A Defensoria trouxe
engenheiros para visitarem as casas (no Morro dos Prazeres). Algumas delas
estão com problemas sim, mas muitas não, como a minha, por exemplo. E ela
foi interditada”. contou indignado.
Fonte: Favela em Foco
Leia
a matéria completa aqui.
Audiência
Pública sobre trabalho escravo revela inaptidão e omissão de autoridades
Por Leandro Uchoas
Elas bem que tentaram. As usinas sucroalcooleiras de Campos dos Goytacazes
(RJ) coagiram os trabalhadores a não comparecer à
audiência pública da sexta-feira, 16 de abril, sobre trabalho escravo,
convocada pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia
Legislativa (Alerj). A cortadores de cana acostumados a trabalhar na
clandestinidade, prometeram atender a seu sonho maior: carteira assinada.
Não adiantou.
Embora tenham desmobilizado boa parte do
contingente inicial, mais de 300 trabalhadores lotaram a Câmara de
Vereadores, onde se deu a audiência, presidida pelo deputado estadual
Marcelo Freixo (PSOL) – fato raro na cidade, recordista brasileira em casos
de escravidão no campo. Com as cadeiras completamente tomadas de gente
simples, em busca de direitos básicos garantidos por lei há mais de cem
anos, as intervenções foram marcadas pelas denúncias veementes dos
ativistas locais, e pelo notório despreparo das autoridades.
Fonte: NPC
Leia
a matéria completa aqui.
Seminário
Estadual de Lésbicas e Mulheres Bissexuais
Rio de Janeiro, 30 de abril e 1º de maio
de 2010
A Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos
Humanos através da Superintendência de Direitos Individuais, Coletivos e
Difusos em parceria com o Fórum de Lésbicas e Mulheres Bissexuais do Estado
do Rio de Janeiro realizam o Seminário Estadual de Lésbicas e Mulheres
Bissexuais que se realizará nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2010 no
Hotel Golden Park com o
tema “Unindo Esforços, Ampliando Conquistas: Políticas Públicas para
Lésbicas e Mulheres Bissexuais”.
O objetivo do seminário é construir políticas
públicas voltadas para lésbicas e mulheres bissexuais. Temas como segurança
pública, polícias, sistema penitenciário, legislação, educação, informação,
pesquisa, saúde, meio ambiente, assistência social, trabalho, renda,
cultura, turismo, esporte e lazer também serão debatidos no encontro.
O início do Seminário será no dia 30 de abril
de 2010 às 18 horas, no Hotel Golden Park com uma oficina específica para gestoras e
gestores Públicos do Estado e as discussões ocorrerão ao longo do dia 1º de
maio das 09 às 18 horas com a participação das Lésbicas e Mulheres
Bissexuais prioritariamente.
Serviço
SEMINÁRIO ESTADUAL DE LÉSBICAS E MULHERES
BISSEXUAIS
Data: 30 de abril e 1º de maio de 2010
Local: Hotel Golden Park (Rua do Russel, 374 – Glória)
Horário: 30 de abril de 2010 às 18 horas | 1º
de maio das 09 às 18 horas
Entrada Franca.
Comunidades
de Niterói lotam Câmara de Vereadores e cobram solução imediata
para desabrigados
Representantes da
prefeitura não comparecem e deputado do PDT acusa organização da audiência
pública de manipulação
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Rafael Duarte
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Desenvolver um
cronograma de ações de curto, médio e longo prazos
para solucionar os problemas das localidades atingidas pelas chuvas e das
áreas de risco. Essa foi a principal decisão da audiência pública sobre as
tragédias em Niterói. A atividade dessa noite de quarta, 28 de abril,
reuniu mais de 15 comunidades e diversas organizações e movimentos
populares. Os representantes da prefeitura e do governo do Estado não
compareceram, mesmo tendo sido formalmente convidados. Ao ser anunciada a
ausência dos representantes do poder executivo municipal, o público se
revoltou e cantaram músicas chamando o prefeito Jorge Roberto e seu
secretariado de quadrilha.
