
A Reitoria da Uerj recebeu representantes da categoria técnico-administrativa para debater irregularidades em torno do pagamento dos adicionais de periculosidade e insalubridade de servidores da universidade, na última terça-feira (19/05).
De acordo com a coordenadora geral do Sintuperj Cassia Gonçalves, foi entregue à Administração da universidade uma listagem contendo processos de requerimento de adicional de periculosidade que estão há anos sem definição por parte da instituição. O que resulta em tratamento desigual entre servidores de um mesmo setor, com alguns recebendo o adicional e outros não. Há caso de servidor que está com processo de requisição de pagamento de adicional de periculosidade sem resposta desde 2006. Na ocasião, foi reivindicado que os laudos sejam compatíveis com as características dos setores que possibilitam o pagamento do adicional.
Também esteve em pauta a incidência do adicional de insalubridade. Atualmente ele é calculado e pago sobre o salário mínimo de 2015, quando o correto seria o vencimento base de 2026. Foi reivindicada uma atualização do valor pago. Segundo a coordenadora, a Reitoria afirmou que faria um estudo acerca da viabilidade de atualização monetária do que é pago atualmente, a ser apresentado o quanto antes.
Os representantes da categoria técnico-administrativa ressaltaram a necessidade do pagamento ser feito conforme a legislação, ou seja sobre o vencimento base. O que a Reitoria afirmou ser difícil para o corrente ano, mas que trabalhará neste sentido em 2027.
No encontro, estiveram presentes a reitora, Gulnar Azevedo, o vice-reitor, Bruno Deusdará; a coordenadora geral do Sintuperj e conselheira universitária, Cassia Gonçalves, os conselheiros universitários Márcio Silas e Gabriel Tolstoy, o integrante do Comando de Greve dos técnicos Gabriel Reis, o superintendente de Gestão de Pessoas, Jhonatan Aarão, a Direção do Dessaude/Uerj, o pró-reitor de Planejamento e Gestão, Rodrigo Carvalho.



