
Os trabalhadores da Uerj realizaram no final da tarde e início da noite da última terça-feira, 28/04, mais um ato no portão 5, campus Maracanã da Universidade (entrada pela Rua São Francisco Xavier). A mobilização, proposta pelo grupo Invisíveis, recebeu a adesão da categoria dos servidores técnico-administrativos da Uerj e foi incorporada como atividade de greve da categoria.
Dentre as pautas do ato, estão a reivindicação pelo pagamento dos direitos trabalhistas dos profissionais de vigilância, que não receberam os três últimos salários referentes a empresa terceirizadora Conquista, que foi substituída pela empresa Multiserv. Contra a nova empresa prestadora de serviços de vigilância patrimonial, também pesam denúncias. Foram feitas denúncias sobre o não cumprimento do piso da categoria definido pelo sindicato (SindVigRio). O ato também reivindicou posição imediata e contundente da Reitoria da Uerj contra essas denúncias, penalizando as empresas que praticam qualquer tipo de ilegalidades contra os trabalhadores de empresas terceirizadas ligadas à instituição.
Outra denúncia feita durante o ato é a prática constante de assédio moral contra os trabalhadores terceirizados da Uerj para que os mesmos não possam reivindicar seus justos direitos. De acordo com a organização do ato, as chefias promovem práticas de perseguição e pressão contra os trabalhadores que demonstram insatisfação pelos seus direitos não estarem sendo cumpridos.
O grupo Invisíveis é uma iniciativa independente de trabalhadores ligados à Uerj, que se organizam coletivamente para receber denúncias de práticas ilícitas contra os terceirizados da universidade. O grupo também incentiva a organização dos trabalhadores para combater os desmandos e abusos das empresas.