Mais de 300 pessoas
lotaram as dependências da Câmara em busca de respostas. Foi necessária
inclusive a colocação de um telão fora do plenário para que as outras
pessoas que não conseguiram entrar assistissem. Beltrão, Travessa Iara,
Bumba, Caramujo, Morro do Céu, Rua 340, Chapa Quente, Caixa D’Água, Tenente
Jardim, Cafubá, Grota do
Surucucu, Morro do Estado, Boavista,
Fonseca foram algumas das comunidades que relataram a situação de seus bairros.
Além das mortes por soterramento e das perdas dos lares, o abandono das
áreas pobres da cidade abre espaço para a contaminação do abastecimento de
água e o alastramento de doenças como a dengue e a leptospirose.
Leia
a matéria completa no site da Agência Petroleira
de Notícias
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Brasil
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Após leilão
da usina Belo Monte, indígenas não paralisam as manifestações
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outubrovermelho.com.br
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Dois dias após a Agência Nacional de Energia
Elétrica (Aneel) realizar o leilão da concessão
para construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, povos indígenas da
região do Xingu iniciam novos protestos.
Em São José do Xingu, no Mato Grosso, indígenas Kayapó
paralisaram a travessia de balsa que liga a cidade a outros municípios do
estado e também do Pará. Eles já haviam informado ao coordenador substituto
da Fundação Nacional do Índio (Funai) que paralisariam as balsas por tempo
indeterminado se o leilão de fato ocorresse. Eles afirmam em documento que
o governo não respeita os direitos dos índios e quer leiloar Belo Monte de
qualquer maneira. "Nós indígenas respeitamos os brancos, mas os
brancos não querem nos respeitar", dizem na carta.
Esta não é a única manifestação a se realizar
pelos povos do Xingu. Mais de 25 famílias indígenas do povo Xikrin estão se encaminhando para a ilha denominada
sítio Pimental, onde será construído o paredão da
barragem da hidrelétrica de Belo Monte.
Fonte: NPC
Leia
a matéria completa aqui.
Assassinato
de líder comunitário mobiliza movimentos contra o agronegócio no CE
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Camila Garcia
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Em vez do silêncio, o canto. Canto embargado
pela dor e pelo cansaço, mas fortalecido pelas muitas vozes que se juntaram
às dos trabalhadores e trabalhadoras Sem Terra. Ali, em meio ao acampamento
do MST, em frente à sede Incra no Ceará, centenas de integrantes de
movimentos sociais reuniram-se para homenagear o agricultor e líder
comunitário José Maria, na data que marcava a passagem do sétimo dia de seu assassinato , no
Sítio Tomé, localizado em Limoeiro do Norte, na divisa com o município de Quixeré, na Chapada do Apodi,
interior do estado.
De mãos dadas, os participantes da celebração
pactuaram: “nós decidimos. De agora em diante, temeremos mais à miséria do
que à morte”. Com tal força, ressoaram as vozes, que do medo fez-se a confiança; da dor pela perda, a coragem para seguir na
luta. Afinal, como lembraram o coro e os acordes dos violeiros, “não
precisa ser herói para lutar pela terra, pois, quando a fome dói, qualquer
homem entra em guerra”. Assim, multiplicaram-se Josés
Marias, Dorothys, Franciscos, Margaridas. Todos eram os mártires de
Carajás e de tantas outras batalhas, na insistência de lutar por um outro
mundo, um outro projeto de desenvolvimento e de sociedade.
Leia a matéria completa no site do MST.
Hot site esclarece dúvidas sobre abordagem da exploração
sexual infantil
A Agência de Notícias dos Direitos da Infância (Andi) lançou esta semana, em parceria com a Secretaria
Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, um guia online de
referência para profissionais da área de Comunicação Social que enfrentam o
desafio de realizar coberturas sobre violência sexual sofrida por meninos e
meninas de todo o país.
O hot site possui uma seção com as dúvidas mais
recorrentes sobre conceitos básicos como: exploração sexual, tráfico e
pornografia infantil. Também oferece aos profissionais uma série de
indicações de legislações, sites e diversas
publicações sobre o tema.
Para conhecer o Guia Online,
acesse: www.violenciasexual.andi.org.br.
Fonte: Adital
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Mundo
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Apenas nove
países da América Latina confiam no processo eleitoral
Apenas nove países da América Latina e do
Caribe confiam realmente no processo eleitoral, segundo um estudo publicado
nesta quarta-feira, que identifica o Paraguai, Haiti, Honduras e Peru como
as nações mais céticas e coloca o Brasil em um nível neutro.
O relatório "Barômetro das Américas"
da Universidade Vanderbilt, que também inclui os
Estados Unidos, divide os países em três categorias.
O primeiro grupo, liderado pelo Uruguai, Costa
Rica, Chile e República Dominicana, expressa uma
confiança acima do que os autores descrevem como ponto neutro, situado no
nível de 50.
A segunda categoria, integrada por seis países,
entre eles Estados Unidos, El Salvador, Panamá e
Brasil, agrupa aqueles que se movimentam em torno do nível dos 50 pontos.
Leia
a matéria completa aqui.
Fonte: Jornal O Dia Online
Frentes sindicais
sugerem planos para reconstrução social e trabalhista do Haiti
Entre 8 e 10 de abril,
federações sindicais de várias partes do mundo se reuniram em Santo
Domingo, na República Dominicana, durante uma cúpula de unificação, com o
objetivo de traçar um plano de apoio mais efetivo ao processo de
reconstrução do Haiti, que foi atingido por um terremoto no último dia 12
de janeiro. O levantamento da situação e as sugestões para o
desenvolvimento do país foram reunidos em um documento, que foi entregue ao
Ministério do Trabalho.
De acordo com o documento, o processo de
reconstrução do país precisa levar em conta um outro modelo de sociedade.
Nesse ponto, destaca que a economia do país tem que estar a serviço da
justiça social e da cidadania. As frentes sindicais também avaliaram que
este momento pelo qual passa o país precisa do envolvimento de todos os
atores, para que esses possam defender e ter seus direitos assegurados.
Segundo indicam os sindicalistas, a política
nacional de emprego deverá estar baseada no que estabelece os convênios
internacionais do qual o país é signatário. "O programa de trabalho
decente se baseia em quatro objetivos estratégicos: o respeito das normas
internacionais do trabalho; o emprego para todos e todas; o acesso à proteção
social; o diálogo social e o tripartidismo",
afirma o documento.
Fonte: Adital
Leia
a matéria na íntegra aqui.
Denúncias
contra a Vale são enviadas também para ONU e OEA
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Reprodução
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O dossiê com impactos socioambientais e
violações da Vale em oito países foi entregue à ONU e à OEA ontem (27/04).
Ao mesmo tempo, o Movimento Internacional dos Atingidos pela Vale interveio
na Assembleia Geral dos Acionistas, no Rio.
O documento foi enviado a relatores especiais
das Nações Unidas – como o relator de direito à moradia – e a
representantes do Secretário Geral da ONU. Foi entregue também à Comissão
Interamericana de Direitos Humanos da OEA. O conteúdo deve ser analisado e
a diretoria da empresa deve ser chamada a dar explicações.
A intervenção na Assembleia dos Acionistas
incluiu a entrega de uma carta sobre como as violações e os impactos
socioambientais das operações da empresa influenciem negativamente em sua
imagem e no preço de suas ações.
Fonte: Pulsar Brasil
Leia a notícia
completa aqui.
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Cultura
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Festival de Esquetes
no Parque das Ruínas
em Santa Teresa
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Divulgação
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Com o objetivo de promover a inclusão cultural,
a Mostra de Arte inclusiva - Festival de Esquetes reúne trabalhos de artistas
iniciantes e profissionais. Cada esquete tem a duração máxima de 15 minutos
e abordam diferentes temas como: a solidão, o amor e valores distribuídos
em dramas e comédias. A mostra exibirá 24 esquetes que concorrem em votação
júri popular ao Troféu "Aplausos" e a uma temporada em teatro
caso possuam espetáculo com no mínimo 60 minutos.
Destaques para a Cia. de Teatro "Batan Fazendo Arte" da comunidade do Batan, que utilizam a arte para amenizar o impacto
causado pela violência no local antes da Unidade Polícia Pacificadora (UPP)
e a Cia. de Lobos, fundada por Antonio Sciamarelli
e Jairo Goulart em 2006 que trará para o público "A carteira" de
Machado de Assis e Ama Seca de "Artur Azevedo".
Serviço:
O festival acontece até o dia 09 de maio - Sextas,
sábados e domingos às 18h.
Local: Centro Cultural Municipal Parque das
Ruínas. Rua Murtinho Nobre, 169 - Santa Teresa, Tel.:
(21) 2252-1039.
Entrada Franca.
Classificação
14 anos.
XIV Encontro
da ANPUH – RIO Marxismo, Memória e Patrimônio: uma reflexão crítica
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Divulgação
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O GT História e Marxismo, a partir do tema
geral da ANPUH-RJ, apresenta o Simpósio Temático MARXISMO, MEMÓRIA E
PATRIMÔNIO: UMA REFLEXÃO CRÍTICA, com a proposta de estabelecer um diálogo com
perspectivas teóricas e metodológicas que tenham como referência o
materialismo dialético, ampliando seus objetos e campos de análise. Uma
história que dialoga de forma crítica, permanente e insistente com as
transformações e permanências no mundo real, em constante mutação.
Muitas vezes, de forma simplista e equivocada,
tomadas como um dado em si, Memória e Patrimônio tem
suscitado um grande número de estudos e publicações,
multiplicando-se os grupos e linhas de pesquisa. Notadamente, embora não façam parte do
rol original do marxismo, mas estão presente de maneira
ao menos transversal nas análises concretas dos processos históricos.
Neste sentido, possibilitam uma reflexão crítica sobre a sua produção,
material e imaterial, suas narrativas, significados, signos, usos e
interesses.
Por fim, cabe indicar que o Simpósio Temático
aceita debates teóricos/metodológicos em torno do
marxismo, bem como pesquisas empíricas sustentadas pelo referencial criado
por Karl Marx ou por um ou mais pensadores marxistas.
O evento se realizará entre os dias 19 e 23 de
julho na UNIRIO.
Mais informações em: http://www.encontro2010.rj.anpuh.org
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Espaço de Formação
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Quem sabe
mais, luta melhor
Reprodução

Dando
continuidade a nossa proposta de mantermos um espaço de formação e
realizarmos uma homenagem ao grande pensador dos trabalhadores, Karl
Marx, trazemos mais um texto da biblioteca marxista, intitulado “O 18 de Brumário”.
Marx
foi um intelectual revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista
moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico
político e jornalista. Ao lado de Friedrich Engels, Karl Marx escreveu o Manifesto Comunista,
com o objetivo de analisar a sociedade com a qual conviviam e marcaram a
História ao introduzir o conceito de luta de classes. Uma das frases mais
famosas do manifesto é: “Proletários de todo o mundo, uni-vos!”.
Leia
“O 18 de Brumário” AQUI.
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Participe você também
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Santa Rita, Fátima Diniz, José Arnaldo Gama da Silva, Jorge Luís Mattos de
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(MTB. 47.474 – SP) e Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
Jornalista Resp.: Silvana Sá (MTE. 30.039 -RJ)
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